Vivemos em um mundo cada vez mais conectado. Estudamos, trabalhamos, fazemos compras, acessamos bancos e compartilhamos momentos da nossa rotina pela internet. Essa praticidade trouxe inúmeros benefícios, mas também aumentou a necessidade de proteger nossas informações pessoais.
Golpes virtuais, vazamento de dados, perfis falsos e tentativas de fraude fazem parte da realidade digital. Por isso, desenvolver hábitos de segurança digital deixou de ser uma preocupação apenas de empresas e passou a ser uma responsabilidade de todos.
Neste artigo, você vai entender o que é segurança digital, conhecer os principais riscos da internet e descobrir como proteger seus dados no dia a dia.
Segurança digital é o conjunto de práticas que ajudam a proteger informações pessoais e profissionais contra golpes, vazamentos e acessos não autorizados. Pequenas atitudes, como criar senhas fortes e ativar a autenticação em dois fatores, fazem toda a diferença.
Segurança digital é o conjunto de medidas utilizadas para proteger dispositivos, contas e informações armazenadas ou compartilhadas pela internet.
Ela envolve desde a criação de senhas seguras até o cuidado ao acessar sites, baixar arquivos e compartilhar dados pessoais nas redes sociais.
Informações como CPF, documentos, senhas, endereço, dados bancários e até fotos podem ser utilizadas por criminosos para aplicar golpes ou cometer fraudes.
Além dos prejuízos financeiros, o uso indevido dessas informações pode causar transtornos pessoais e profissionais.
Por isso, proteger seus dados significa proteger sua identidade e sua reputação.
Conhecer os principais golpes é uma das melhores formas de evitá-los.
Sempre desconfie de mensagens urgentes, pedidos de informações pessoais e links enviados por desconhecidos.
Uma senha forte é uma das primeiras barreiras contra invasões.
Se possível, utilize um gerenciador de senhas para armazená-las com segurança.
A autenticação em dois fatores adiciona uma camada extra de proteção às suas contas.
Mesmo que alguém descubra sua senha, será necessário informar um código enviado ao seu celular ou aplicativo autenticador para concluir o acesso.
Esse recurso está disponível em diversos serviços, como redes sociais, e-mails e aplicativos bancários.
Redes abertas podem ser utilizadas por criminosos para interceptar informações.
Sempre que possível, evite acessar aplicativos bancários, realizar compras ou informar dados pessoais quando estiver conectado a uma rede Wi-Fi pública.
As redes sociais fazem parte da rotina de milhões de pessoas, mas também podem ser utilizadas para coletar informações pessoais.
Evite compartilhar documentos, dados de localização em tempo real, informações financeiras ou qualquer conteúdo que possa comprometer sua segurança.
Também é importante revisar periodicamente as configurações de privacidade dos seus perfis.
Empresas valorizam profissionais que adotam boas práticas de segurança da informação.
Não compartilhar senhas, bloquear o computador ao se afastar, manter softwares atualizados e respeitar as políticas internas ajudam a proteger informações da organização e dos clientes.
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece regras para a coleta, o armazenamento e o tratamento de dados pessoais no Brasil.
Ela garante mais transparência sobre como empresas utilizam as informações dos usuários e reforça direitos relacionados à privacidade.
Conhecer esses direitos também faz parte da educação digital.
A segurança digital deve fazer parte da rotina desde cedo.
O ISBET acredita que preparar jovens para o mercado de trabalho também envolve desenvolver competências digitais e promover o uso responsável da tecnologia.
Além da experiência prática em programas de estágio e aprendizagem, os participantes são incentivados a utilizar recursos digitais de forma ética, segura e consciente, contribuindo para um ambiente profissional mais protegido e eficiente.
Conheça o programa de Jovem Aprendiz, descubra as oportunidades de Estágio, acompanhe o Mural de Vagas e faça seu cadastro de currículo.
Proteger seus dados pessoais é uma atitude essencial em um mundo cada vez mais conectado. Com hábitos simples, como criar senhas seguras, ativar a autenticação em dois fatores e verificar a confiabilidade de sites e mensagens, é possível reduzir significativamente os riscos de golpes e vazamentos de informações.
A segurança digital não depende apenas da tecnologia, mas também das escolhas feitas por cada usuário. Desenvolver consciência digital hoje é investir em mais tranquilidade para estudar, trabalhar e aproveitar as oportunidades da internet com responsabilidade.
Proteja seus dados, desenvolva competências digitais e prepare-se para um mercado de trabalho cada vez mais conectado. Conte com o ISBET para apoiar sua formação profissional.
Conheça as oportunidadesUma pesquisa com cerca de 21 mil jovens de 15 a 29 anos, divulgada pelo Observatório de Oportunidades de Goiás, mostrou que 41,51% dos jovens sentem ansiedade ou nervosismo antes de uma entrevista, e quase 27% têm medo de não conseguir demonstrar suas competências na hora H. A pergunta “Fale sobre você” é justamente onde esse nervosismo mais aparece, porque exige falar de si mesmo sem um roteiro pronto.
A boa notícia é que essa insegurança tem solução simples: preparação. Com organização das ideias, essa pergunta deixa de ser uma armadilha e se torna a sua melhor chance de causar uma boa primeira impressão.
Na pergunta “Fale sobre você”, destaque sua formação, experiências, habilidades, objetivos profissionais e interesse pela vaga, em poucas frases. Evite respostas muito longas ou informações que não tenham relação com o processo seletivo.
Essa pergunta costuma abrir a entrevista porque ajuda o recrutador a entender quem é o candidato além do currículo. A resposta permite avaliar comunicação, organização das ideias, autoconhecimento e capacidade de síntese, além de identificar se seus objetivos estão alinhados à vaga oferecida.
Segundo especialistas ouvidos pelo Correio Braziliense, muitos recrutadores formam uma primeira impressão do candidato já nos primeiros 90 segundos de conversa, avaliando postura, tom de voz e contato visual antes mesmo de ouvir toda a resposta. É exatamente por isso que a forma como você começa a se apresentar pesa tanto quanto o conteúdo.
Uma boa resposta costuma seguir uma sequência simples e objetiva:
Essa estrutura ajuda a transmitir informações importantes sem tornar a resposta longa ou confusa.
Você pode construir uma resposta semelhante a esta:
“Sou estudante do Ensino Médio e estou em busca da minha primeira oportunidade profissional. Gosto de aprender, sou organizado, responsável e procuro desenvolver minhas habilidades por meio de cursos e projetos escolares. Tenho interesse em crescer profissionalmente e acredito que essa oportunidade será importante para iniciar minha carreira e contribuir com a empresa.”
“Atualmente curso o Ensino Médio e estou buscando minha primeira oportunidade como Jovem Aprendiz para colocar em prática o que venho aprendendo. Tenho facilidade para trabalhar em equipe, gosto de aprender coisas novas e estou motivado para desenvolver novas competências enquanto contribuo com os objetivos da empresa.”
Alguns erros podem comprometer uma boa resposta:
O ideal é manter o foco nas informações que agregam valor ao processo seletivo.
Mesmo sem experiência profissional, você pode destacar competências que são valorizadas pelas empresas: comunicação, organização, proatividade, facilidade para aprender, responsabilidade, pontualidade, trabalho em equipe e comprometimento. Sempre que possível, cite exemplos que demonstrem essas características.
Não existe uma resposta pronta que funcione para todos os candidatos. O mais importante é responder com sinceridade, demonstrando confiança e destacando seus pontos fortes de forma natural. Os recrutadores valorizam candidatos autênticos e interessados em aprender, algo que também aparece na forma como você se comunica no dia a dia, inclusive nas suas habilidades de comunicação profissional.
Lembra da estatística lá no início? Praticar sua apresentação é justamente o que ajuda a reduzir aquele nervosismo sentido por boa parte dos jovens candidatos e aumenta sua confiança. Você pode treinar sozinho, gravar um vídeo ou pedir para um amigo ou familiar fazer perguntas semelhantes às da entrevista. Quanto mais preparado estiver, mais natural será sua resposta.
O ISBET acredita que a preparação faz toda a diferença na conquista de oportunidades profissionais. Por meio do programa de aprendizagem, milhares de jovens desenvolvem competências técnicas e comportamentais que fortalecem sua empregabilidade e aumentam sua confiança durante processos seletivos.
Conheça o programa de Jovem Aprendiz e acompanhe o Mural de Vagas para se cadastrar e saber quando surgir a próxima oportunidade.
Responder à pergunta “Fale sobre você” pode parecer desafiador, e é normal sentir um friozinho na barriga antes da entrevista. Mas com preparação, e um pouco de networking ao longo do caminho, ela se transforma em uma excelente oportunidade para mostrar quem você é e quais são seus objetivos profissionais.
Lembre-se de que nenhuma empresa espera que um candidato ao primeiro emprego saiba tudo. O que faz diferença é demonstrar vontade de aprender, responsabilidade, boa comunicação e interesse em crescer profissionalmente.
Aproveite as oportunidades de aprendizagem do ISBET e dê os primeiros passos para construir uma carreira de sucesso.
Ver vagas disponíveisA maturidade emocional no trabalho se tornou uma habilidade cada vez mais valorizada pelas empresas. Em um mercado profissional dinâmico, saber lidar com desafios, pressão, mudanças e relações interpessoais pode fazer grande diferença no crescimento da carreira.
Muitas vezes, profissionais acreditam que apenas conhecimentos técnicos garantem sucesso profissional. No entanto, habilidades emocionais como equilíbrio, empatia, responsabilidade e autocontrole também são fundamentais para construir uma trajetória sólida.
Por isso, desenvolver maturidade emocional ajuda jovens e profissionais em início de carreira a enfrentarem desafios do ambiente corporativo com mais confiança e profissionalismo.
A maturidade emocional no trabalho ajuda profissionais a lidarem melhor com pressão, conflitos, críticas e mudanças. Empresas valorizam pessoas emocionalmente equilibradas, resilientes e colaborativas.
Maturidade emocional é a capacidade de administrar emoções de maneira equilibrada diante de situações difíceis, desafios profissionais e relações interpessoais.
No ambiente corporativo, isso significa agir com responsabilidade, controlar impulsos, ouvir opiniões diferentes e manter postura profissional mesmo diante de momentos de pressão.
Ter maturidade emocional não significa ignorar emoções, mas aprender a lidar com elas de maneira saudável.
Empresas valorizam profissionais que conseguem lidar bem com mudanças, trabalhar em equipe e resolver problemas de forma equilibrada.
Além disso, a maturidade emocional ajuda profissionais a:
Consequentemente, profissionais emocionalmente preparados tendem a crescer mais rapidamente.
Alguns comportamentos podem indicar dificuldade no desenvolvimento emocional profissional.
Reconhecer esses sinais é importante para fortalecer crescimento profissional.
Evitar agir por impulso ajuda a tomar decisões melhores e reduzir conflitos profissionais.
Críticas construtivas podem representar oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.
Compreender diferentes pontos de vista melhora relações interpessoais e colaboração.
Saber ouvir e se expressar de forma clara reduz mal-entendidos e melhora convivência.
Situações difíceis fazem parte da rotina profissional. Desenvolver equilíbrio emocional ajuda a responder melhor aos desafios.
Sim. Empresas valorizam profissionais que conseguem manter equilíbrio, colaborar com equipes e agir com responsabilidade diante de desafios.
Além disso, maturidade emocional fortalece liderança, comunicação e relacionamento profissional.
Por esse motivo, desenvolver essa habilidade pode aumentar oportunidades de crescimento e empregabilidade.
O ISBET apoia jovens no desenvolvimento profissional por meio de programas de aprendizagem, estágio e inclusão produtiva.
Além da experiência prática, o instituto incentiva o fortalecimento de competências humanas valorizadas pelas empresas, incluindo inteligência emocional, comunicação e responsabilidade profissional.
Conheça o programa de Jovem Aprendiz, acompanhe o Mural de Vagas e fortaleça sua preparação para o mercado de trabalho.
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Ver vagas disponíveisNo mercado atual, empresas que investem em relacionamento e colaboração conseguem ampliar oportunidades e fortalecer resultados de forma mais sustentável. Por esse motivo, gerar novas parcerias estratégicas se tornou uma das principais estratégias de crescimento organizacional.
Além de ampliar conexões, as parcerias ajudam empresas a inovarem, compartilharem conhecimento e criarem soluções mais eficientes para diferentes desafios do mercado.
Gerar novas parcerias estratégicas ajuda empresas a ampliarem oportunidades, fortalecerem a marca, aumentarem networking e desenvolverem soluções mais eficientes no mercado.
Empresas que constroem boas conexões conseguem acessar novas oportunidades de crescimento, inovação e desenvolvimento profissional.
Além disso, as parcerias fortalecem relacionamento institucional e ajudam organizações a criarem projetos mais sólidos e competitivos.
No ambiente corporativo, colaboração se tornou um diferencial estratégico.
Parcerias estratégicas também ajudam empresas a fortalecerem credibilidade e posicionamento no mercado.
Quando organizações se conectam a instituições, empresas e projetos relevantes, a percepção de valor da marca tende a aumentar.
Isso contribui para:
Outro benefício importante está relacionado à geração de oportunidades. Empresas parceiras conseguem compartilhar experiências, contatos e possibilidades de crescimento.
Além disso, parcerias podem abrir portas para:
Isso fortalece o crescimento sustentável das organizações.
Empresas que trabalham em parceria conseguem trocar experiências e desenvolver soluções mais inovadoras.
A colaboração entre diferentes áreas e instituições estimula criatividade, aprendizado e evolução constante.
No cenário atual, compartilhar conhecimento se tornou essencial para acompanhar as mudanças do mercado.
O ISBET atua fortalecendo conexões entre empresas, jovens e instituições de ensino por meio de programas de aprendizagem, estágio e inclusão produtiva.
Além de apoiar o desenvolvimento profissional de jovens, o instituto também contribui para criação de parcerias estratégicas que geram impacto social e crescimento sustentável.
Conheça as soluções para empresas, acompanhe oportunidades no Mural de Vagas e saiba mais sobre o programa de Jovem Aprendiz.
Conheça as soluções do ISBET para empresas e amplie suas oportunidades estratégicas.
Falar com o ISBETSão conexões entre empresas ou instituições com objetivos em comum para gerar crescimento, inovação e oportunidades.
As parcerias ajudam no fortalecimento da marca, ampliação de networking, geração de oportunidades e desenvolvimento de projetos.
Sim. A colaboração entre organizações pode gerar inovação, expansão profissional e fortalecimento institucional.
É importante construir relacionamento, alinhamento de objetivos e troca de valor entre as organizações.
Sim. O ISBET atua em parceria com empresas e instituições para desenvolvimento profissional e inclusão produtiva de jovens.
O ISBET conecta empresas, jovens e instituições para gerar oportunidades, desenvolvimento profissional e crescimento sustentável.
Empresas: isbet.org.br/empresas/
Mural de vagas: isbet.org.br/vagas/
Programa de aprendizagem desenvolve talentos nas empresas
O programa de aprendizagem nas empresas vem se consolidando como uma das estratégias mais eficientes para formar profissionais qualificados e alinhados às necessidades do mercado de trabalho.
Mais do que cumprir uma obrigação legal, a aprendizagem permite que empresas desenvolvam jovens talentos desde o início da carreira, fortalecendo equipes mais preparadas, engajadas e conectadas à cultura organizacional.
O modelo de aprendizagem combina teoria e prática, permitindo que o jovem adquira experiência profissional enquanto desenvolve habilidades técnicas e comportamentais.
Além disso, o contato diário com o ambiente corporativo acelera o aprendizado e contribui para a formação de profissionais mais preparados para os desafios do mercado.
Esse processo ajuda empresas a desenvolverem talentos de forma estruturada, estratégica e sustentável.
Outro benefício importante é o alinhamento cultural. Jovens aprendizes são formados dentro da realidade da empresa, o que facilita adaptação, integração e desenvolvimento profissional.
Como consequência:
Dessa forma, a empresa desenvolve profissionais já conectados aos seus valores e objetivos.
Além do desenvolvimento de talentos, a aprendizagem também pode gerar impacto positivo na gestão de custos.
Quando a empresa forma profissionais internamente, reduz a necessidade de recrutamento externo e diminui gastos relacionados à adaptação de novos colaboradores.
Isso gera economia em:
Ao mesmo tempo, a organização cria uma base mais sólida de profissionais preparados para crescer internamente.
Empresas que investem em jovens talentos fortalecem o desenvolvimento sustentável do negócio. A aprendizagem ajuda a criar continuidade, inovação e renovação profissional dentro das equipes.
Além disso, o incentivo à formação profissional contribui para um ambiente corporativo mais colaborativo e preparado para o futuro do trabalho.
Por isso, muitas organizações enxergam a aprendizagem como investimento estratégico de longo prazo.
O programa de aprendizagem vai além da contratação de jovens. Ele contribui para formação de talentos, fortalecimento da cultura organizacional e desenvolvimento sustentável das empresas.
Quando bem estruturada, a aprendizagem ajuda a:
No cenário atual, investir em aprendizagem é investir no crescimento da empresa e na formação de profissionais preparados para o futuro.sa.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
A aprendizagem aumenta produtividade e vem se consolidando como uma das estratégias mais eficientes dentro das empresas modernas. Em um cenário cada vez mais competitivo, encontrar formas de produzir mais com qualidade e eficiência se tornou essencial.
Logo no início, já é possível entender que investir no desenvolvimento de jovens talentos não é apenas uma ação social, mas sim uma decisão estratégica. Isso porque a aprendizagem aumenta produtividade ao equilibrar melhor as demandas internas e melhorar a organização do trabalho.
Antes de mais nada, a aprendizagem permite uma divisão mais inteligente das tarefas. Jovens aprendizes podem assumir atividades operacionais, enquanto profissionais mais experientes focam em funções estratégicas.
Além disso, esse modelo reduz gargalos e melhora o fluxo de trabalho. Como resultado, a aprendizagem aumenta produtividade de forma consistente e sustentável.
Outro fator importante é a organização. Com a entrada de aprendizes, as empresas tendem a estruturar melhor seus processos.
Consequentemente:
Dessa forma, a aprendizagem aumenta produtividade ao trazer mais eficiência para a rotina.
Além disso, jovens em processo de aprendizagem estão em constante evolução. Isso significa que, com o tempo, eles se tornam mais preparados e produtivos.
Ao mesmo tempo, a empresa ganha profissionais já alinhados com sua cultura e suas necessidades.
Portanto, a aprendizagem aumenta produtividade não apenas no presente, mas também no longo prazo.
Empresas que investem em aprendizagem saem na frente. Isso porque conseguem unir produtividade, redução de custos e formação de talentos.
Em um mercado competitivo, essa combinação se torna um grande diferencial.
Assim, a aprendizagem aumenta produtividade e fortalece a posição da empresa no mercado.
A aprendizagem aumenta produtividade porque conecta estratégia, desenvolvimento e eficiência.
Quando bem aplicada, essa prática permite:
No fim, não se trata apenas de produzir mais, mas de produzir melhor.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
Uma das maiores dúvidas de quem está começando a carreira no programa de aprendizagem é sobre quais benefícios são obrigatórios. Afinal, os custos com passagens de ônibus, metrô ou trem podem pesar bastante no orçamento de quem está no primeiro emprego.
Muitos estudantes e suas famílias não sabem ao certo se a empresa deve arcar com esses custos de locomoção ou se o valor sofre desconto no salário. Portanto, saber se o jovem aprendiz tem direito a vale-transporte é fundamental para garantir uma rotina tranquila e protegida.
Resposta rápida: Sim! A legislação garante o direito ao vale-transporte para o jovem aprendiz. Esse benefício deve cobrir todo o deslocamento necessário para as atividades na empresa e também para os dias de aulas teóricas na instituição formadora.
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e legislações específicas regem o contrato de aprendizagem. De acordo com o Decreto nº 9.579/2018, as empresas possuem a obrigação legal de fornecer o transporte necessário para que o jovem possa exercer suas atividades de forma segura.
Além disso, esse direito cobre duas situações essenciais da rotina do estudante:
Com os demais trabalhadores sob o regime da CLT acontece a mesma regra. Dessa forma, o fornecimento do benefício permite que a empresa faça um desconto na folha de pagamento do jovem, mas estabelece um limite bem claro.
O desconto do vale-transporte para o jovem aprendiz atinge o teto máximo de 6% sobre o valor do seu salário bruto. Se o custo real das passagens utilizadas no mês for menor do que esses 6%, o empregador desconta apenas o valor real gasto. Por outro lado, caso o gasto com transporte seja muito maior, a empresa cobre a diferença inteira, sem descontar nada a mais do jovem.
Se um aprendiz recebe um salário bruto de R$ 800,00, o desconto máximo de 6% em sua folha de pagamento será de R$ 48,00. Portanto, mesmo que ele gaste R$ 200,00 de passagem de ônibus no mês para trabalhar e estudar, ele pagará apenas os R$ 48,00, enquanto a empresa pagará os R$ 152,00 restantes.
O vale-transporte serve exclusivamente para o deslocamento de ida e volta do trabalho ou do curso de capacitação. Por esse motivo, o setor de Recursos Humanos calcula o saldo creditado com base nos dias úteis que o jovem efetivamente irá trabalhar ou estudar no mês.
Se o aprendiz faltar ao trabalho — mesmo que apresente uma falta justificada com atestado médico —, a empresa possui o direito legal de reter ou descontar os créditos referentes aos dias de ausência no próximo mês. Com certeza, o mesmo vale para feriados ou emendas, dias em que não há expediente.
Sim, o jovem pode recusar o benefício. Se ele vai para o trabalho a pé, de bicicleta ou utiliza transporte próprio (ou carona) e avalia que o desconto de 6% não vale a pena, basta assinar um termo de declaração abrindo mão do auxílio.
No entanto, é importante lembrar que essa declaração deve conter informações totalmente verdadeiras. Informar que precisa do benefício e utilizar o valor para outros fins que não sejam o deslocamento pode ser considerado falta grave pela empresa.
Muitos jovens residem longe dos centros urbanos e precisam pegar mais de uma condução por período. Portanto, a legislação prevê que o empregador deve fornecer a quantidade necessária de créditos para todo o trajeto.
O direito permanece assegurado se o jovem utiliza sistemas de integração de bilhete único, metrô, trens ou vans intermunicipais devidamente regulamentadas. Além disso, o teto do desconto na folha do trabalhador continua travado em 6%, o que protege o orçamento do jovem de gastos abusivos com transporte de longa distância.

Além de saber que o jovem aprendiz tem direito a vale-transporte, vale a pena conhecer outros benefícios e proteções que a Lei da Aprendizagem assegura para garantir o sucesso do seu início de carreira:
O ISBET atua com foco em criar pontes seguras entre os jovens e o mercado de trabalho através da aprendizagem profissional. Nós garantimos que todas as empresas parceiras cumpram rigorosamente a legislação. Dessa forma, asseguramos que você tenha acesso ao vale-transporte e todos os seus outros direitos trabalhistas regulamentados.
Além de encaminhar seu perfil para processos seletivos em grandes empresas, oferecemos o suporte teórico necessário. Esse aprendizado desenvolve suas habilidades profissionais e comportamentais para que você se destaque e cresça profissionalmente.
Por regra geral, o empregador deve fornecer o vale-transporte por meio de cartões magnéticos ou bilhetes eletrônicos de transporte público. O pagamento em dinheiro só ocorre em situações muito específicas, como em caso de falta de estoque de bilhetes no município ou por previsão expressa em convenção coletiva de trabalho.
Com certeza. O dia em que você frequenta as aulas teóricas na instituição formadora faz parte da sua jornada de trabalho. Portanto, a empresa deve fornecer o benefício para esse deslocamento normalmente.
Não. O limite de desconto em folha estipulado por lei fica estritamente fixado em 6% do salário bruto do aprendiz, independentemente de quantas conduções sejam necessárias para fazer o percurso diário.
O aprendiz deve informar imediatamente o setor de Recursos Humanos (RH) da empresa e atualizar o seu comprovante de residência. Em seguida, a empresa atualizará as rotas necessárias e ajustará a carga de créditos do cartão.
A Lei do Estágio (Lei nº 11.788/2008) torna o auxílio-transporte obrigatório apenas quando o estágio não é obrigatório (estágio remunerado). Porém, diferentemente do aprendiz, no estágio não ocorre o desconto de 6% na folha.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
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Uma das maiores dúvidas de quem quer começar a trabalhar é se jovem aprendiz precisa de experiência. Atualmente, essa é uma das principais vantagens do programa, já que ele foi criado justamente para quem ainda não trabalhou.
Além disso, entender isso pode aumentar sua confiança na hora de buscar uma vaga.
Em primeiro lugar, não é necessário ter experiência para ser jovem aprendiz. Ou seja, o programa é voltado para iniciantes.
Dessa forma, empresas já esperam que o candidato esteja começando do zero.
Outro ponto importante é que, mesmo sem experiência, existem critérios avaliados.
Além disso, comportamento, interesse e vontade de aprender fazem toda a diferença.
Assim, atitude pode pesar mais do que currículo.
Por outro lado, buscar cursos básicos pode ajudar. Mesmo conteúdos simples já demonstram interesse.
Ao mesmo tempo, organização e responsabilidade também contam muito.
Outro fator relevante é evitar erros comuns, como falta de compromisso ou desinteresse.
Além disso, postura durante entrevistas é essencial.
Por fim, entender que jovem aprendiz precisa de experiência não é uma exigência ajuda a dar o primeiro passo.
Portanto, o mais importante é demonstrar vontade de aprender e crescer.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
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Fim de semana livre para uns, escala de trabalho para outros: essa é a realidade de quem atua no comércio, em shoppings ou em redes de varejo, setores que raramente fecham as portas aos sábados e domingos. E é natural que a mesma dúvida apareça quando um estudante assina seu primeiro contrato de aprendizagem: essa lógica também vale para o jovem aprendiz?
A resposta não é um simples sim ou não. Sábado, domingo e feriado seguem regras bem diferentes entre si, porque a legislação trata o descanso do aprendiz quase como uma cláusula protetiva à parte, pensada especificamente para quem ainda está na escola e dando os primeiros passos na vida profissional.
Resposta rápida: o jovem aprendiz pode trabalhar aos sábados, desde que a empresa funcione nesse dia, a convenção coletiva permita e o limite semanal de 30 ou 44 horas seja respeitado. Já aos domingos e feriados, a regra é o oposto: por padrão, o aprendiz não trabalha, porque o descanso semanal remunerado (DSR) deve coincidir preferencialmente com esses dias, salvo raras exceções autorizadas por convenção coletiva.
Sim, o jovem aprendiz pode trabalhar aos sábados, mas essa possibilidade depende diretamente da organização da empresa e das cláusulas do contrato. Setores como comércio, redes de varejo, supermercados e hotéis utilizam bastante essa opção, já que têm grande movimento no fim de semana.
Ainda assim, o total de horas semanais precisa ser respeitado com rigor pelo empregador. Se o jovem já cumpre 6 horas diárias de segunda a sexta-feira, ele atinge as 30 horas semanais permitidas para quem ainda estuda. Nesse caso, incluir o sábado na escala exigiria um revezamento durante a semana, para não estourar o limite legal.
As aulas do curso de capacitação teórica, como as do ISBET, também entram nessa conta. Por isso, cabe à empresa organizar os dias de teoria e prática para que o sábado se encaixe dentro da legalidade, sem ultrapassar a carga horária total.
A CLT e o Decreto nº 9.579/2018 protegem de forma bem mais rígida a rotina do estudante nesses dias. O programa de aprendizagem tem como foco o desenvolvimento profissional aliado à educação, o que impede jornadas que sobrecarreguem o jovem justamente nos dias reservados ao convívio familiar e ao descanso.
A lei determina que o descanso semanal remunerado (DSR) ocorra prioritariamente aos domingos. Por isso, as empresas devem organizar as escalas para que as atividades teóricas e práticas do aprendiz aconteçam apenas de segunda a sábado, e o mesmo raciocínio de proteção vale para os feriados.
Assim como aos sábados, a legislação também proíbe terminantemente as horas extras nesses dias. O empregador não pode solicitar que o jovem trabalhe no domingo ou no feriado para compensar faltas ou horas perdidas durante a semana.
Alguns setores têm autorização legal para funcionar aos domingos e feriados, como shoppings, hotéis, restaurantes e supermercados. Mesmo assim, colocar um jovem aprendiz na escala desses dias exige cautela extra por parte do setor de Recursos Humanos.
Se a empresa pertence a um desses setores, a escala do aprendiz só pode incluir o domingo ou o feriado quando existir uma convenção coletiva ou acordo específico do sindicato da categoria autorizando expressamente essa situação. Mesmo nessas exceções raras, duas regras continuam obrigatórias:
Independentemente do dia trabalhado, alguns limites de jornada nunca podem ser ultrapassados pelo empregador:
Esses são apenas os limites relacionados à jornada. Para conhecer a lista completa dos direitos garantidos por lei ao jovem aprendiz, incluindo FGTS, férias e o que acontece no fim do contrato, veja nosso guia sobre quais são os direitos do jovem aprendiz.

Trabalhar aos sábados exige organização: o jovem precisa equilibrar descanso, estudo, tarefas escolares e trabalho sem se sobrecarregar. Por outro lado, lidar com essa escala ajuda a desenvolver responsabilidade, maturidade e inteligência emocional, competências valorizadas no mercado de trabalho.
Já o descanso nos domingos funciona como uma barreira protetiva contra o desgaste físico e mental. Trabalhar todos os fins de semana tende a prejudicar o rendimento escolar e o aproveitamento no curso teórico, por isso a lei prioriza esse dia para o lazer e o convívio familiar.
Vale lembrar também que, se o jovem estuda em uma instituição com aulas ou atividades obrigatórias aos sábados, a empresa fica proibida de escalá-lo para trabalhar nesse dia. O trabalho no fim de semana nunca pode, sob hipótese alguma, prejudicar os estudos na escola regular.
O ISBET atua diretamente na mediação entre empresas e estudantes para garantir que nenhum direito seja desrespeitado. Analisamos detalhadamente o cronograma de atividades práticas e teóricas antes da assinatura do contrato, e fiscalizamos as escalas para assegurar que os limites de jornada sejam sempre cumpridos.
Dessa forma, garantimos que a inclusão do sábado na escala ocorra de forma legal e segura, sem atrapalhar a rotina escolar, e que o descanso nos domingos e feriados seja sempre respeitado. Nossos orientadores acompanham de perto o desempenho do jovem, oferecendo suporte para equilibrar o aprendizado prático com os estudos.
Sim, mas com diferenças importantes. Aos sábados, o trabalho é permitido desde que não invada o período noturno (22h às 5h) e não prejudique a frequência escolar. Já aos domingos e feriados, a proibição para menores de 18 anos é absoluta: só aprendizes maiores de idade podem, em situações raras autorizadas por convenção coletiva, trabalhar nesses dias.
Não. A Lei da Aprendizagem proíbe horas extras sob qualquer justificativa, inclusive para compensar a semana. O aprendiz cumpre apenas a carga horária prevista em contrato, e quando autorizado a trabalhar em domingo ou feriado, tem direito a uma folga compensatória em outro dia da semana.
Pode ser no sábado, dependendo da turma e da necessidade da empresa parceira, contando como jornada cumprida. Aos domingos, porém, não: as instituições formadoras organizam as aulas teóricas de segunda a sábado, respeitando o descanso dominical do estudante.
A regra é a mesma dos domingos. Salvo exceções raras autorizadas por convenção coletiva e exclusivas para aprendizes maiores de 18 anos, o jovem tem direito a folgar nos feriados nacionais, estaduais e municipais.
O jovem ou seu responsável deve contatar imediatamente a instituição integradora responsável pelo contrato, como o ISBET, para que os orientadores intervenham e corrijam a escala junto à empresa.
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Ser jovem aprendiz é uma das formas mais seguras de entrar no mercado de trabalho atualmente. O programa oferece experiência prática aliada ao aprendizado, facilitando o desenvolvimento profissional.
Além disso, permite conciliar trabalho e estudo, o que torna o processo mais equilibrado.
Em primeiro lugar, o programa combina prática e teoria. Ou seja, o jovem trabalha e também aprende.
Dessa forma, o desenvolvimento é mais completo.
Outro ponto essencial são os direitos trabalhistas. Diferente de trabalhos informais, há registro e benefícios.
Assim, existe mais segurança.
Além da experiência, o programa ajuda no desenvolvimento de habilidades importantes.
Ao mesmo tempo, aumenta a responsabilidade e a maturidade.
Outro fator relevante é a possibilidade de crescimento dentro da empresa.
Dessa maneira, quem se destaca pode ser efetivado.
Da mesma forma, essa experiência fortalece o currículo.
Portanto, facilita novas oportunidades.
Por fim, começar cedo faz diferença na carreira.
Assim, é possível criar uma base sólida para o futuro profissional.
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Criar hábitos que geram resultado é um dos caminhos mais eficientes para crescer na vida pessoal e profissional. Afinal, o que você faz todos os dias tem mais impacto do que ações isoladas. No entanto, muitas pessoas começam motivadas e, com o tempo, acabam desistindo.
Por isso, entender como criar hábitos que geram resultado é essencial para alcançar consistência e evolução contínua.
Em primeiro lugar, hábitos eliminam a necessidade de decisão constante. Ou seja, você não precisa pensar toda vez antes de agir.
Além disso, eles criam padrão de comportamento. Dessa forma, ações positivas passam a acontecer de forma automática.
Por outro lado, hábitos negativos também funcionam da mesma maneira. Portanto, o grande diferencial está em quais hábitos você desenvolve ao longo do tempo.
Muitas pessoas cometem o erro de tentar mudar tudo de uma vez. No entanto, isso geralmente leva à frustração.
Além disso, metas muito grandes podem parecer impossíveis no início. Dessa maneira, a tendência é desistir rapidamente.
Por isso, o ideal é começar pequeno. Assim, você aumenta suas chances de manter a consistência.
Para criar hábitos que geram resultado, algumas estratégias são fundamentais. Primeiramente, defina ações simples e claras. Ou seja, quanto mais fácil for começar, melhor.
Além disso, associe o novo hábito a algo que você já faz. Dessa forma, ele se encaixa naturalmente na sua rotina.
Outra dica importante é manter frequência. Mesmo que seja pouco, fazer todos os dias é mais eficaz do que fazer muito de vez em quando.
Consequentemente, a repetição transforma ação em hábito.
A consistência é o que sustenta os resultados ao longo do tempo. Afinal, pequenas ações repetidas geram grandes mudanças.
Além disso, quando você mantém constância, cria disciplina. Dessa maneira, o progresso se torna inevitável.
Por outro lado, a falta de consistência impede qualquer evolução real. Portanto, mais importante do que intensidade é a regularidade.
Manter hábitos exige estratégia. Primeiramente, é importante acompanhar seu progresso. Assim, você visualiza sua evolução e se mantém motivado.
Além disso, celebrar pequenas conquistas faz diferença. Dessa forma, o processo se torna mais leve.
Outra estratégia é ajustar o hábito quando necessário. Ou seja, adaptar sem abandonar.
Consequentemente, você mantém o foco e continua evoluindo.
Criar hábitos que geram resultado é uma decisão que transforma sua trajetória. Embora pareça simples, exige consistência, paciência e disciplina.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
O employer branding se tornou um dos principais ativos estratégicos das empresas modernas. Em um cenário onde a disputa por talentos é cada vez mais intensa, não basta oferecer salários competitivos. É necessário construir uma imagem sólida como empregadora.
Nesse contexto, o jovem aprendiz surge como uma ferramenta poderosa para fortalecer o employer branding e posicionar a empresa de forma mais atrativa no mercado.
Antes de tudo, é importante entender que o employer branding impacta diretamente a capacidade da empresa de atrair e reter talentos.
Empresas com boa reputação conseguem reduzir custos de recrutamento, aumentar o engajamento e melhorar a qualidade das contratações.
Além disso, profissionais qualificados tendem a escolher organizações que oferecem propósito, desenvolvimento e oportunidades reais de crescimento.
Portanto, investir na marca empregadora deixou de ser opcional e passou a ser uma necessidade estratégica.
O jovem aprendiz contribui diretamente para o fortalecimento do employer branding.
Isso porque demonstra, na prática, que a empresa investe no desenvolvimento de pessoas e acredita no potencial de novos talentos.
Além disso, reforça o compromisso com responsabilidade social e formação profissional.
Dessa forma, a empresa passa a ser vista como uma organização que vai além do lucro e investe no futuro.
Empresas que trabalham bem o employer branding conseguem atrair mais candidatos e com maior qualidade.
Nesse sentido, o jovem aprendiz atua como uma porta de entrada para novos talentos.
Além disso, fortalece a percepção de que a empresa oferece oportunidades reais de crescimento.
Consequentemente, o número de candidatos qualificados aumenta, facilitando o processo seletivo.
O impacto do employer branding não se limita ao público externo.
Colaboradores internos também são influenciados pela forma como a empresa se posiciona.
Ao investir em jovem aprendiz, a organização cria um ambiente mais dinâmico e colaborativo.
Além disso, estimula a troca de conhecimento entre diferentes gerações.
Como resultado, o nível de engajamento tende a aumentar.
Empresas que investem em jovens talentos se destacam no mercado.
Isso porque são percebidas como inovadoras, responsáveis e comprometidas com o desenvolvimento social.
Além disso, fortalecem sua imagem perante clientes, parceiros e investidores.
Ou seja, o impacto do employer branding vai além do RH e atinge toda a organização.
Para fortalecer o employer branding com jovem aprendiz, algumas ações são fundamentais
Integrar o programa à estratégia da empresa
Divulgar iniciativas de desenvolvimento de jovens
Criar experiências positivas para os aprendizes
Estimular o crescimento interno
Alinhar comunicação interna e externa
Dessa forma, o programa gera impacto real na percepção da marca.
O employer branding é um dos pilares para empresas que desejam crescer de forma sustentável.
O jovem aprendiz, quando bem aplicado, fortalece a reputação, melhora a atração de talentos e aumenta o engajamento interno.
Empresas que investem nessa estratégia constroem uma imagem sólida e se destacam no mercado.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
Contratar Jovem Aprendiz não deve ser visto apenas como uma obrigação legal. Quando bem estruturado, o programa se torna uma estratégia para desenvolver talentos, fortalecer a cultura organizacional e aproximar a empresa de uma atuação mais socialmente responsável.
Além disso, empresas que investem na formação de jovens profissionais contribuem diretamente para a inclusão produtiva, renovam suas equipes e ajudam a preparar uma nova geração para o mercado de trabalho.
Contratar Jovem Aprendiz ajuda empresas a cumprir a legislação, formar novos talentos, fortalecer equipes, renovar a cultura interna e gerar impacto social positivo. Mais do que uma contratação, é uma estratégia de desenvolvimento e responsabilidade corporativa.
O Programa Jovem Aprendiz permite que empresas contribuam para a formação profissional de jovens enquanto desenvolvem talentos alinhados à sua cultura e às necessidades do negócio.
Na prática, o jovem tem a oportunidade de aprender em um ambiente real de trabalho, enquanto a empresa acompanha seu crescimento, identifica potenciais e fortalece sua atuação social.
Portanto, contratar Jovem Aprendiz não significa apenas preencher uma vaga. Significa investir em pessoas que podem crescer junto com a organização.
Uma das grandes vantagens do programa é a possibilidade de desenvolver profissionais desde o começo da trajetória. O jovem chega com vontade de aprender, abertura para orientação e disposição para construir sua primeira experiência profissional.
Com acompanhamento adequado, esse processo pode gerar profissionais mais preparados, conectados à cultura da empresa e conscientes sobre responsabilidades, rotina, comunicação e trabalho em equipe.
Além disso, quando a empresa oferece uma boa experiência de aprendizagem, ela fortalece sua imagem como marca empregadora e passa a ser reconhecida como uma organização que investe no futuro.
O impacto do Jovem Aprendiz aparece em diferentes frentes. Ele pode apoiar rotinas administrativas, operacionais e de atendimento, sempre respeitando as atividades permitidas, o acompanhamento necessário e o caráter formativo do programa.
Mais do que produtividade imediata, o principal ganho está na construção de uma base de talentos. Com o tempo, jovens bem acompanhados podem evoluir, assumir novas responsabilidades e até seguir carreira dentro da própria empresa.
Dessa forma, o programa contribui para:
A Lei da Aprendizagem estabelece que empresas de médio e grande porte devem contratar aprendizes dentro de uma cota prevista em lei. Por isso, contar com um programa bem organizado ajuda a empresa a cumprir suas obrigações legais com mais segurança.
No entanto, o melhor caminho não é tratar a cota apenas como uma exigência. Quando o programa é conduzido com planejamento, ele se transforma em uma oportunidade para unir conformidade, desenvolvimento de talentos e impacto social.
Ou seja, a empresa cumpre a legislação e, ao mesmo tempo, gera valor para o negócio e para a sociedade.
Empresas que recebem jovens aprendizes também estimulam seus próprios times a ensinar, orientar e acompanhar novos profissionais. Isso fortalece uma cultura interna mais colaborativa e preparada para desenvolver pessoas.
Além disso, lideranças e equipes passam a exercitar habilidades importantes, como comunicação, escuta, paciência, feedback e gestão de desenvolvimento.
Na prática, o Jovem Aprendiz não aprende sozinho. A empresa também aprende a formar melhor.
Antes de contratar, a empresa precisa pensar no programa como uma jornada de desenvolvimento. Isso envolve clareza sobre atividades, acompanhamento, integração e alinhamento com a instituição responsável pela aprendizagem.
Alguns pontos importantes são:
Com esses cuidados, o programa deixa de ser apenas uma contratação obrigatória e passa a funcionar como uma estratégia de formação profissional.
O Jovem Aprendiz pode atuar em diferentes áreas da empresa, desde que as atividades sejam compatíveis com sua formação, idade, contrato e regras do programa.
Entre as áreas mais comuns estão:
O mais importante é garantir que a atividade tenha finalidade educativa e contribua para o desenvolvimento profissional do jovem.
Para que o Programa Jovem Aprendiz gere bons resultados, a empresa precisa oferecer uma experiência estruturada. O jovem não deve ser apenas colocado em uma rotina sem orientação. Ele precisa entender seu papel, receber acompanhamento e enxergar sentido no que está aprendendo.
Algumas boas práticas ajudam muito:
Assim, a empresa aumenta as chances de engajamento, aprendizado e permanência positiva do jovem no ambiente profissional.
O ISBET apoia empresas em diferentes etapas do Programa Jovem Aprendiz, desde a abertura da vaga até o acompanhamento do jovem durante sua jornada.
Esse apoio ajuda a empresa a conduzir o processo com mais organização, segurança e alinhamento às exigências do programa. Além disso, contribui para que os jovens recebam orientação adequada e tenham uma experiência de aprendizagem mais completa.
Com atuação nacional e foco em inclusão produtiva, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, fortalecendo a empregabilidade juvenil e o impacto social das organizações parceiras.
Quando uma empresa abre espaço para jovens aprendizes, ela ajuda a formar profissionais mais preparados para o futuro. Ao mesmo tempo, fortalece sua própria capacidade de desenvolver pessoas, renovar equipes e gerar impacto positivo.
Por isso, o Programa Jovem Aprendiz deve ser encarado como uma oportunidade estratégica. Ele une aprendizagem, responsabilidade social, conformidade legal e desenvolvimento de talentos.
No fim das contas, empresas que formam jovens hoje ajudam a construir os profissionais que o mercado vai precisar amanhã.
Contratar Jovem Aprendiz ajuda a empresa a cumprir a legislação, formar talentos, fortalecer equipes e gerar impacto social positivo por meio da inclusão produtiva de jovens.
Não necessariamente. As atividades devem ser compatíveis com o programa, respeitar a formação do jovem e seguir as regras legais da aprendizagem profissional.
Empresas de médio e grande porte devem cumprir a cota de aprendizagem prevista em lei, conforme as regras aplicáveis ao seu quadro de colaboradores.
O programa contribui para formação de talentos, renovação da equipe, fortalecimento da marca empregadora, responsabilidade social e cumprimento da legislação.
A empresa deve oferecer integração, acompanhamento, atividades compatíveis, feedbacks frequentes e apoio de gestores preparados para orientar o jovem.
Sim. O ISBET apoia empresas no processo de contratação, seleção, orientação e acompanhamento de jovens aprendizes, contribuindo para uma experiência mais segura e estruturada.
Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento na empresa.
O ISBET apoia sua empresa em todas as etapas do Programa Jovem Aprendiz: divulgação da vaga, seleção, contratação, acompanhamento e desenvolvimento dos jovens talentos.
Falar com o ISBETA produtividade empresarial é um dos principais indicadores de desempenho dentro das organizações. Empresas que conseguem produzir mais com qualidade e eficiência se destacam no mercado.
Nesse contexto, o jovem aprendiz pode desempenhar um papel estratégico na melhoria da produtividade.
Antes de tudo, é importante entender que a produtividade não depende apenas de processos.
Ela está diretamente ligada às pessoas, ao ambiente de trabalho e à cultura organizacional.
Além disso, fatores como motivação, treinamento e organização impactam diretamente nos resultados.
O jovem aprendiz pode contribuir significativamente para a produtividade ao apoiar atividades operacionais.
Dessa forma, profissionais mais experientes conseguem focar em tarefas estratégicas.
Como resultado, há uma melhor distribuição de trabalho dentro da equipe.
Além disso, processos se tornam mais ágeis e organizados.
Jovens aprendizes costumam trazer energia e disposição para o ambiente corporativo.
Isso impacta diretamente na dinâmica da equipe.
Além disso, a vontade de aprender faz com que esses profissionais se dediquem às atividades com mais atenção.
Consequentemente, o nível de entrega tende a melhorar.
A produtividade também está ligada ao desenvolvimento profissional.
O jovem aprendiz passa por um processo de aprendizagem constante.
Com isso, evolui rapidamente e se torna mais eficiente em suas funções.
Além disso, o acompanhamento ajuda a corrigir erros e melhorar processos.
Outro ponto importante é a integração com a equipe.
Quando bem orientado, o jovem aprendiz contribui para um ambiente mais colaborativo.
Além disso, a troca de conhecimento entre colaboradores melhora o desempenho coletivo.
Como resultado, a produtividade não cresce apenas individualmente, mas em grupo.
Para aproveitar esse potencial, a empresa precisa agir de forma estratégica.
É importante definir funções claras
Oferecer treinamento adequado
Acompanhar desempenho
Aplicar feedbacks constantes
Integrar o jovem à equipe
Dessa forma, o jovem aprendiz deixa de ser apenas apoio e passa a gerar valor real.
A produtividade empresarial está diretamente ligada à forma como a empresa desenvolve e organiza suas equipes.
O jovem aprendiz, quando bem aplicado, contribui para um ambiente mais eficiente, organizado e produtivo.
Empresas que utilizam esse modelo de forma estratégica conseguem melhorar seus resultados e se destacar no mercado.
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A cultura organizacional é um dos principais fatores que determinam o sucesso de uma empresa. Muito além de valores escritos, ela se reflete no comportamento das pessoas, nas decisões e na forma como o trabalho é realizado diariamente.
Nesse contexto, o jovem aprendiz pode desempenhar um papel estratégico na construção e fortalecimento dessa cultura.
Empresas que entendem isso conseguem criar ambientes mais alinhados, produtivos e inovadores.
Antes de tudo, é importante destacar que empresas com cultura forte apresentam melhores resultados.
Isso acontece porque colaboradores alinhados aos valores da empresa trabalham com mais clareza, foco e engajamento.
Além disso, a cultura influencia diretamente na retenção de talentos e na produtividade.
Portanto, investir em cultura organizacional não é apenas uma questão interna, mas uma estratégia de crescimento.
O jovem aprendiz entra na empresa em um momento de formação profissional.
Por isso, ainda não possui vícios de mercado, o que facilita a absorção da cultura organizacional.
Dessa forma, a empresa tem a oportunidade de desenvolver comportamentos alinhados desde o início.
Além disso, jovens tendem a ser mais abertos ao aprendizado e à inovação.
Consequentemente, contribuem para um ambiente mais dinâmico.
Outro ponto relevante é a integração entre diferentes gerações.
Profissionais mais experientes compartilham conhecimento prático e visão de mercado.
Enquanto isso, os jovens trazem novas ideias, tecnologia e novas formas de pensar.
Essa troca cria um ambiente mais colaborativo e rico.
Além disso, fortalece a comunicação interna e melhora o clima organizacional.
Para que a cultura organizacional seja fortalecida, a liderança tem um papel essencial.
Líderes precisam atuar como exemplos dentro da empresa.
Além disso, devem orientar, acompanhar e desenvolver os jovens aprendizes.
Quando há alinhamento entre liderança e cultura, os resultados são muito mais consistentes.
Para utilizar o jovem aprendiz como aliado na cultura organizacional, algumas ações são fundamentais
Integrar o jovem desde o primeiro dia
Apresentar claramente valores e missão da empresa
Promover treinamentos e acompanhamento contínuo
Estimular a troca entre equipes
Aplicar feedback constante
Dessa forma, a cultura deixa de ser apenas um conceito e passa a ser vivida no dia a dia.
Empresas que investem na cultura organizacional desde a base constroem equipes mais alinhadas e preparadas.
Além disso, reduzem conflitos internos e aumentam a produtividade.
Consequentemente, conseguem crescer de forma mais estruturada e sustentável.
O jovem aprendiz pode ser um elemento-chave na construção de uma cultura organizacional forte.
Quando bem integrado, ele contribui para um ambiente mais inovador, colaborativo e alinhado aos objetivos da empresa.
No longo prazo, empresas que investem em cultura constroem não apenas equipes melhores, mas resultados mais sólidos.
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Apesar de ser um dos programas mais importantes para o desenvolvimento profissional no Brasil, o jovem aprendiz ainda é subutilizado por muitas empresas.
O problema não está na legislação, nem no modelo. O problema está na forma como ele é aplicado.
E é exatamente aqui que surge o maior erro corporativo.
Muitas empresas ainda enxergam o jovem aprendiz apenas como uma exigência legal.
Por isso, contratam apenas para cumprir cota, sem planejamento, sem estratégia e sem acompanhamento.
Como resultado, o programa vira um processo burocrático, sem impacto real no negócio.
Além disso, o jovem não se desenvolve como poderia, e a empresa perde uma grande oportunidade.
À primeira vista, pode parecer que não há problema. Afinal, a empresa está cumprindo a lei.
No entanto, existe um custo invisível nessa abordagem.
Tempo perdido com baixa produtividade
Falta de engajamento
Desperdício de potencial humano
Rotatividade desnecessária
Ou seja, o que deveria gerar valor acaba gerando desperdício.
Enquanto algumas empresas erram, outras estão usando o jovem aprendiz como ferramenta de crescimento.
A diferença está na mentalidade.
Empresas estratégicas entendem que o jovem aprendiz é um investimento, não um custo.
Por isso, estruturam o programa com objetivos claros e acompanhamento constante.
Além disso, integram o aprendiz à cultura da empresa desde o início.
Como consequência, formam profissionais mais preparados e alinhados.
Um dos maiores acertos das empresas que utilizam bem o jovem aprendiz é a criação de um pipeline de talentos.
Na prática, isso significa formar profissionais dentro da própria empresa para futuras posições.
Dessa forma, reduz-se a dependência de contratações externas.
Além disso, o tempo de adaptação desses profissionais é muito menor.
Ou seja, a empresa ganha em eficiência e desempenho.
Para mudar esse cenário, o RH precisa assumir um papel mais estratégico.
Não basta apenas executar processos. É necessário pensar no desenvolvimento de pessoas.
Isso envolve
Definir trilhas de crescimento
Acompanhar indicadores de desempenho
Criar uma cultura de feedback
Estimular o aprendizado contínuo
Assim, o jovem aprendiz deixa de ser um número e passa a ser parte da estratégia da empresa.
A boa notícia é que esse erro pode ser corrigido rapidamente com algumas ações simples.
Primeiro, é essencial mudar a visão sobre o jovem aprendiz.
Depois, estruturar o programa com objetivos claros.
Além disso, investir em acompanhamento e desenvolvimento contínuo.
E, por fim, integrar o jovem à cultura da empresa desde o início.
Com essas mudanças, o programa passa a gerar valor real.
O maior erro das empresas não é contratar jovem aprendiz. É não saber utilizar esse potencial.
Quando tratado como obrigação, o programa perde força.
Mas quando utilizado de forma estratégica, ele se transforma em uma das ferramentas mais poderosas de desenvolvimento dentro das empresas.
No fim, a diferença entre custo e investimento está na forma como a empresa enxerga e executa o processo.
Tratar o programa apenas como obrigação legal, contratando só para cumprir a cota, sem planejamento de atividades, acompanhamento ou metas de desenvolvimento para o jovem.
Definindo atividades compatíveis com a formação do jovem, designando um responsável pelo acompanhamento e tratando o programa como parte do planejamento de talentos da empresa.
Baixa produtividade do jovem, alta rotatividade, retrabalho para os gestores e nenhum retorno real em formação de talentos, o que desperdiça o investimento feito no programa.
O ISBET recruta, seleciona e forma os jovens, além de acompanhar o desempenho na empresa, ajudando o RH a transformar o programa em uma estratégia estruturada de formação de talentos.
Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento na empresa.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/contrate-jovem-aprendiz/
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As parcerias com instituições jovem aprendiz estão se tornando, cada vez mais, uma estratégia essencial para empresas que desejam crescer com consistência. Afinal, formar talentos exige estrutura, conhecimento e acompanhamento contínuo.
Além disso, ao contar com instituições especializadas como o ISBET, as empresas conseguem transformar uma obrigação legal em uma vantagem competitiva real.
Primeiramente, é importante entender que desenvolver jovens não é um processo simples. Pelo contrário, exige planejamento, método e suporte constante.
Nesse sentido, empresas que atuam sozinhas enfrentam desafios como:
Por outro lado, quando existem parcerias com instituições jovem aprendiz, esses խնդիր são reduzidos de forma significativa.
Assim, o processo se torna mais eficiente e escalável.
Além disso, instituições qualificadoras oferecem uma base sólida de formação. Ou seja, o jovem não chega “cru” na empresa.
Esse preparo inclui:
Consequentemente, o aprendiz se adapta mais rápido e entrega melhores resultados desde o início.
Outro ponto fundamental é a conformidade com a legislação.
Programas de jovem aprendiz seguem regras específicas no Brasil. Portanto, erros podem gerar riscos trabalhistas.
Nesse contexto, as parcerias com instituições jovem aprendiz ajudam a garantir:
Dessa forma, a empresa opera com mais segurança e tranquilidade.
Além disso, o mês de maio é ideal para revisar estratégias internas.
Muitas empresas aproveitam esse período para:
Portanto, fortalecer parcerias com instituições nesse momento pode gerar ganhos imediatos.
Enquanto isso, empresas que investem nesse modelo percebem melhorias claras no dia a dia.
Entre os principais benefícios estão:
Assim, o programa deixa de ser apenas uma obrigação e passa a gerar valor real.
Mais do que cumprir a lei, empresas inteligentes utilizam o jovem aprendiz como estratégia.
E, nesse cenário, as parcerias com instituições jovem aprendiz fazem toda a diferença.
Isso porque permitem:
Além disso, criam um pipeline de profissionais já alinhados com a empresa.
Para aproveitar ao máximo essas parcerias, algumas ações são essenciais:
Dessa forma, os resultados se tornam mais consistentes ao longo do tempo.
As parcerias com instituições jovem aprendiz mostram que o desenvolvimento de talentos é mais eficiente quando feito em conjunto.
Portanto, empresas que adotam esse modelo conseguem unir segurança, produtividade e crescimento.
Em resumo, investir em jovens com apoio especializado é uma das decisões mais inteligentes para o futuro do negócio.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
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A aprovação do Estatuto do Aprendiz pela Câmara dos Deputados representa um avanço importante para a aprendizagem profissional no Brasil. Além disso, a proposta atualiza regras e amplia garantias para jovens entre 14 e 24 anos, incluindo pessoas com deficiência.
Nesse sentido, o projeto busca equilibrar dois pilares fundamentais: ampliar o acesso ao mercado de trabalho e garantir mais segurança jurídica e social para os aprendizes.
Em primeiro lugar, o Estatuto do Aprendiz reforça direitos já existentes e propõe melhorias que acompanham a realidade atual do país.
Além disso, o texto traz mais flexibilidade operacional para as empresas. Ou seja, permite que organizações ajustem seus processos sem comprometer a essência do programa.
Dessa forma, a aprendizagem profissional se torna mais acessível e eficiente.
Ao mesmo tempo, o Estatuto do Aprendiz amplia a proteção social dos jovens. Isso é essencial, principalmente para aqueles que estão iniciando sua trajetória profissional.
Além disso, a proposta reconhece que a aprendizagem vai além do trabalho. Ela envolve formação, inclusão e desenvolvimento.
Consequentemente, o programa se fortalece como uma ponte real entre educação e mercado.
Um dos pontos mais relevantes do projeto envolve a renda dos aprendizes.
O Estatuto do Aprendiz prevê que a remuneração do jovem não seja considerada no cálculo de renda para programas sociais.
Assim, muitas famílias deixam de correr o risco de perder benefícios no momento em que o jovem começa a trabalhar.
Portanto, a medida garante mais segurança e incentiva a entrada no mercado de trabalho de forma sustentável.
Por outro lado, o Estatuto do Aprendiz também traz ganhos importantes para as empresas.
Além de ampliar a segurança jurídica, o projeto facilita a contratação e a gestão de aprendizes.
Consequentemente, mais empresas tendem a aderir ao programa.
Assim, o impacto positivo se amplia não apenas no ambiente corporativo, mas também no desenvolvimento econômico e social do país.
No ISBET, acompanhamos de perto cada avanço na legislação.
A instituição entende que o Estatuto do Aprendiz vai além de uma atualização legal. Ele representa mais oportunidades, mais dignidade e mais futuro para os jovens.
Por isso, seguimos atuando com:
Dessa maneira, contribuímos diretamente para o crescimento sustentável da aprendizagem no Brasil.
Agora, o Estatuto do Aprendiz segue para análise no Senado.
Enquanto isso, especialistas, instituições e empresas acompanham de perto cada etapa.
Além disso, o debate continua sendo essencial para garantir que a proposta mantenha seu foco na inclusão e no desenvolvimento dos jovens.
Por fim, fortalecer a aprendizagem profissional é investir no Brasil.
O Estatuto do Aprendiz reforça que o acesso ao trabalho digno precisa caminhar junto com educação e proteção social.
Assim, o país avança na construção de um mercado mais justo, inclusivo e preparado para o futuro.
E, acima de tudo, reafirma que dar oportunidade aos jovens é transformar realidades.

A realização da Assembleia Geral Ordinária do Conselho Deliberativo do ISBET representou um marco importante para a continuidade e fortalecimento da governança institucional. O encontro, realizado na unidade de Curitiba/PR, reuniu lideranças, conselheiros e representantes da instituição para um momento decisivo, pautado pela transparência, responsabilidade e planejamento estratégico.
Durante a assembleia, foram apresentados o relatório social de 2025 e o balanço financeiro da instituição. Além disso, ocorreu a eleição do novo Conselho Deliberativo do ISBET, que ficará responsável pela condução das diretrizes institucionais no período de 2026 a 2029. Dessa forma, o evento consolidou um ciclo de prestação de contas e, ao mesmo tempo, abriu caminho para uma nova fase de gestão.
Os participantes foram recepcionados pela equipe da unidade de Curitiba, com apoio da coordenadora Juliana Nunes. Nesse sentido, a organização do evento refletiu o cuidado e o comprometimento do ISBET com cada etapa de seus processos institucionais, fortalecendo ainda mais a integração entre as equipes.
Confira todos os relatórios sociais aqui.

A assembleia também foi marcada pela posse do novo presidente do Conselho Deliberativo do ISBET, Gabriel Cadaval Basso. Ao assumir a função, ele agradeceu a confiança depositada e destacou a responsabilidade de dar continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo dos anos.
Além disso, Gabriel reforçou seu compromisso com o fortalecimento das ações institucionais, sempre alinhadas à missão do ISBET. Dessa maneira, sua gestão inicia com foco na continuidade, mas também na evolução das práticas de governança.
Durante sua fala, o novo presidente também realizou a indicação da senhora Sonia Maria Pelay Mesquita para o cargo de superintendente executiva. A proposta foi colocada em votação e aprovada por unanimidade, conforme previsto no estatuto social e no regimento interno da instituição. Assim, a nomeação reforça a confiança na liderança e na capacidade de gestão da organização.


Outro momento de grande relevância foi a homenagem à ex-presidente Regina Helena Santos, que esteve à frente do Conselho Deliberativo do ISBET por dois mandatos consecutivos, totalizando cinco anos de atuação.
Em sua fala de despedida, Regina Helena expressou gratidão pela oportunidade de liderar a instituição ao longo desse período. Além disso, destacou a confiança no novo presidente e na continuidade dos trabalhos, reforçando a importância da união e do comprometimento coletivo.
Ao mesmo tempo, sua trajetória não se encerra neste ciclo. Regina Helena passa a integrar o conselho fiscal do ISBET como presidente, o que demonstra a valorização de sua experiência e contribuição para a instituição. Dessa forma, o ISBET preserva sua memória institucional e garante a continuidade de uma atuação estratégica.
O Conselho Deliberativo do ISBET exerce uma função essencial dentro da estrutura da instituição. Ele é responsável por orientar decisões estratégicas, acompanhar a execução das ações e garantir que todas as iniciativas estejam alinhadas aos princípios e objetivos institucionais e estatutários.
Além disso, o Conselho Deliberativo do ISBET atua como um importante instrumento de governança. Ou seja, ele assegura que a gestão seja conduzida com transparência, ética e responsabilidade, fortalecendo a confiança de parceiros, empresas e da sociedade.
Ao longo do tempo, o Conselho Deliberativo do ISBET tem sido fundamental para a consolidação da instituição como referência no desenvolvimento social de jovens em todo o país. Por isso, sua atuação impacta diretamente na qualidade dos serviços oferecidos e na expansão das oportunidades.
O ISBET é uma instituição sem fins lucrativos, o que significa que todos os recursos são destinados exclusivamente para suas atividades sociais. Nesse contexto, não há distribuição de lucros, mas sim reinvestimento em projetos que promovem a inclusão e o desenvolvimento profissional de jovens.
Por esse motivo, a existência de órgãos como o Conselho Deliberativo do ISBET é indispensável. Esses conselhos garantem que a gestão seja transparente, organizada e alinhada às boas práticas de governança.
Além disso, eles funcionam como uma camada adicional de segurança institucional. Dessa forma, asseguram que todas as decisões sejam tomadas com responsabilidade e foco no impacto social.
Uma das principais características do Conselho Deliberativo do ISBET é o caráter voluntário de seus membros. Ou seja, os conselheiros não recebem remuneração pela atuação.
No entanto, isso não reduz a importância da função. Pelo contrário, reforça o compromisso dos profissionais envolvidos com a causa social da instituição. Além disso, evidencia o engajamento em contribuir com decisões estratégicas e com a fiscalização das atividades.
Assim, o Conselho Deliberativo do ISBET se consolida como um espaço de liderança, responsabilidade e contribuição ativa para o crescimento da organização.
A realização da assembleia e a eleição do novo Conselho Deliberativo do ISBET reforçam a importância de uma governança sólida. Mais do que uma formalidade, esse processo demonstra o compromisso da instituição com a transparência e com a prestação de contas.
Além disso, evidencia que o ISBET está preparado para enfrentar novos desafios e ampliar seu impacto social. Nesse sentido, a atuação do Conselho Deliberativo do ISBET será fundamental para garantir a continuidade e a evolução das iniciativas.
Dessa maneira, a instituição fortalece sua credibilidade e amplia sua relevância no cenário nacional, especialmente no que diz respeito à formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.
Ao longo de sua trajetória, o ISBET construiu uma história sólida baseada na promoção de oportunidades e no desenvolvimento humano. Por isso, iniciativas como a atuação do Conselho Deliberativo do ISBET são essenciais para garantir a continuidade desse trabalho.
Além disso, a instituição segue inovando e ampliando suas ações, sempre com foco na inclusão social e na formação de jovens talentos. Assim, o ISBET reafirma seu compromisso com um futuro mais justo, acessível e cheio de oportunidades.
Por fim, a eleição do novo Conselho Deliberativo do ISBET representa o início de um novo capítulo na história da instituição. Ao mesmo tempo em que celebra conquistas passadas, o ISBET projeta um futuro pautado pela inovação, responsabilidade e impacto social.
Assim, a nova gestão assume o compromisso de dar continuidade a um trabalho consistente, fortalecendo ainda mais a missão institucional e ampliando os resultados alcançados.
E, acima de tudo, reforça um princípio essencial: gerar prosperidade promovendo o bem estar social, com ética, responsabilidade, promoção humana, credibilidade e qualidade.
Em 2026, o ISBET implementou o ISBET Lab como uma evolução estratégica nas capacitações teóricas. A iniciativa surge com o objetivo de alinhar a formação de jovens aprendizes às reais demandas do mercado de trabalho, por meio de uma abordagem inovadora baseada na metodologia maker.
O ISBET Lab transforma o modelo tradicional de ensino ao promover uma aprendizagem ativa. Durante as capacitações, os aprendizes deixam de ser apenas receptores de conteúdo e passam a atuar como protagonistas. Eles desenvolvem projetos, criam protótipos, testam ideias e constroem soluções de forma colaborativa.
Além disso, as atividades utilizam materiais acessíveis e recicláveis, o que incentiva a criatividade e a consciência sustentável. Todo o processo acontece com o suporte dos instrutores, que atuam como facilitadores do conhecimento.
A proposta do ISBET Lab está estruturada em três pilares essenciais: pensar, fazer e sentir. Essa integração proporciona uma aprendizagem mais profunda e significativa, gerando impacto direto no desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens.
Como resultado, os participantes desenvolvem habilidades altamente valorizadas no ambiente corporativo, como comunicação, trabalho em equipe, liderança, autonomia e pensamento crítico. Dessa forma, tornam-se mais preparados para lidar com desafios reais dentro das empresas.
Para organizações que investem em programas de aprendizagem, o ISBET Lab representa um diferencial competitivo. Isso porque contribui para a formação de jovens mais engajados, proativos e alinhados às necessidades do negócio.
Além disso, a metodologia aplicada acelera o desenvolvimento comportamental e técnico dos aprendizes, reduzindo o tempo de adaptação e aumentando a produtividade desde o início da jornada profissional.
Mais do que transmitir conhecimento, o ISBET Lab promove uma experiência completa de aprendizagem. Ao estimular o protagonismo e a prática, a iniciativa prepara jovens para o presente e o futuro do trabalho.
Com isso, o ISBET reforça seu compromisso com a formação de profissionais mais qualificados, contribuindo diretamente para o desenvolvimento das empresas e da sociedade.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
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