Um levantamento do Espro (Ensino Social Profissionalizante), cruzado com a Pnad Contínua do IBGE, mede o que acontece com um jovem depois que ele passa por um programa de aprendizagem: a taxa de nem-nem (jovens que não trabalham nem estudam) cai de 26,4% na média nacional para 7% entre os egressos, uma redução de quase 4 vezes. Além disso, 81% seguem empregados um ano depois do fim do contrato, 73% continuam estudando e 60% conseguem conciliar trabalho e estudo, quatro vezes acima da média nacional. Esse é o impacto social de contratar um jovem aprendiz, medido em trajetória, não em boa intenção.
O que é impacto social, na prática, em um programa de aprendizagem
Impacto social é o efeito mensurável que uma ação gera na vida das pessoas envolvidas, além do resultado direto para quem promove a ação. No caso da aprendizagem profissional, o efeito direto é a empresa ganhar um colaborador em formação. O impacto social é o que acontece com esse jovem depois: ele sai do contrato mais preparado para o mercado do que entrou, com menos chance de ficar fora da força de trabalho e dos estudos.
Isso é diferente de caridade corporativa. A empresa também ganha, com talento formado dentro da própria cultura. Mas o efeito sobre o jovem é real e vai além do contrato.
Por que esse impacto é maior do que parece
O perfil de quem passa por programas de aprendizagem reforça o tamanho do efeito: segundo o mesmo levantamento, 78% desses jovens vêm de escola pública, 68% são mulheres e 53% se autodeclaram pretos ou pardos. Ou seja, o programa atinge majoritariamente jovens que enfrentam mais barreiras de acesso ao primeiro emprego formal, exatamente o grupo em que o efeito de uma primeira oportunidade bem estruturada costuma ser mais decisivo para a trajetória de vida.
Como potencializar o impacto social do seu programa de aprendizagem
1. Acompanhe o jovem além do contrato. Manter contato ou oferecer indicação após o fim do vínculo, mesmo sem efetivação, amplia o efeito positivo sobre a trajetória dele.
2. Priorize candidatos de escola pública e grupos sub-representados. É esse recorte que concentra o maior ganho social por vaga oferecida, segundo os dados do Espro.
3. Ofereça mais do que a tarefa do dia a dia. Mentoria, feedback estruturado e apoio para conciliar trabalho e estudo aumentam a chance de o jovem seguir estudando durante e depois do contrato.
4. Reporte o impacto com dado, não com adjetivo. Quantos jovens foram contratados, qual o perfil de diversidade, quantos seguiram estudando ou foram efetivados. Esse é o tipo de informação que sustenta um relatório de ESG com credibilidade.
Impacto social como parte da estratégia de ESG da empresa
Esse impacto se conecta diretamente aos programas de aprendizagem e ESG da empresa, se fortalece quando o programa prioriza inclusão de jovens de diferentes perfis, e reforça por que investir em jovens é investir no futuro tanto da empresa quanto da sociedade ao redor dela. A transição para uma economia mais verde é outra frente desse mesmo impacto: a UNICEF mapeou 2 milhões de jovens já em empregos verdes no país, um campo em que programas de aprendizagem ajudam a formar mão de obra qualificada.
Como o ISBET potencializa o impacto social da sua empresa
O ISBET seleciona jovens aprendizes e estagiários com atenção à diversidade de perfil, cuida da parte pedagógica e burocrática do contrato, e acompanha o desenvolvimento de cada um, ajudando a empresa a transformar a cota legal em impacto social real e mensurável.
Perguntas frequentes sobre impacto social de contratar jovens aprendizes
Qual é o impacto social de contratar um jovem aprendiz?
Segundo dados do Espro cruzados com a Pnad Contínua do IBGE, egressos de programas de aprendizagem têm taxa de nem-nem de 7%, contra 26,4% da média nacional de jovens, além de 81% seguirem empregados um ano após o fim do contrato.
Empresas são obrigadas a contratar jovens aprendizes?
Empresas de médio e grande porte devem reservar entre 5% e 15% do quadro para aprendizes, conforme a Lei nº 10.097/2000.
Como a empresa pode ampliar o impacto social do programa?
Priorizando candidatos de escola pública e grupos sub-representados, oferecendo mentoria e apoio para conciliar trabalho e estudo, e medindo o resultado com dados concretos, não apenas boas intenções.
Como o ISBET ajuda a potencializar esse impacto?
O ISBET seleciona jovens com atenção à diversidade, cuida da parte pedagógica e burocrática do contrato, e acompanha o desenvolvimento de cada aprendiz ao longo do programa.
O ISBET ainda oferece programa de estágio?
Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento na empresa.
Quer transformar contratação de jovens aprendizes em impacto social real?
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