A pesquisa Engaja S/A, feita pela Flash em parceria com a FGV EAESP, encontrou o menor índice de engajamento já registrado desde que o estudo começou: apenas 39% dos profissionais brasileiros se consideram engajados no trabalho. O preço disso é alto: a combinação entre rotatividade e presenteísmo (gente presente, mas improdutiva) gera perdas estimadas em R$ 77 bilhões por ano, o equivalente a 0,66% do PIB brasileiro. Programas de aprendizagem bem estruturados atacam exatamente essa raiz, formando talento engajado desde a entrada na empresa, em vez de tentar consertar o desengajamento depois que ele já se instalou.
Por que a aprendizagem é uma estratégia de retenção, não só de formação
Um jovem que entra pela aprendizagem já constrói vínculo com a empresa antes de qualquer comparação com o mercado externo. Ele aprende os processos, conhece as pessoas e entende a cultura organicamente, o que reduz o risco de desengajamento precoce que afeta boa parte da força de trabalho, segundo os dados da Engaja S/A.
Além disso, empresas que investem em desenvolvimento desde o início da jornada tendem a formar profissionais com senso de pertencimento mais forte do que os contratados prontos no mercado, que chegam sem esse histórico de construção conjunta.
Como transformar aprendizagem em retenção real
1. Trate o fim do contrato de aprendizagem como decisão estratégica, não como formalidade. Avalie a efetivação com a mesma seriedade de uma contratação externa, mas com a vantagem de já conhecer o desempenho real do jovem.
2. Construa vínculo desde o primeiro dia, com onboarding estruturado e acompanhamento constante, não só no início do contrato.
3. Dê visibilidade de crescimento. Um aprendiz que enxerga caminho dentro da empresa tem motivo concreto para querer ficar depois da efetivação.
4. Meça engajamento, não só permanência. Reter alguém desengajado não resolve o problema mostrado pela pesquisa Engaja S/A, apenas adia o custo dele.
Retenção como parte de uma marca empregadora forte
Retenção de talentos formados via aprendizagem também fortalece a marca empregadora da empresa, e se conecta com a forma como a organização lida com a diversidade geracional dentro do próprio time.
Como o ISBET apoia a retenção de talentos via aprendizagem
O ISBET acompanha o desenvolvimento de cada aprendiz ao longo de todo o contrato, ajudando a empresa a identificar sinais de desengajamento cedo e a construir o vínculo que sustenta uma efetivação bem-sucedida, o tipo de vínculo que depende diretamente de confiança entre empresa e colaborador.
Essa lógica é o espelho de como calcular e reduzir a rotatividade de funcionários: são duas faces do mesmo indicador de RH.
Perguntas frequentes sobre retenção de talentos com aprendizagem
Qual o nível de engajamento dos profissionais brasileiros hoje?
Segundo a pesquisa Engaja S/A (Flash e FGV EAESP), apenas 39% dos profissionais brasileiros se consideram engajados, o menor índice já registrado pelo estudo.
Aprendizagem realmente ajuda a reter talentos?
Sim, porque o jovem constrói vínculo com a empresa desde a entrada, o que reduz o risco de desengajamento precoce comparado a uma contratação externa sem esse histórico.
Quanto a baixa retenção custa para as empresas brasileiras?
A combinação entre rotatividade e presenteísmo gera perdas estimadas em R$ 77 bilhões por ano no Brasil, equivalente a 0,66% do PIB, segundo a pesquisa Engaja S/A.
Como o ISBET ajuda a reter os aprendizes formados?
O ISBET acompanha o desenvolvimento de cada aprendiz durante todo o contrato, ajudando a empresa a identificar sinais de desengajamento cedo e a construir vínculo real.
Quer transformar aprendizagem em retenção real?
Fale com o time do ISBET e veja como estruturar um programa de aprendizagem pensado para reter talento.