A lei do jovem aprendiz é, muitas vezes, vista pelas empresas apenas como uma obrigação legal. No entanto, essa visão limitada impede que muitas organizações aproveitem todo o potencial estratégico que esse modelo oferece.
Na prática, empresas que entendem a lei do jovem aprendiz de forma inteligente conseguem transformar uma exigência em vantagem competitiva.
Antes de tudo, é fundamental compreender o básico. A lei do jovem aprendiz determina que empresas de médio e grande porte devem contratar jovens entre 14 e 24 anos como aprendizes.
Além disso, a legislação estabelece uma cota obrigatória, que varia entre 5% e 15% do quadro de funcionários em funções que demandam formação profissional.
Ou seja, não se trata de uma escolha, mas de uma responsabilidade legal.
No entanto, o diferencial está na forma como cada empresa decide aplicar essa obrigação.
Apesar disso, muitas organizações ainda tratam o programa de forma operacional e sem estratégia.
Como consequência, acabam enxergando o aprendiz como um custo, e não como um investimento.
Esse é o principal erro.
Quando não há planejamento, acompanhamento e desenvolvimento, o potencial do programa é desperdiçado.
Por outro lado, empresas que estruturam bem o processo conseguem resultados muito mais expressivos.
A lei do jovem aprendiz pode se tornar uma grande aliada quando utilizada de forma estratégica.
Primeiramente, ao contratar aprendizes, a empresa cria um pipeline de talentos.
Além disso, é possível formar profissionais desde o início, alinhados à cultura organizacional.
Consequentemente, há redução de custos com recrutamento e maior retenção de colaboradores.
Ou seja, o que antes era apenas uma exigência passa a gerar retorno direto para o negócio.
Outro ponto pouco explorado está nos benefícios financeiros.
A contratação dentro da lei do jovem aprendiz possui encargos reduzidos quando comparados a outros regimes de trabalho.
Além disso, o contrato é estruturado, o que traz mais previsibilidade para a empresa.
Dessa forma, é possível planejar melhor os custos e investir de maneira mais inteligente em capital humano.
Empresas que aplicam bem a lei do jovem aprendiz também percebem melhorias na cultura organizacional.
Isso porque jovens trazem energia, novas ideias e maior familiaridade com tecnologia.
Além disso, a convivência com diferentes gerações fortalece o ambiente corporativo.
Como resultado, a empresa se torna mais inovadora e adaptável às mudanças do mercado.
Para que tudo isso funcione, o setor de Recursos Humanos tem papel fundamental.
Não basta apenas cumprir a lei do jovem aprendiz. É necessário estruturar um programa eficiente.
Isso inclui
Planejamento das áreas onde os aprendizes atuarão
Acompanhamento de desempenho
Aplicação de feedbacks constantes
Integração com a cultura da empresa
Parceria com instituições formadoras
Assim, o programa deixa de ser burocrático e passa a gerar valor real.
Empresas que enxergam a lei do jovem aprendiz como estratégia conseguem se destacar no mercado.
Elas não apenas cumprem a legislação, mas utilizam o programa como ferramenta de crescimento.
Além disso, fortalecem sua marca empregadora e se posicionam como organizações que investem no futuro.
A lei do jovem aprendiz não deve ser vista como um peso, mas como uma oportunidade.
Quando bem aplicada, ela reduz custos, desenvolve talentos e fortalece a empresa de dentro para fora.
Portanto, o diferencial não está na lei em si, mas na forma como cada empresa decide utilizá-la.
No cenário atual, transformar obrigação em estratégia é o que separa empresas comuns de empresas competitivas.
Empresas de médio e grande porte, com funções que exijam formação técnica, devem destinar entre 5% e 15% do seu quadro a aprendizes, conforme a Lei da Aprendizagem.
Empresas que tratam o programa como estratégia, e não só como obrigação, formam talentos alinhados à sua cultura, reduzem custos de contratação externa e fortalecem a marca empregadora.
O descumprimento pode gerar autuação e multa por parte da fiscalização do trabalho, além do risco de imagem para a empresa perante o mercado.
O ISBET cuida do recrutamento, seleção, formação teórica e acompanhamento dos jovens, permitindo que a empresa cumpra a legislação com segurança e sem sobrecarregar o RH.
Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento na empresa.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/contrate-jovem-aprendiz/
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:

A realização da Assembleia Geral Ordinária do Conselho Deliberativo do ISBET representou um marco importante para a continuidade e fortalecimento da governança institucional. O encontro, realizado na unidade de Curitiba/PR, reuniu lideranças, conselheiros e representantes da instituição para um momento decisivo, pautado pela transparência, responsabilidade e planejamento estratégico.
Durante a assembleia, foram apresentados o relatório social de 2025 e o balanço financeiro da instituição. Além disso, ocorreu a eleição do novo Conselho Deliberativo do ISBET, que ficará responsável pela condução das diretrizes institucionais no período de 2026 a 2029. Dessa forma, o evento consolidou um ciclo de prestação de contas e, ao mesmo tempo, abriu caminho para uma nova fase de gestão.
Os participantes foram recepcionados pela equipe da unidade de Curitiba, com apoio da coordenadora Juliana Nunes. Nesse sentido, a organização do evento refletiu o cuidado e o comprometimento do ISBET com cada etapa de seus processos institucionais, fortalecendo ainda mais a integração entre as equipes.
Confira todos os relatórios sociais aqui.

A assembleia também foi marcada pela posse do novo presidente do Conselho Deliberativo do ISBET, Gabriel Cadaval Basso. Ao assumir a função, ele agradeceu a confiança depositada e destacou a responsabilidade de dar continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo dos anos.
Além disso, Gabriel reforçou seu compromisso com o fortalecimento das ações institucionais, sempre alinhadas à missão do ISBET. Dessa maneira, sua gestão inicia com foco na continuidade, mas também na evolução das práticas de governança.
Durante sua fala, o novo presidente também realizou a indicação da senhora Sonia Maria Pelay Mesquita para o cargo de superintendente executiva. A proposta foi colocada em votação e aprovada por unanimidade, conforme previsto no estatuto social e no regimento interno da instituição. Assim, a nomeação reforça a confiança na liderança e na capacidade de gestão da organização.


Outro momento de grande relevância foi a homenagem à ex-presidente Regina Helena Santos, que esteve à frente do Conselho Deliberativo do ISBET por dois mandatos consecutivos, totalizando cinco anos de atuação.
Em sua fala de despedida, Regina Helena expressou gratidão pela oportunidade de liderar a instituição ao longo desse período. Além disso, destacou a confiança no novo presidente e na continuidade dos trabalhos, reforçando a importância da união e do comprometimento coletivo.
Ao mesmo tempo, sua trajetória não se encerra neste ciclo. Regina Helena passa a integrar o conselho fiscal do ISBET como presidente, o que demonstra a valorização de sua experiência e contribuição para a instituição. Dessa forma, o ISBET preserva sua memória institucional e garante a continuidade de uma atuação estratégica.
O Conselho Deliberativo do ISBET exerce uma função essencial dentro da estrutura da instituição. Ele é responsável por orientar decisões estratégicas, acompanhar a execução das ações e garantir que todas as iniciativas estejam alinhadas aos princípios e objetivos institucionais e estatutários.
Além disso, o Conselho Deliberativo do ISBET atua como um importante instrumento de governança. Ou seja, ele assegura que a gestão seja conduzida com transparência, ética e responsabilidade, fortalecendo a confiança de parceiros, empresas e da sociedade.
Ao longo do tempo, o Conselho Deliberativo do ISBET tem sido fundamental para a consolidação da instituição como referência no desenvolvimento social de jovens em todo o país. Por isso, sua atuação impacta diretamente na qualidade dos serviços oferecidos e na expansão das oportunidades.
O ISBET é uma instituição sem fins lucrativos, o que significa que todos os recursos são destinados exclusivamente para suas atividades sociais. Nesse contexto, não há distribuição de lucros, mas sim reinvestimento em projetos que promovem a inclusão e o desenvolvimento profissional de jovens.
Por esse motivo, a existência de órgãos como o Conselho Deliberativo do ISBET é indispensável. Esses conselhos garantem que a gestão seja transparente, organizada e alinhada às boas práticas de governança.
Além disso, eles funcionam como uma camada adicional de segurança institucional. Dessa forma, asseguram que todas as decisões sejam tomadas com responsabilidade e foco no impacto social.
Uma das principais características do Conselho Deliberativo do ISBET é o caráter voluntário de seus membros. Ou seja, os conselheiros não recebem remuneração pela atuação.
No entanto, isso não reduz a importância da função. Pelo contrário, reforça o compromisso dos profissionais envolvidos com a causa social da instituição. Além disso, evidencia o engajamento em contribuir com decisões estratégicas e com a fiscalização das atividades.
Assim, o Conselho Deliberativo do ISBET se consolida como um espaço de liderança, responsabilidade e contribuição ativa para o crescimento da organização.
A realização da assembleia e a eleição do novo Conselho Deliberativo do ISBET reforçam a importância de uma governança sólida. Mais do que uma formalidade, esse processo demonstra o compromisso da instituição com a transparência e com a prestação de contas.
Além disso, evidencia que o ISBET está preparado para enfrentar novos desafios e ampliar seu impacto social. Nesse sentido, a atuação do Conselho Deliberativo do ISBET será fundamental para garantir a continuidade e a evolução das iniciativas.
Dessa maneira, a instituição fortalece sua credibilidade e amplia sua relevância no cenário nacional, especialmente no que diz respeito à formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.
Ao longo de sua trajetória, o ISBET construiu uma história sólida baseada na promoção de oportunidades e no desenvolvimento humano. Por isso, iniciativas como a atuação do Conselho Deliberativo do ISBET são essenciais para garantir a continuidade desse trabalho.
Além disso, a instituição segue inovando e ampliando suas ações, sempre com foco na inclusão social e na formação de jovens talentos. Assim, o ISBET reafirma seu compromisso com um futuro mais justo, acessível e cheio de oportunidades.
Por fim, a eleição do novo Conselho Deliberativo do ISBET representa o início de um novo capítulo na história da instituição. Ao mesmo tempo em que celebra conquistas passadas, o ISBET projeta um futuro pautado pela inovação, responsabilidade e impacto social.
Assim, a nova gestão assume o compromisso de dar continuidade a um trabalho consistente, fortalecendo ainda mais a missão institucional e ampliando os resultados alcançados.
E, acima de tudo, reforça um princípio essencial: gerar prosperidade promovendo o bem estar social, com ética, responsabilidade, promoção humana, credibilidade e qualidade.
A Lei nº 10.097/2000 determina que empresas de médio e grande porte devem contratar de 5% a 15% de aprendizes em relação ao total de funcionários que exerçam funções que exijam formação profissional. Essa regra fortalece a inclusão social e impulsiona o desenvolvimento de jovens trabalhadores, oferecendo aprendizado prático e formação cidadã.
Quando a empresa deixa de cumprir a Lei da Aprendizagem, sofre penalidades aplicadas pelo Ministério do Trabalho. Entre as principais consequências estão multas proporcionais ao número de aprendizes não contratados, além de sanções mais severas em casos de reincidência.
Além disso, a empresa pode ser impedida de participar de licitações públicas, o que prejudica sua reputação e competitividade. Em alguns casos, o descumprimento também gera ações judiciais, pois viola diretamente as normas trabalhistas.
Portanto, manter a conformidade legal é uma estratégia preventiva e inteligente.
Para evitar autuações e prejuízos, a empresa deve controlar constantemente o número de aprendizes e organizar toda a documentação necessária. Dessa forma, é possível garantir transparência e segurança jurídica.
Além disso, é importante acompanhar o desenvolvimento dos jovens. Quando a jornada e as atividades seguem corretamente o programa de aprendizagem, todos ganham: o aprendiz evolui e a empresa se fortalece como formadora de talentos.
Outro passo essencial é buscar apoio de entidades qualificadoras. Essas instituições oferecem suporte técnico e jurídico, o que reduz falhas administrativas e assegura que cada etapa do processo seja cumprida corretamente.
O ISBET atua como agente de integração, ajudando empresas a cumprirem todas as exigências da Lei da Aprendizagem com eficiência e segurança. O instituto oferece suporte completo, desde o cálculo da cota até o acompanhamento pedagógico dos aprendizes.
Com esse acompanhamento, a empresa evita penalidades, fortalece sua imagem institucional e demonstra compromisso com o futuro dos jovens. Assim, o cumprimento da lei deixa de ser uma obrigação e se torna uma oportunidade de crescimento e impacto positivo.
Cumprir a Lei da Aprendizagem une responsabilidade social, segurança jurídica e valorização de talentos. Além disso, evita prejuízos financeiros, protege a reputação corporativa e contribui para um mercado de trabalho mais justo e inclusivo.
Com o suporte do ISBET, sua empresa transforma a obrigação em propósito — formando profissionais, fortalecendo a marca e abrindo caminhos para um futuro mais promissor.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
As habilidades comportamentais, também conhecidas como soft skills, são essenciais para o sucesso de qualquer jovem que inicia a vida profissional. Diferentemente das habilidades técnicas, que podem ser aprendidas por meio de cursos e treinamentos específicos, as competências comportamentais envolvem atitudes, comportamento e capacidade de interagir de forma eficiente com pessoas e situações diversas. Desenvolvê-las desde o início da carreira contribui significativamente para a construção de uma trajetória sólida e de oportunidades duradouras.
Entre as habilidades comportamentais mais valorizadas pelo mercado, destacam-se, portanto, a comunicação eficaz e a capacidade de trabalhar em equipe. Além disso, comunicar-se com clareza, ouvir com atenção, expressar ideias de forma construtiva e respeitar a opinião dos colegas são atitudes que fortalecem significativamente os relacionamentos profissionais. Ao mesmo tempo, o trabalho colaborativo permite que o jovem compreenda diferentes perspectivas e, dessa forma, aprenda com os outros, contribuindo consequentemente para soluções mais completas e criativas. Assim, essas competências não apenas melhoram a convivência no ambiente de trabalho, mas também ampliam o potencial de crescimento e desenvolvimento ao longo da carreira.
Outra habilidade comportamental fundamental é a capacidade de organizar tarefas, cumprir prazos e administrar o tempo de forma eficiente. Jovens que desenvolvem disciplina e planejamento conseguem entregar resultados consistentes e demonstram confiabilidade para gestores e colegas. Consequentemente, essas competências não apenas facilitam a rotina diária, mas também preparam o profissional para assumir responsabilidades maiores ao longo da carreira.
A habilidade de resolver problemas e tomar decisões assertivas também é indispensável. No início da carreira, os desafios são constantes, e o jovem precisa aprender a analisar situações, avaliar alternativas e agir de maneira estratégica. Desenvolver essa capacidade aumenta a confiança, reduz erros e permite que o profissional se destaque, mesmo em contextos de pressão e mudanças frequentes.
O ISBET atua como um facilitador no desenvolvimento de habilidades comportamentais, oferecendo programas de aprendizagem, estágio e orientação contínua. Ao proporcionar experiências práticas e acompanhamento estruturado, a instituição ajuda o jovem a desenvolver competências essenciais, alinhando o aprendizado à realidade do mercado de trabalho. Dessa forma, os estudantes não apenas adquirem conhecimento técnico, mas também constroem uma base sólida de atitudes e comportamentos que farão diferença ao longo da carreira.
Investir no desenvolvimento das habilidades comportamentais desde o início da carreira é investir em oportunidades futuras. Jovens que entendem a importância da comunicação, do trabalho em equipe, da disciplina e da tomada de decisão tornam-se profissionais mais preparados, confiantes e valorizados. Assim, essas competências se transformam em ferramentas poderosas para alcançar crescimento, reconhecimento e realização profissional.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
A aprendizagem social é um modelo de formação que vai além do conteúdo técnico. Ela valoriza o convívio, o diálogo e o compartilhamento de experiências entre pessoas. Assim, o aprendizado ocorre de forma mais humana e conectada com a realidade.
Além disso, esse modelo ensina o jovem a entender o impacto de suas ações dentro da sociedade. Desse modo, ele aprende que o trabalho é também uma forma de contribuir com o desenvolvimento coletivo.
No ambiente de aprendizagem social, a convivência é um dos pilares centrais. A troca entre alunos, instrutores e colegas de empresa gera crescimento mútuo. Enquanto um aprende a lidar com desafios, o outro desenvolve empatia e respeito.
Por isso, o diálogo constante e o trabalho em equipe tornam-se ferramentas essenciais. Eles estimulam a escuta ativa, o pensamento crítico e a colaboração — competências cada vez mais valorizadas no mercado profissional.
As empresas que investem nesse tipo de formação percebem resultados concretos. Os jovens ingressam mais preparados, com senso de responsabilidade e maior capacidade de adaptação. Consequentemente, o ambiente corporativo torna-se mais diverso, criativo e colaborativo.
Por outro lado, os aprendizes ganham confiança e autonomia. Por meio das vivências práticas, eles compreendem o valor da disciplina e do comprometimento. Assim, a aprendizagem social transforma tanto o jovem quanto o espaço em que ele atua.
As entidades qualificadoras têm papel fundamental nesse processo. Elas garantem que a aprendizagem ocorra de maneira ética, planejada e alinhada à Lei da Aprendizagem. Além disso, oferecem suporte pedagógico e acompanhamento constante, promovendo a formação integral do jovem.
Desse modo, a parceria entre empresas e entidades formadoras fortalece os programas de aprendizagem e amplia as oportunidades de inserção no mercado formal.
A aprendizagem social é, acima de tudo, uma ferramenta de transformação. Ela mostra que investir em capacitação é investir em dignidade, cidadania e futuro. Portanto, quando empresas, escolas e instituições se unem em torno desse propósito, toda a sociedade avança.
Assim, o aprendizado deixa de ser apenas um passo na carreira e passa a ser um compromisso coletivo com o desenvolvimento humano e profissional.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
As parcerias sociais são uma das principais bases para a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada. Elas unem instituições, empresas e entidades qualificadoras em um mesmo propósito: gerar oportunidades para quem mais precisa.
Além disso, essas parcerias permitem que o conhecimento, os recursos e as experiências sejam compartilhados de forma estratégica. Assim, todos os envolvidos jovens, organizações e comunidade se beneficiam de um processo de aprendizado mútuo e contínuo.
Os jovens são diretamente beneficiados quando empresas e entidades se unem em torno da formação profissional. Isso acontece porque as parcerias garantem o acesso a programas estruturados, que combinam teoria e prática de forma equilibrada.
Por meio dessas iniciativas, o aprendiz não apenas adquire habilidades técnicas, mas também desenvolve competências comportamentais essenciais, como trabalho em equipe, comunicação e responsabilidade. Desse modo, ele se prepara de forma mais completa para o mercado de trabalho formal.
Além disso, o contato com diferentes ambientes profissionais amplia a visão de mundo do jovem, estimulando o pensamento crítico e o desejo de evoluir.
As empresas têm papel central na consolidação das parcerias sociais. Ao abrir suas portas para jovens aprendizes, elas demonstram compromisso com o desenvolvimento humano e com o futuro do país.
Essa atuação vai além do cumprimento da lei. Ela reflete uma postura ética e responsável, que valoriza a inclusão e a diversidade dentro dos espaços corporativos. Consequentemente, o ambiente de trabalho se torna mais dinâmico, criativo e acolhedor.
Por isso, cada vaga de aprendizagem oferecida é, na prática, uma oportunidade de transformação social.
As entidades qualificadoras são o elo que conecta a teoria à prática. Elas acompanham de perto o desenvolvimento dos jovens, orientando, avaliando e garantindo que cada etapa da formação ocorra de forma eficiente e humanizada.
Além disso, atuam como mediadoras entre empresas e aprendizes, assegurando que o processo atenda às exigências legais e pedagógicas da Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000). Dessa maneira, as entidades garantem que a experiência seja enriquecedora e segura para todos os envolvidos.
Os efeitos das parcerias sociais vão muito além da inserção de jovens no mercado. Elas contribuem para a redução das desigualdades, fortalecem a economia e estimulam o desenvolvimento local.
Cada jovem capacitado representa uma nova perspectiva de futuro. Por isso, quando empresas e entidades trabalham juntas, elas não apenas transformam trajetórias individuais, mas constroem bases sólidas para um país mais inclusivo e preparado.
Assim, o impacto dessas parcerias se multiplica: forma-se mão de obra qualificada, impulsiona-se a inovação e amplia-se o compromisso social das instituições.
As parcerias sociais mostram que o desenvolvimento verdadeiro só é possível quando há união de esforços. Cada ação conjunta, cada jovem formado e cada empresa engajada representam passos importantes rumo a um Brasil mais justo e promissor.
Portanto, fortalecer essas parcerias é investir em pessoas, em oportunidades e no futuro. É compreender que o progresso começa quando o aprendizado se transforma em compromisso coletivo.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
Lidar com pessoas difíceis no trabalho é uma habilidade essencial para quem deseja manter a produtividade, o equilíbrio emocional e a harmonia no ambiente corporativo. Afinal, conflitos interpessoais podem surgir mesmo nos melhores times. Entretanto, o modo como você reage a essas situações faz toda a diferença na sua reputação profissional.
Neste post, você vai aprender estratégias para lidar com colegas ou subordinados difíceis, corrigir comportamentos negativos sem gerar mais conflitos e, acima de tudo, manter sua postura profissional diante dos desafios.
Em primeiro lugar, é fundamental entender que pessoas difíceis nem sempre agem por maldade. Muitas vezes, elas estão sobrecarregadas, frustradas ou enfrentando problemas pessoais. Por isso, antes de reagir de forma impulsiva, adote as seguintes atitudes:
Além disso, ao praticar a empatia e a comunicação não violenta, você constrói pontes em vez de muros. Isso contribui diretamente para um ambiente mais saudável e produtivo.
Corrigir o comportamento de um funcionário exige tato, preparo e objetividade. Uma abordagem mal feita pode gerar resistência, constrangimento ou até desgaste emocional. Veja como agir:
Por conseguinte, essa postura demonstra maturidade e respeito, favorecendo um clima organizacional baseado no diálogo.
Lidar com grosseria no ambiente de trabalho pode ser emocionalmente desgastante. No entanto, agir com inteligência emocional é o caminho mais eficiente. Aqui estão algumas estratégias úteis:
Em casos extremos, onde há assédio moral ou ameaças, o ideal é formalizar a denúncia com provas e seguir os trâmites da empresa.
Corrigir de forma correta é uma competência de líderes de sucesso. Abaixo estão os princípios que devem guiar esse processo:
| Prática recomendada | Por que funciona? |
|---|---|
| Feedback com empatia | Ajuda o funcionário a entender sem se sentir atacado |
| Foco no comportamento, não na pessoa | Evita julgamentos pessoais |
| Uso de exemplos reais | Torna a orientação mais clara e objetiva |
| Reforço positivo após a correção | Motiva e recupera a autoconfiança do colaborador |
Além disso, manter um histórico de desenvolvimento e feedbacks regulares faz com que os ajustes de comportamento sejam naturais dentro da rotina da equipe, e não apenas ações reativas.
Saber lidar com pessoas difíceis no trabalho é uma habilidade que diferencia profissionais comuns dos que têm inteligência emocional e postura de liderança. Ao adotar estratégias de comunicação clara, empatia e correção respeitosa, você fortalece não só suas relações profissionais, como também seu crescimento na carreira.
Em resumo, o segredo não está em evitar conflitos a qualquer custo, mas sim em saber enfrentá-los com respeito, estratégia e maturidade.
A redação do Enem ainda é uma das partes mais temidas da prova. No entanto, com o preparo certo, clareza sobre as regras e aplicação de boas estratégias, qualquer estudante pode se sair muito bem. Seja você um iniciante ou alguém que já tentou em anos anteriores, este post vai te mostrar como se preparar, quais são as principais exigências da banca corretora e como aplicar técnicas que realmente funcionam.
Antes de mais nada, é preciso entender que a redação do Enem não exige um texto “bonito”, mas sim um texto bem argumentado, organizado e coerente. Para alcançar esse nível:
Em resumo, a preparação exige leitura crítica, repertório sociocultural e domínio da estrutura dissertativo-argumentativa. Quanto mais você escrever, revisar e aprimorar, melhor será seu desempenho.
De modo geral, seguir as regras básicas é o primeiro passo para evitar erros que derrubam a nota. As 3 principais são:
Consequentemente, ao aplicar essas três regras, você já evita os deslizes mais comuns e aumenta suas chances de alcançar uma nota acima da média.
Para ir além do básico, o Enem também avalia competências mais complexas. Por isso, além das três já citadas, você precisa se atentar a:
Veja a comparação abaixo para entender como essas regras se aplicam juntas:
| Regra | Explicação |
|---|---|
| 1. Clareza temática | Responda diretamente ao tema. |
| 2. Coesão e coerência | Texto fluido e com boa progressão de ideias. |
| 3. Linguagem formal | Sem gírias ou abreviações. |
| 4. Repertório relevante | Use dados, fatos e referências culturais. |
| 5. Intervenção completa | Proponha solução realista e viável. |
Logo, ao dominar essas cinco regras, sua redação se torna completa e bem avaliada em todas as competências.
Agora que você já conhece as principais regras, veja 10 dicas práticas que podem transformar sua maneira de escrever:
Por conseguinte, quanto mais você treina com atenção às técnicas corretas, mais confiança você terá no dia da prova.
A redação do Enem pode, à primeira vista, parecer difícil. Contudo, ao dominar suas regras, aplicar as dicas certas e praticar com frequência, o desafio se torna totalmente possível de superar. Com esforço e disciplina, qualquer estudante pode alcançar uma redação nota 1000. Afinal, não se trata de escrever de forma sofisticada, mas de escrever com clareza, propósito e argumentação lógica.
O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:
Os benefícios fiscais da contratação de aprendizes são uma das grandes vantagens que as empresas podem aproveitar ao cumprir a Lei da Aprendizagem. Além de atender às exigências legais, a contratação de jovens traz incentivos que impactam diretamente nos custos operacionais e na imagem da empresa.
Se você ainda não conhece todos os detalhes do programa, vale conferir primeiro nosso guia sobre o que é o Programa Jovem Aprendiz.
Logo de início, é importante destacar que o contrato de aprendizagem possui encargos reduzidos e possibilita o acesso a mão de obra qualificada com menor custo. Ou seja, contratar aprendizes não é apenas uma questão de obrigação. É também uma estratégia inteligente de crescimento.
Basicamente, os benefícios fiscais da contratação de aprendizes envolvem a redução de tributos e encargos sociais obrigatórios, além de condições diferenciadas previstas na legislação trabalhista.
Entre os principais benefícios estão:
Dessa forma, a empresa economiza e, ao mesmo tempo, contribui para o desenvolvimento de novos profissionais.
Vale ficar de olho: tramita no Senado um projeto de lei que pode ampliar ainda mais esses benefícios, permitindo que empresas deduzam parte da folha de pagamento de aprendizes do IRPJ e da CSLL. A proposta ainda está em análise nas comissões e não é uma lei em vigor até o momento, mas mostra que a tendência é o incentivo à contratação de jovens crescer nos próximos anos.
Para ter uma ideia mais concreta do impacto financeiro, veja um exemplo simples considerando o salário mínimo nacional de 2026, de R$ 1.621,00:
FGTS de um contrato CLT tradicional (8%): R$ 129,68 por mês, ou R$ 1.556,16 por ano
FGTS de um contrato de aprendizagem (2%): R$ 32,42 por mês, ou R$ 389,04 por ano
Economia só em FGTS: R$ 1.167,12 por aprendiz, por ano
Esse valor considera apenas o FGTS. Na prática, a economia tende a ser ainda maior quando a empresa soma a isenção do aviso prévio e, dependendo do motivo do desligamento, a isenção da multa de 40% do FGTS.
Ao contrário de um contrato CLT tradicional, o contrato de aprendizagem segue um regime especial com regras mais flexíveis. Portanto, a empresa consegue planejar melhor seus custos com pessoal e investir em formação de mão de obra qualificada a longo prazo.
Além disso, esse tipo de contratação reduz riscos trabalhistas, pois possui prazos e obrigações bem definidos, o que garante maior segurança jurídica para o empregador.
Consequentemente, o setor de RH ganha mais previsibilidade e controle sobre as admissões.
Para além dos números, os benefícios fiscais da contratação de aprendizes ajudam a empresa a cumprir seu papel social. Ao investir na formação de jovens, a organização melhora sua reputação, se alinha com os princípios de ESG e demonstra compromisso com o futuro.
Além do mais, clientes, parceiros e investidores valorizam empresas que promovem inclusão, diversidade e responsabilidade social. Portanto, cumprir a cota de aprendizagem não é apenas cumprir uma exigência legal. É também fortalecer sua marca.
Com o ISBET ao lado da sua empresa, fica mais fácil aproveitar todos os benefícios da contratação de aprendizes. Desde a triagem dos jovens até a formação teórica e o acompanhamento pedagógico, o ISBET garante que sua empresa esteja 100% em conformidade com a lei, e ainda otimize seus resultados.
Assim, sua organização pode contratar aprendizes com segurança, eficiência e total apoio técnico, aproveitando os incentivos fiscais e ainda fazendo a diferença na vida de centenas de jovens.

Diversas empresas parceiras do ISBET relatam, ano após ano, os impactos positivos da aprendizagem. Não apenas nos custos operacionais, mas também no clima organizacional, no engajamento da equipe e na retenção de talentos formados desde cedo.
Além disso, muitas dessas organizações usam o programa de aprendizagem como porta de entrada para futuros líderes, e tudo começa com um contrato bem estruturado, apoio de uma entidade séria e uma visão de longo prazo.
Não. A obrigatoriedade vale para estabelecimentos de qualquer natureza que tenham pelo menos 7 empregados em funções que exigem formação profissional, conforme a Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/2000) e o artigo 429 da CLT.
A cota vai de 5% a 15% do total de empregados que ocupam funções que demandam formação profissional. Para entender melhor como calcular esse número, veja nosso guia sobre a cota de aprendizagem nas empresas.
A alíquota de FGTS para aprendizes é de 2%, contra os 8% pagos em um contrato CLT tradicional (Lei 8.036/1990, art. 15, §7º). Considerando o salário mínimo de 2026, isso representa uma economia de mais de R$ 1.100,00 por aprendiz, por ano, só nesse encargo.
Depende do motivo. Se o desligamento segue as hipóteses previstas em lei, como o fim natural do contrato, o pedido de demissão do aprendiz ou a justa causa, a multa não é devida. Ela só incide se a empresa dispensar o aprendiz fora dessas hipóteses (art. 433 da CLT).
No máximo 2 anos, já que é um contrato por prazo determinado.
O aprendiz tem os mesmos direitos básicos de qualquer trabalhador CLT, como 13º salário, férias e vale-transporte, além de remuneração nunca inferior ao salário mínimo proporcional à sua jornada.
Em resumo, os benefícios fiscais da contratação de aprendizes representam uma grande vantagem competitiva. Além de reduzir encargos, a empresa ainda cumpre a legislação, investe em formação de qualidade e fortalece seu compromisso com a transformação social.
Com o suporte do ISBET, todo o processo é conduzido com eficiência e responsabilidade, permitindo que sua empresa cresça enquanto ajuda a formar o futuro.
Se sua empresa quer aproveitar esses benefícios fiscais e ainda contar com todo o suporte na triagem, formação e acompanhamento dos aprendizes, fale com o time comercial do ISBET e descubra como funciona o processo do início ao fim.
Já os jovens interessados em ser aprendizes podem cadastrar o currículo ou conferir as vagas abertas diretamente no site do ISBET.
Novembro Azul é uma campanha que visa aumentar a conscientização sobre o câncer de próstata, a segunda forma mais comum de câncer entre os homens. Através de informações, prevenção e apoio, a campanha busca reduzir os índices da doença e encorajar os homens a cuidarem de sua saúde.
Lançada em 2003, a campanha Novembro Azul utiliza a cor azul para chamar a atenção para a saúde masculina, especialmente em relação ao câncer de próstata. Durante todo o mês de novembro, diversas ações são realizadas para informar, educar e mobilizar a população sobre a importância da detecção precoce e do tratamento adequado.
O câncer de próstata é um tumor maligno que se forma na próstata, uma glândula do sistema reprodutor masculino. Embora possa crescer lentamente, em alguns casos, a doença pode se espalhar para outras partes do corpo. Os fatores de risco incluem idade avançada, histórico familiar e estilo de vida.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que, em 2024, mais de 70 mil novos casos de câncer de próstata sejam diagnosticados no Brasil. Os dados mostram que a doença é mais prevalente em homens com mais de 50 anos e que a taxa de mortalidade também tem aumentado. Informar-se é fundamental para a detecção precoce.
A prevenção do câncer de próstata envolve uma combinação de hábitos saudáveis, como:
O tratamento do câncer de próstata pode variar de acordo com o estágio da doença e inclui opções como:
As chances de sobrevivência e cura do câncer de próstata aumentam significativamente quando a doença é detectada precocemente. Dados indicam que, quando diagnosticado em estágios iniciais, a taxa de sobrevivência em cinco anos pode chegar a 99%.
É recomendado que homens a partir dos 50 anos comecem a realizar exames de rotina, como o PSA (Antígeno Prostático Específico) e o toque retal. Aqueles com histórico familiar de câncer de próstata devem iniciar a triagem ainda mais cedo, aos 45 anos.
As políticas públicas desempenham um papel crucial na promoção da saúde masculina. Campanhas de conscientização, acesso a exames e tratamentos, além de programas educativos, são fundamentais para reduzir a incidência do câncer de próstata e melhorar a qualidade de vida dos homens.
As empresas têm um papel importante na promoção da saúde e bem-estar de seus colaboradores. Discutir o Novembro Azul no ambiente de trabalho não apenas demonstra responsabilidade social, mas também ajuda a criar uma cultura de saúde e prevenção entre os funcionários. A promoção de ações educativas e o incentivo à realização de exames podem impactar positivamente a vida dos colaboradores.
Os departamentos de Recursos Humanos podem implementar programas de saúde que incluam palestras, distribuição de materiais informativos e parcerias com profissionais da saúde. Além disso, é fundamental que as empresas ofereçam suporte e incentivo para que seus colaboradores realizem exames preventivos.
Sua empresa pode, certamente, contar com o auxílio do ISBET! Nossa instituição, que tem 53 anos de experiência no mercado, transforma a vida de jovens em todo o país. Além disso, como uma instituição sem fins lucrativos, o ISBET tem como principal ideal o crescimento profissional dos estudantes. Por isso, busca sempre apoiar os primeiros passos da carreira, que muitas vezes são tão desafiadores.
Para as empresas, nosso instituto oferece, de fato, uma ampla gama de soluções. Primeiramente, acompanhamos todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos, alinhamento do perfil com as necessidades específicas do cliente, até a pré-seleção e a finalização dos contratos. Além disso, garantimos a entrega de três candidatos para os dois programas: estagiário em apenas cinco dias e Jovem Aprendiz em sete dias.
Sem dúvida, o maior diferencial do ISBET é a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, conversamos com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil de cada estudante. Dessa forma, encaminhamos o candidato que melhor se adequa à vaga oferecida pela empresa, garantindo um processo mais eficiente e direcionado.
Para maiores informações, acesse: https://isbet.org.br
A presença do jovem aprendiz nas empresas vai além do cumprimento de uma cota ou de uma simples responsabilidade social. Quando bem implementado, o programa pode transformar profundamente a cultura organizacional, trazendo novas perspectivas, maior dinamismo e uma renovação constante que contribui para o crescimento da empresa. A inserção de jovens no ambiente corporativo é um processo de troca: enquanto aprendem e se desenvolvem, ao mesmo tempo, eles também influenciam positivamente a equipe com inovação e energia. Dessa forma, essa interação cria um ambiente de trabalho dinâmico e colaborativo.
O jovem aprendiz (baseado na lei 10.097/2000) chega à empresa com uma mentalidade fresca e sem vícios de trabalho, o que pode ser extremamente valioso. Essa nova perspectiva é fundamental para questionar processos engessados, propor melhorias e contribuir para um ambiente mais colaborativo. Entre os principais impactos estão:
Além de transformar o ambiente de trabalho, a inclusão de um jovem aprendiz oferece benefícios diretos ao crescimento da empresa. Eles são uma força de trabalho promissora e, se bem treinados e integrados, podem se tornar futuros talentos internos. Aqui estão alguns aspectos que favorecem o desenvolvimento da organização:
O programa jovem aprendiz é regulamentado pela Lei da Aprendizagem e oferece a oportunidade para jovens de 14 a 24 anos adquirirem experiência profissional enquanto estudam. Ele conecta o mundo acadêmico ao mercado de trabalho, permitindo que os jovens coloquem em prática os conhecimentos teóricos e compreendam a dinâmica empresarial. Além disso, o programa está estruturado para garantir que os jovens aprendam sobre a cultura organizacional, favorecendo seu desenvolvimento pessoal e profissional.
O ISBET facilita todo o processo de contratação de jovens aprendizes, conectando empresas a jovens talentos. Por meio de uma assessoria completa, o ISBET identifica o perfil ideal de aprendiz para a sua empresa, levando em consideração os valores e as necessidades específicas da organização. Isso garante que o jovem esteja alinhado com a cultura organizacional da empresa desde o início.
Sim! O ISBET atua em todo o Brasil, facilitando a contratação de jovens aprendizes em qualquer região do país. Independentemente de onde a sua empresa esteja localizada, você pode contar com o suporte do ISBET para recrutar e capacitar esses jovens, transformando sua cultura organizacional de maneira estratégica e inclusiva.
Ao optar pelo ISBET para gerenciar o programa de jovem aprendiz, sua empresa ganha mais do que apenas suporte na contratação e gestão desses talentos. O ISBET é especialista em identificar o melhor perfil para cada organização, ajudando a integrar o aprendiz de forma natural na cultura organizacional e a garantir que ele traga impactos positivos ao longo do tempo. Além disso, a empresa cumpre suas obrigações legais enquanto investe no desenvolvimento de profissionais que podem se tornar parte fundamental do seu futuro.
Para maiores informações, acesse: https://isbet.org.br/
O Outubro Rosa é um movimento global que visa conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Durante este mês, diversas ações são realizadas para informar e sensibilizar a sociedade sobre a doença, que é a forma de câncer mais comum entre as mulheres em todo o mundo. O câncer de mama, quando detectado em estágios iniciais, tem altas taxas de cura, o que torna a conscientização ainda mais crucial.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é responsável por aproximadamente 17% das mortes por câncer entre as mulheres no Brasil. Em 2023, estimou-se que cerca de 66.280 novos casos seriam diagnosticados, tornando a detecção precoce ainda mais vital. A mortalidade também é preocupante: em 2020, mais de 18 mil mulheres morreram em decorrência da doença, evidenciando a necessidade urgente de ações efetivas de prevenção e tratamento.
Além disso, o câncer de mama não afeta apenas mulheres cisgênero. Pessoas trans também podem ser diagnosticadas com a doença, embora frequentemente enfrentem barreiras para acesso a informações e cuidados de saúde. É vital incluir essas populações nas campanhas de conscientização, garantindo que todos tenham acesso a informações sobre os riscos e a importância da detecção precoce.
Saiba mais sobre clicando aqui.
Uma das principais ferramentas para a luta contra o câncer de mama são as políticas públicas voltadas para a saúde da mulher. Essas políticas garantem acesso a exames de mamografia e outros serviços de saúde que são essenciais para o diagnóstico precoce. Como destacado pelo Ministério da Saúde, a ampliação do acesso a esses serviços é fundamental para reduzir as taxas de mortalidade associadas à doença. O fortalecimento da Rede de Atenção à Saúde permite um atendimento mais integral e humanizado às mulheres, incluindo ações educativas sobre a importância do autoexame e da detecção precoce.
O Outubro Rosa também é um momento para promover ações comunitárias que incentivem a participação da população. Iniciativas como caminhadas, palestras e eventos educativos ajudam a difundir informações sobre o câncer de mama e a importância do autocuidado. A Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) enfatiza que a informação é uma aliada poderosa na luta contra o câncer, e que o conhecimento sobre fatores de risco e sintomas pode salvar vidas .
A prevenção do câncer de mama envolve uma série de práticas que as mulheres devem adotar ao longo de suas vidas:
O Outubro Rosa é, portanto, uma oportunidade imperdível para promover a conscientização sobre o câncer de mama. Assim, ele permite que empresas e departamentos de RH se envolvam ativamente na luta contra essa doença. Além disso, ao planejar ações que promovam a conscientização e o cuidado com a saúde das funcionárias e colaboradores, as organizações não apenas cumprem um papel social, mas também criam, consequentemente, um ambiente de trabalho mais saudável e solidário.
Nesse sentido, é fundamental que, neste mês de conscientização, todos se unam nessa causa. Com isso, contribuímos para a promoção da saúde e do bem-estar, garantindo que mais mulheres e pessoas trans tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade e informação adequada. Por essa razão, a participação ativa de todos é essencial para a efetividade das ações propostas.
As empresas têm um papel fundamental na promoção da saúde e bem-estar de seus colaboradores. Participar ativamente do Outubro Rosa é uma forma de demonstrar que a organização se preocupa com a saúde de suas funcionárias e colaboradores. Isso pode incluir:
O departamento de Recursos Humanos deve planejar e implementar ações que promovam a saúde e o bem-estar dos colaboradores, como:
É importante ressaltar que o câncer de mama é mais comum em mulheres mais velhas, mas casos raros também ocorrem em jovens. A conscientização deve incluir essa faixa etária, enfatizando o apoio emocional e psicológico. Isso é essencial tanto para os jovens afetados quanto para suas famílias. Além disso, disseminar informações sobre a doença ajuda os jovens a se prepararem para lidar com a situação. Dessa forma, eles podem oferecer suporte adequado a familiares e amigos que enfrentam o diagnóstico.
Engajar-se no Outubro Rosa traz benefícios não apenas para as funcionárias, mas também para a empresa como um todo:
Sua empresa pode, certamente, contar com o auxílio do ISBET! Nossa instituição, que tem 53 anos de experiência no mercado, transforma a vida de jovens em todo o país. Além disso, como uma instituição sem fins lucrativos, o ISBET tem como principal ideal o crescimento profissional dos estudantes. Por isso, busca sempre apoiar os primeiros passos da carreira, que muitas vezes são tão desafiadores.
Para as empresas, nosso instituto oferece, de fato, uma ampla gama de soluções. Primeiramente, acompanhamos todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos, alinhamento do perfil com as necessidades específicas do cliente, até a pré-seleção e a finalização dos contratos. Além disso, garantimos a entrega de três candidatos para os dois programas: estagiário em apenas cinco dias e Jovem Aprendiz em sete dias.
Sem dúvida, o maior diferencial do ISBET é a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, conversamos com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil de cada estudante. Dessa forma, encaminhamos o candidato que melhor se adequa à vaga oferecida pela empresa, garantindo um processo mais eficiente e direcionado.
Para maiores informações, acesse: https://isbet.org.br
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o suicídio é a quarta principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no mundo. É um número que pesa como uma pedra no bolso: pequeno na estatística, enorme em cada vida que carrega. Por trás de cada caso, existe uma história que poderia ter tomado outro rumo. Bastaria alguém ter percebido a tempo, ou a conversa ter sido mais fácil de começar.
É exatamente para isso que existe o Setembro Amarelo: abrir uma porta que, para muita gente, ainda parece trancada a sete chaves.
O Setembro Amarelo é a campanha brasileira de prevenção ao suicídio. Foi criada em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), em parceria com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria. Todos os anos, ela transforma um mês inteiro em um megafone para um assunto que, na maior parte do tempo, é tratado em sussurro.
A cor amarela não foi escolhida por acaso. Ela nasceu nos Estados Unidos, nos anos 1990. Os pais de um jovem chamado Mike Emme, que pintava fitas amarelas em seu carro, distribuíram o mesmo símbolo no funeral dele. Era um pedido silencioso: que ninguém mais precisasse chegar até ali sozinho.
Para um jovem no primeiro emprego, o trabalho ocupa um espaço enorme da rotina, às vezes maior do que a família consegue acompanhar de perto. É ali que ele passa boa parte do dia, cria vínculos e constrói a própria identidade fora de casa. Por isso, o ambiente de trabalho pode ser tanto um porto seguro quanto um lugar de esconderijo. Ali, o sofrimento às vezes se disfarça atrás de um sorriso de circunstância.
Ignorar o tema não faz o problema desaparecer, apenas empurra a conversa para debaixo do tapete. Ao contrário do que muita gente ainda acredita, falar abertamente sobre saúde mental e suicídio não planta a ideia em quem nunca pensou nisso. Na verdade, é o oposto: o silêncio é que isola, e é a escuta aberta que aproxima.
Mudanças bruscas de comportamento costumam ser o primeiro fio solto a puxar. Alguém que sempre foi participativo some das conversas. Ou passa a demonstrar cansaço extremo mesmo em tarefas leves. Frases como “não aguento mais” ou “seria mais fácil se eu não estivesse aqui” merecem atenção genuína, mesmo ditas em tom de brincadeira. Elas pedem escuta, não um sorriso amarelo de desconforto.
Isolamento social repentino, queda brusca de desempenho e descuido com a própria aparência também acendem um sinal amarelo. Nenhum desses sinais, isolado, é uma sentença. Juntos, porém, formam um padrão que pede uma pergunta direta e cuidadosa, não o silêncio de quem prefere não se meter.
Perguntar diretamente, “você está pensando em se machucar?”, não é um gatilho, é uma mão estendida. Especialistas em prevenção são unânimes nesse ponto. Essa pergunta, feita com genuína preocupação, tende a trazer alívio para quem sofre. Afinal, alguém finalmente nomeou o que estava sendo carregado em segredo.
Escutar sem interromper vale mais do que qualquer conselho pronto. Evite frases como “isso vai passar” ou “pensa pelo lado bom”. Mesmo bem-intencionadas, elas soam como quem fecha uma porta na tentativa de abrir uma janela. Em veze disso, valide o que a pessoa sente. Depois, ofereça companhia até que ela busque ajuda especializada.
O CVV (Centro de Valorização da Vida) atende gratuitamente, 24 horas por dia, todos os dias da semana. O contato pode ser pelo telefone 188, pelo chat em cvv.org.br, por e-mail ou presencialmente em postos espalhados pelo Brasil. O sigilo é garantido: ninguém precisa se identificar para ser ouvido.
Empresas também podem indicar o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) mais próximo ou o convênio de saúde do colaborador. O importante é nunca deixar quem pede ajuda esperando. Afinal, o intervalo entre o pedido e a resposta é justamente onde o cuidado faz a diferença.
O Setembro Amarelo não pede grandes gestos. Pede atenção simples: um “como você está, de verdade?” dito com tempo para ouvir a resposta inteira. Em um ambiente de trabalho que acolhe jovens no início de carreira, essa atenção vira ponte. Ela liga um dia difícil a um pedido de ajuda que chega a tempo.
Falar sobre suicídio pode incentivar alguém a tentar?
Não. As evidências mostram o contrário: perguntar diretamente e com cuidado tende a trazer alívio, não risco. Isso porque quebra o isolamento de quem sofre em silêncio.
Como devo agir se um colega demonstrar sinais de alerta?
Pergunte diretamente e com empatia como a pessoa está. Escute sem julgar. Depois, ajude a buscar apoio profissional, seja pelo CVV (188) ou pelo convênio de saúde disponível.
O CVV cobra alguma coisa pelo atendimento?
Não. O atendimento é totalmente gratuito, sigiloso e disponível 24 horas por dia, todos os dias, pelo telefone 188, chat ou e-mail.
Por que o Setembro Amarelo é importante também dentro das empresas?
Porque o trabalho ocupa grande parte da rotina de jovens profissionais. Um ambiente que acolhe o tema abertamente ajuda a identificar sinais de sofrimento antes que se agravem.
O ISBET conecta empresas a jovens aprendizes com acompanhamento próximo em toda a jornada, incluindo o cuidado com adaptação e bem-estar no primeiro emprego. Conheça o programa ou veja as vagas abertas.
Nos dias 27, 28 e 29 de agosto, o ISBET, uma das mais tradicionais ONGs dedicadas à inclusão social de jovens em vulnerabilidade, participou do CONARH 2024, a maior feira de RH da América Latina. O evento, que reúne profissionais e especialistas do setor de recursos humanos, foi uma oportunidade única para o ISBET demonstrar sua missão, expandir sua rede de contatos e destacar as iniciativas que vêm transformando vidas ao longo de 53 anos de história.

A presença do ISBET no CONARH 2024 foi marcada pela construção de novas parcerias estratégicas. O stand da organização tornou-se um ponto de encontro para gestores, recrutadores e líderes interessados em projetos sociais que aliam capacitação profissional e inclusão. Essas conexões são essenciais para fortalecer a missão do ISBET e garantir que mais jovens tenham acesso a oportunidades no mercado de trabalho.


Para tornar a participação ainda mais especial, o ISBET promoveu sorteios de 3 super kits premium personalizados, que incluíam itens como kit churrasco, copo Stanley, mochila, entre outros brindes de alta qualidade. As três sortudas que levaram esses kits para casa certamente saíram com uma lembrança positiva da instituição. Além disso, a roleta de brindes no stand foi um sucesso, atraindo visitantes e gerando interações valiosas.




O sucesso do ISBET no CONARH 2024 não seria possível sem o empenho de sua equipe. Com dedicação e entusiasmo, o time do ISBET apresentou ao público o impacto do trabalho da organização, reforçando o compromisso com o futuro dos jovens e o desenvolvimento social. Os superintendentes: Luis Mesquita, Sônia Pelay e Elisabeth Pelay estiveram presentes, prestigiando o trabalho da equipe e destacando a importância de eventos como o CONARH para ampliar o alcance do ISBET.
Participar do CONARH 2024 permitiu ao ISBET não apenas mostrar sua relevância no cenário social, mas também fortalecer sua atuação no mercado de RH. O evento proporcionou um espaço de troca de ideias, novas perspectivas e a possibilidade de firmar colaborações que impulsionam o crescimento de projetos sociais. Em um ambiente onde o futuro do trabalho é o foco, o ISBET se destacou ao mostrar que a inclusão de jovens é fundamental para a construção de um mercado mais justo e igualitário.
Ao longo de seus 53 anos, o ISBET tem se dedicado a transformar a vida de jovens por meio da educação e da inserção no mercado de trabalho. O projeto social da organização se fortalece com eventos como o CONARH, que permitem amplificar a mensagem e atrair parceiros que compartilham dos mesmos valores. A participação no evento reforça o compromisso do ISBET com a inclusão, o desenvolvimento e a promoção de oportunidades para aqueles que mais precisam.
O programa de estágio é embasado na Lei nº 11.788/2008, que determina. Ou seja, trata-se de, então, colocar em prática o que se está estudando. Dessa forma, o objetivo é proporcionar ao estudante uma experiência prática em sua área de estudo, além de complementar a formação acadêmica e, assim, facilitar a inserção no mercado de trabalho.
O Programa Jovem Aprendiz está regulamentado pela Lei nº 10.097/2000, também conhecida como a Lei de Aprendizagem, aprovada em 19 de dezembro de 2000. Essa lei determina que empresas de médio e grande porte são obrigadas a contratar, no mínimo, 5% e, no máximo, 15% de jovens aprendizes. O não cumprimento da lei pode gerar autuação pelos órgãos fiscalizadores.
A lei permite que jovens de 14 a 24 anos, cursando ou tendo concluído o ensino médio, ingressem no mercado de trabalho como aprendizes, garantindo sua subsistência e ensinando-lhes um novo ofício.
O programa de aprendizagem é a única maneira de contratar legalmente um jovem menor de 16 anos. Além disso, diferente do programa de estágio, a CLT (Carteira de Trabalho) regulamenta o jovem aprendiz, garantindo-lhe vínculo empregatício e todos os direitos previstos pelo registro em CLT.
Sua empresa pode contar com o auxílio do ISBET! Nossa instituição tem 53 anos no mercado, mudando a vida de jovens por todo o país. Além disso, sendo uma instituição sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes. Dessa forma, busca sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.
Para empresas, nossa instituição oferece as mais diversas soluções. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos, alinhamento do perfil de acordo com a necessidade do cliente, até a pré-seleção e realização dos contratos. Além disso, entregamos três candidatos para os dois programas: estagiário em cinco dias e programa de Jovem Aprendiz em sete dias. O maior diferencial do ISBET é, sem dúvida, a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, temos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil do estudante, encaminhando assim o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
O ISBET está sempre pensando no futuro dos jovens e estudantes, por isso vamos marcar presença no CONARH 2024 (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas). O evento, um dos mais importantes do país na área de Recursos Humanos, reúne líderes, profissionais e instituições que fazem a diferença na formação e capacitação de pessoas para o mercado de trabalho. A presença do ISBET no CONARH destaca o papel fundamental que a instituição desempenha na integração de jovens no mercado de trabalho por meio dos programas de estágio e jovem aprendiz.
O CONARH é um dos maiores eventos de RH da América Latina, atraindo milhares de participantes anualmente. O congresso é uma plataforma para discussões inovadoras sobre o futuro do trabalho, tendências em gestão de pessoas, e a importância da inclusão e diversidade no ambiente corporativo. Para o ISBET, estar presente no evento é uma oportunidade única de mostrar o impacto de suas ações e fortalecer parcerias que possam ampliar o alcance dos seus programas.
Durante o CONARH 2024, o ISBET destacará sua missão de transformar a vida de jovens em situação de vulnerabilidade social, oferecendo oportunidades reais de inserção no mercado de trabalho. Através de seus programas de estágio e jovem aprendiz, o ISBET atua como um agente de mudança, proporcionando a esses jovens não apenas uma porta de entrada para o mercado, mas também a chance de construir um futuro mais promissor.
Ao longo do evento, a instituição vai compartilhar experiências e boas práticas que demonstram o impacto de suas ações. Jovens que antes estavam à margem do mercado de trabalho, agora encontram no ISBET um caminho para desenvolver suas habilidades, ganhar experiência e alcançar a independência financeira. O foco está em capacitar esses jovens para que possam enfrentar os desafios profissionais e pessoais, transformando suas realidades.
Os programas de estágio e jovem aprendiz oferecidos pelo ISBET têm um impacto significativo na formação dos jovens brasileiros. Ao participar do CONARH 2024, a instituição tem a oportunidade de compartilhar suas práticas bem-sucedidas e inspirar outras organizações a seguirem esse caminho. Os jovens que passam pelo ISBET recebem não apenas uma oportunidade de emprego, mas também um preparo completo, com orientação profissional, dinâmicas e mapeamento de perfil, para que estejam prontos para os desafios do mercado.
A participação do ISBET no CONARH 2024 também representa uma oportunidade de fortalecer e criar novas parcerias estratégicas. Nesse sentido, empresas que buscam promover a diversidade e a inclusão em seus quadros podem se beneficiar diretamente da expertise do ISBET na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.
Além disso, essas parcerias não apenas ajudam a transformar a vida dos jovens, mas também contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Dessa forma, unir esforços entre instituições e empresas fortalece o impacto social, ao mesmo tempo em que promove desenvolvimento profissional e engajamento comunitário.
Durante o CONARH 2024, não deixe de visitar o estande do ISBET, localizado no Espaço de Oportunidades, estande OP 24. Nos dias 27, 28 e 29 de agosto, na São Paulo Expo, a equipe do ISBET estará à disposição para apresentar seus programas de estágio e jovem aprendiz, além de compartilhar histórias de sucesso e mostrar como a instituição tem transformado a vida de jovens em vulnerabilidade social. Venha conhecer de perto o trabalho que fazemos e como você pode se envolver nessa causa tão importante!
Sua empresa pode contar com o auxílio do ISBET! Nossa ONG tem 53 anos no mercado, mudando a vida de jovens e estudantes por todo o país. Além disso, sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes. Dessa forma, busca sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.
Para empresas, nossa ONG tem as mais diversas soluções. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga até a captação de candidatos. Em seguida, fazemos o alinhamento do perfil conforme a necessidade do cliente, seguido pela pré-seleção e realização dos contratos. Além disso, entregamos três candidatos para os dois programas: estagiário em cinco dias e programa de Jovem Aprendiz em sete dias. O maior diferencial do ISBET, sem dúvida, é a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, realizamos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil do estudante, encaminhando assim o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa.
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
Na última sexta-feira, 02 de agosto de 2024, o Instituto Brasileiro Pró-Educação, Trabalho e Desenvolvimento (ISBET) celebrou 53 anos com um evento especial em Indaiatuba, SP. A cerimônia foi uma homenagem à trajetória de mais de cinco décadas da instituição, que tem sido uma força motriz na educação e inserção profissional de jovens no Brasil.
Confira nosso vídeo de comemoração aos 53 anos do ISBET:
O evento em Indaiatuba reuniu importantes figuras da instituição e parceiros, homenageando aqueles que contribuíram para o crescimento do ISBET. Entre os homenageados estavam:
A cerimônia contou também com a presença de várias autoridades e representantes regionais, incluindo:
Além do evento, todas as unidades cantaram parabéns para a instituição. São 42 polos diferentes comemorando os 53 anos do ISBET. Foi um dia de muita festa e agradecimento!





Fundado em 1971 como Sociedade Brasileira de Estudos Pedagógicos (SBEP), o ISBET foi inicialmente focado no treinamento de professores para a implementação da LDB 5692/71.
Em 2001, a organização foi renomeada para ISBET, ampliando seu escopo para incluir programas de estágio e aprendizagem que atendem jovens em vulnerabilidade social. Hoje, o ISBET possui 42 unidades distribuídas por mais de 11 estados brasileiros, continuando a crescer e impactar vidas.
Ao longo de sua existência, o ISBET beneficiou diretamente 137.917 jovens aprendizes e 334.311 estagiários, além de realizar mais de 1.840.269 atendimentos. A instituição trabalha em parceria com empresas, escolas e ONGs, oferecendo programas que promovem a qualificação profissional e a inserção no mercado de trabalho para jovens e adolescentes.
Os programas do ISBET, como o Jovem Aprendiz e o Programa de Estágio, são reconhecidos pela qualidade e pela capacidade de transformar vidas. Através de uma equipe multidisciplinar composta por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais, a instituição garante suporte completo aos jovens durante o período de aprendizagem.
A celebração dos 53 anos do ISBET foi, antes de mais nada, um momento para reconhecer o trabalho árduo e a dedicação de todos os colaboradores, jovens e parceiros que fizeram parte dessa trajetória. Além disso, a instituição agradeceu a todos que trilharam esse caminho junto.
Nesse sentido, a colaboração de cada um foi fundamental para que, consequentemente, o ISBET se tornasse uma referência em programas de aprendizagem e estágio no Brasil. Portanto, o reconhecimento e o sucesso alcançado são, de fato, frutos do esforço coletivo, o que reforça a importância de união, comprometimento e trabalho em equipe.
Parabéns, ISBET, pelos 53 anos de compromisso com a educação e o desenvolvimento social dos jovens brasileiros! Que os próximos anos continuem a ser de crescimento e transformação.
Programa de Estágio: Em primeiro lugar, o programa de estágio é embasado na Lei nº 11.788/2008, que determina que o estágio é um ato educativo escolar supervisionado desenvolvido no ambiente de trabalho. Ou seja, trata-se de colocar em prática o que se está estudando. Portanto, a aplicação dos conhecimentos adquiridos é essencial para consolidar a aprendizagem e alcançar os objetivos propostos. Além disso, o objetivo é proporcionar ao estudante experiência prática na sua área de estudo, complementando, dessa forma, a formação acadêmica e facilitando, consequentemente, a inserção no mercado de trabalho.
Programa Jovem Aprendiz: O Programa Jovem Aprendiz pertence a Lei 10.097/2000, também conhecida como a Lei de Aprendizagem, que foi aprovada em 19 de dezembro de 2000 e determina que empresas de médio e grande porte são obrigadas a contratar, no mínimo, 5% e, no máximo, 15% jovens aprendizes, e o não cumprimento da lei pode gerar autuação pelos órgãos fiscalizadores.
A lei permite que jovens de 14 a 24 anos, cursando ou tendo concluído o ensino médio, entrem no mercado de trabalho como aprendizes, garantindo sua subsistência e ensinando-lhes um novo ofício.
O programa de aprendizagem é, antes de mais nada, a única maneira de contratar um jovem menor de 16 anos de maneira legal. Além disso, diferentemente do programa de estágio, a CLT (Carteira de Trabalho) regulamenta o jovem aprendiz. Consequentemente, ele possui vínculo empregatício e, assim, todos os direitos previstos pelo registro em CLT.
O ISBET tem 53 anos no mercado mudando a vida de jovens por todo o país. Além disso, sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes, buscando sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.
Para começar, nossa ONG oferece as mais diversas soluções para sua empresa. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga. Em seguida, realizamos a captação de candidatos e o alinhamento de perfil conforme a necessidade do cliente. Posteriormente, efetuamos a pré-seleção e, logo depois, prosseguimos com a realização dos contratos. Dessa forma, garantimos um processo organizado e eficiente do início ao fim.
Entregamos em até 7 dias 3 candidatos para o programa de Jovem Aprendiz. O maior diferencial do ISBET é a nossa orientação profissional. Durante 1 hora, temos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e ali mapeamos o perfil do estudante, encaminhando o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa.
Assista ao nosso vídeo aqui e entenda um pouco sobre nossas soluções;
Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.
Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco
E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:
Deixe um comentário