Saber quanto ganha jovem aprendiz é uma das dúvidas mais comuns entre quem deseja entrar no mercado de trabalho. Atualmente, o salário varia conforme a carga horária e a empresa.

Além disso, o valor é calculado com base no salário mínimo por hora.

Como o salário é calculado

Em primeiro lugar, o pagamento é proporcional às horas trabalhadas. Ou seja, quanto maior a jornada dentro do limite legal, maior será o salário.

Dessa forma, aprendizes que trabalham 4 ou 6 horas por dia recebem valores diferentes.

Além disso, o cálculo segue regras definidas pela legislação.

Benefícios garantidos

Outro ponto importante são os benefícios. Além do salário, o jovem aprendiz tem direito a carteira assinada.

Assim, recebe férias, 13º salário e FGTS.

Além disso, muitas empresas oferecem vale-transporte e outros benefícios adicionais.

Diferença entre empresas

Por outro lado, o valor pode variar entre empresas. Algumas organizações oferecem salários acima do mínimo.

Assim, isso depende da política interna e do setor de atuação.

Vale a pena financeiramente?

Outro fator relevante é entender o custo-benefício. Mesmo que o salário inicial não seja alto, a experiência adquirida é muito valiosa.

Além disso, o aprendizado pode gerar oportunidades futuras com ganhos maiores.

Possibilidade de crescimento

Da mesma forma, muitos jovens são efetivados após o programa.

Consequentemente, passam a ter salários mais altos e mais benefícios.

Um investimento no futuro

Por fim, entender quanto ganha jovem aprendiz ajuda a tomar decisões mais conscientes.

Portanto, mais do que o valor imediato, o programa representa um investimento no crescimento profissional.

Quer contratar estagiários e jovens aprendizes com o ISBET?

Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.

Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco

E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:

Entenda que a venda é apenas o começo

Muitas empresas concentram todos os esforços na conquista do contrato e, depois disso, reduzem o nível de atenção. No entanto, a fidelização de clientes corporativos começa justamente após o fechamento.

Nesse sentido, o período pós-venda se torna decisivo. A forma como a empresa entrega o serviço, responde dúvidas e acompanha resultados impacta diretamente na percepção de valor. Portanto, manter um contato ativo, próximo e estruturado é essencial.

Ofereça acompanhamento e suporte estratégico

Clientes corporativos não querem apenas fornecedores, mas sim parceiros estratégicos. Dessa forma, oferecer reuniões periódicas, relatórios de desempenho e sugestões de melhoria demonstra comprometimento com os resultados.

Além disso, quando a empresa antecipa problemas e propõe soluções antes mesmo de ser acionada, o nível de confiança aumenta consideravelmente. Assim, o relacionamento se fortalece de maneira consistente.

Personalize o relacionamento

Cada empresa possui desafios específicos. Por isso, a fidelização de clientes corporativos depende diretamente da personalização.

Adaptar a comunicação, entender metas internas e propor soluções alinhadas à realidade do cliente faz toda a diferença. Dessa maneira, o vínculo se torna mais sólido.

Consequentemente, quanto mais personalizada for a experiência, maior será a probabilidade de renovação contratual.

Gere valor contínuo além do contrato

Outro ponto importante é oferecer valor além do serviço contratado. Ou seja, não se limite ao básico.

Isso pode incluir conteúdos exclusivos, insights de mercado, convites para eventos ou até mesmo sugestões estratégicas. Além disso, esse tipo de ação demonstra interesse genuíno no crescimento do cliente.

Como resultado, a relação deixa de ser apenas comercial e passa a ser colaborativa.

Resolva problemas com agilidade e transparência

Falhas podem acontecer em qualquer empresa. No entanto, o diferencial está na forma como elas são tratadas.

Agilidade, comunicação clara e responsabilidade fortalecem a credibilidade. Por outro lado, omissões e demora na resolução comprometem diretamente a fidelização de clientes corporativos.

Portanto, empresas valorizam parceiros que assumem erros e apresentam soluções rápidas e eficientes.

Crie programas de relacionamento e benefícios

Programas de fidelidade também podem ser aplicados no mercado B2B. Nesse sentido, oferecer condições especiais para renovações, upgrades estratégicos ou benefícios exclusivos incentiva a continuidade do contrato.

Além disso, clientes satisfeitos tendem a indicar novos parceiros de negócio. Dessa forma, a empresa não apenas retém, mas também cresce.

Acompanhe indicadores de retenção

Para fortalecer a fidelização de clientes corporativos, é fundamental acompanhar métricas relevantes, como taxa de renovação, tempo médio de contrato e nível de satisfação.

Esses dados permitem identificar possíveis riscos de cancelamento. Assim, é possível agir de forma preventiva antes que o cliente se perca.

Conclusão

Fidelizar clientes no mercado B2B exige consistência, estratégia e, principalmente, foco em relacionamento. No entanto, quando bem executada, essa prática transforma contratos pontuais em parcerias duradouras.

Dessa forma, a empresa não apenas garante receita recorrente, mas também constrói uma base sólida de crescimento sustentável ao longo do tempo.

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A produtividade empresarial é um dos principais indicadores de desempenho dentro das organizações. Empresas que conseguem produzir mais com qualidade e eficiência se destacam no mercado.

Nesse contexto, o jovem aprendiz pode desempenhar um papel estratégico na melhoria da produtividade.

O que influencia a produtividade nas empresas

Antes de tudo, é importante entender que a produtividade não depende apenas de processos.

Ela está diretamente ligada às pessoas, ao ambiente de trabalho e à cultura organizacional.

Além disso, fatores como motivação, treinamento e organização impactam diretamente nos resultados.

O jovem aprendiz como apoio operacional inteligente

O jovem aprendiz pode contribuir significativamente para a produtividade ao apoiar atividades operacionais.

Dessa forma, profissionais mais experientes conseguem focar em tarefas estratégicas.

Como resultado, há uma melhor distribuição de trabalho dentro da equipe.

Além disso, processos se tornam mais ágeis e organizados.

Energia e disposição como diferencial

Jovens aprendizes costumam trazer energia e disposição para o ambiente corporativo.

Isso impacta diretamente na dinâmica da equipe.

Além disso, a vontade de aprender faz com que esses profissionais se dediquem às atividades com mais atenção.

Consequentemente, o nível de entrega tende a melhorar.

Desenvolvimento contínuo aumenta performance

A produtividade também está ligada ao desenvolvimento profissional.

O jovem aprendiz passa por um processo de aprendizagem constante.

Com isso, evolui rapidamente e se torna mais eficiente em suas funções.

Além disso, o acompanhamento ajuda a corrigir erros e melhorar processos.

Integração com a equipe

Outro ponto importante é a integração com a equipe.

Quando bem orientado, o jovem aprendiz contribui para um ambiente mais colaborativo.

Além disso, a troca de conhecimento entre colaboradores melhora o desempenho coletivo.

Como resultado, a produtividade não cresce apenas individualmente, mas em grupo.

Como aumentar a produtividade com jovem aprendiz

Para aproveitar esse potencial, a empresa precisa agir de forma estratégica.

É importante definir funções claras

Oferecer treinamento adequado

Acompanhar desempenho

Aplicar feedbacks constantes

Integrar o jovem à equipe

Dessa forma, o jovem aprendiz deixa de ser apenas apoio e passa a gerar valor real.

Conclusão

A produtividade empresarial está diretamente ligada à forma como a empresa desenvolve e organiza suas equipes.

O jovem aprendiz, quando bem aplicado, contribui para um ambiente mais eficiente, organizado e produtivo.

Empresas que utilizam esse modelo de forma estratégica conseguem melhorar seus resultados e se destacar no mercado.

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Desde 1º de janeiro de 2026, o salário mínimo nacional é de R$ 1.621,00, definido pelo Decreto nº 12.797/2025. Em relação aos R$ 1.518,00 de 2025, é um reajuste de R$ 103,00, cerca de 6,8%. Como o salário do jovem aprendiz é calculado com base no mínimo, esse reajuste sobe automaticamente o piso de quem está no programa.

Por que o salário mínimo muda todo ano

O reajuste do salário mínimo é definido por decreto do governo federal e costuma considerar a inflação do ano anterior mais um fator de crescimento real, quando a política vigente prevê isso. O novo valor passa a valer a partir de 1º de janeiro e serve de base para uma série de outros cálculos trabalhistas, entre eles o piso do jovem aprendiz.

Como isso afeta o salário do jovem aprendiz

A Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000) garante ao aprendiz remuneração proporcional às horas trabalhadas, calculada sobre o salário mínimo (ou o piso da categoria, quando maior). Ou seja: toda vez que o mínimo sobe, o valor mínimo que a empresa pode pagar ao aprendiz sobe junto, na mesma proporção. Quer ver os valores exatos por carga horária, de 4 a 6 horas por dia? Temos uma calculadora e tabela completa neste guia.

O que mais muda além do salário

O reajuste do mínimo também impacta outros valores do contrato de aprendizagem: o 13º salário e as férias proporcionais, calculados sobre a nova base, e o teto de benefícios como vale-transporte quando atrelado ao salário mínimo regional. O FGTS do aprendiz continua com a alíquota reduzida de 2%, mas incide sobre o novo valor da remuneração.

O ISBET ainda oferece programa de estágio?

Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento do jovem dentro da empresa.

Perguntas frequentes

Qual é o salário mínimo vigente?
R$ 1.621,00, desde 1º de janeiro de 2026, conforme o Decreto nº 12.797/2025.

Qual foi o reajuste em relação a 2025?
O mínimo subiu de R$ 1.518,00 para R$ 1.621,00, um aumento de R$ 103,00, cerca de 6,8%.

O salário do jovem aprendiz sobe automaticamente com o reajuste?
Sim. Como é calculado de forma proporcional ao salário mínimo (ou ao piso da categoria, quando maior), o valor mínimo pago ao aprendiz acompanha o reajuste.

Onde vejo o valor exato por carga horária?
Na nossa tabela e calculadora, com valores para jornadas de 4 a 6 horas por dia.

O ISBET ainda oferece programa de estágio?
Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz.

Quer começar sua carreira como Jovem Aprendiz?

O ISBET conecta jovens a vagas de aprendizagem em empresas parceiras, com apoio na formação teórica durante todo o contrato.

Cadastro de currículo: isbet.org.br/curriculo/

Cadastro em vagas: isbet.org.br/vagas/

Ser proativo é uma das qualidades mais valorizadas no ambiente de trabalho moderno. Em um mundo profissional cada vez mais dinâmico, empresas procuram colaboradores que não apenas executem tarefas, mas que também antecipem problemas, proponham soluções e assumam responsabilidades com autonomia.

Por outro lado, quando a proatividade não está presente, surgem desafios que afetam o desempenho das equipes. Neste artigo, vamos explorar como age alguém que não é proativo, como estimular essa habilidade nos times e como lidar com colegas ou funcionários que têm um comportamento reativo. Portanto, se você quer crescer na carreira ou melhorar o clima da sua equipe, continue a leitura.

Como age alguém que não é proativo?

Em primeiro lugar, é importante entender os sinais de falta de proatividade. Pessoas que não são proativas costumam:

Esse comportamento pode gerar gargalos na rotina da equipe, atrasos em projetos e até sobrecarregar colegas mais engajados. Além disso, a falta de iniciativa costuma ser interpretada como desmotivação ou falta de comprometimento.

Qual é o oposto de ser proativo?

O oposto de proatividade é a reatividade. Enquanto o profissional proativo age antes que algo aconteça, o reativo espera os acontecimentos para só então agir. Essa diferença é crucial, principalmente em cargos que exigem autonomia, gestão de crises e solução de problemas.

Por exemplo, um profissional proativo já começa a organizar o processo quando percebe que a demanda vai aumentar. Já o reativo só começa a correr atrás depois que o problema está instalado.

Consequentemente, equipes compostas majoritariamente por pessoas reativas tendem a ter baixo desempenho e mais conflitos internos.

Como lidar com a reatividade no trabalho?

Lidar com colegas ou liderados que têm uma postura reativa exige empatia, paciência e estratégia. Veja algumas dicas práticas:

  1. Dê feedbacks claros e construtivos: aponto comportamentos específicos e suas consequências.
  2. Crie um ambiente seguro para sugestões e tomada de decisões.
  3. Incentive a autonomia, mesmo que aos poucos.
  4. Ofereça capacitação para que o colaborador se sinta mais preparado para agir com iniciativa.
  5. Reforce comportamentos positivos: quando alguém demonstra proatividade, valorize!

Portanto, não adianta apenas criticar; é preciso mostrar o caminho e estimular a mudança de postura.

Como estimular a proatividade no trabalho?

A boa notícia é que proatividade é uma habilidade que pode ser desenvolvida. Sim, mesmo profissionais mais passivos podem evoluir com o tempo, desde que recebam orientação adequada.

Veja como estimular esse comportamento:

Logo, com o tempo, é possível construir uma cultura organizacional mais ágil e inovadora.

Como lidar com um profissional não proativo?

Quando a falta de proatividade prejudica os resultados da equipe, é preciso agir. Contudo, é importante não rotular ou julgar o profissional — o ideal é entender as causas da postura reativa.

Será que ele está inseguro? Sobrecarregado? Mal orientado?

A partir disso, siga este plano:

Por fim, caso não haja evolução, será necessário revisar se o colaborador realmente se encaixa no perfil e nas demandas da função.

Conclusão

Ser proativo é uma vantagem competitiva no mercado de trabalho. Empresas valorizam cada vez mais pessoas que assumem o controle da própria entrega, propõem ideias e buscam soluções de forma autônoma.

No entanto, nem todos desenvolvem essa habilidade no mesmo ritmo. Por isso, líderes e colegas devem atuar juntos para criar um ambiente que incentive a proatividade, sem julgamentos, mas com foco em evolução.

Em resumo, seja você o exemplo de iniciativa que gostaria de ver em sua equipe. E, se estiver liderando alguém que ainda não é proativo, lembre-se: paciência, estratégia e comunicação fazem toda a diferença.

Como se cadastrar para ser jovem aprendiz e estagiário no ISBET?

O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:

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Quando se fala em conseguir um emprego, muitos pensam apenas em currículo, diploma ou experiência. Mas, na prática, o que uma empresa realmente quer de um profissional vai muito além disso. Entender essas expectativas pode ser o diferencial para se destacar em um processo seletivo, crescer dentro da organização e construir uma carreira sólida.

Para te ajudar a enxergar isso com clareza, vamos explorar o que as empresas valorizam, tanto de forma geral quanto em áreas específicas como a de TI (Tecnologia da Informação). Além disso, você verá como se preparar melhor para atender a essas exigências — mesmo que esteja no início da jornada profissional.

O que as empresas buscam em um profissional?

Antes de mais nada, é importante saber que as empresas valorizam atitudes tanto quanto habilidades técnicas. Isso significa que, embora o conhecimento técnico seja importante, o comportamento no ambiente de trabalho é igualmente observado.

Veja as qualidades mais buscadas atualmente:

Além disso, inteligência emocional, pensamento crítico e resolução de problemas são habilidades cada vez mais valorizadas. Portanto, focar apenas em diplomas pode ser um erro: as soft skills estão em alta.

O que as empresas buscam em um profissional de TI?

No setor de TI, os requisitos mudam um pouco. Embora as habilidades técnicas sejam o ponto de partida, o diferencial está na combinação entre domínio técnico e habilidades interpessoais.

As empresas de tecnologia, hoje, costumam procurar:

Em resumo, não basta saber programar: é preciso entender o impacto do seu código no negócio. Por isso, cada vez mais empresas preferem profissionais completos, que saibam se comunicar bem, entregar resultados e se manter atualizados.

O que as empresas mais buscam hoje?

O mundo do trabalho está mudando. Por isso, as exigências das empresas também evoluíram. Atualmente, com a transformação digital e novas formas de trabalho, algumas características se tornaram praticamente obrigatórias.

Confira o que as empresas mais buscam hoje:

  1. Capacidade de adaptação – Quem não acompanha o ritmo das mudanças, fica para trás.
  2. Autonomia – O modelo híbrido e o home office exigem que o profissional saiba se organizar.
  3. Iniciativa para aprender – Muitas empresas valorizam quem busca conhecimento por conta própria.
  4. Mentalidade de crescimento – Profissionais dispostos a melhorar e evoluir constantemente.
  5. Foco em resultados – O que mais importa no fim do dia é o impacto do seu trabalho.

Além disso, empresas buscam profissionais alinhados aos seus valores, pois o fit cultural está cada vez mais importante nas decisões de contratação e promoção. Portanto, estudar a missão e os princípios da empresa também é uma dica valiosa.

O que a empresa deseja do funcionário?

Independentemente da área, toda empresa espera comprometimento com resultados, boa convivência no time e responsabilidade. Mas, mais do que isso, ela deseja que o funcionário vista a camisa do negócio, ou seja, se envolva com os objetivos da organização e traga soluções, não apenas tarefas cumpridas.

De modo geral, o funcionário ideal para qualquer empresa:

Por consequência, quem consegue mostrar essas qualidades no dia a dia tende a ser promovido, indicado para oportunidades melhores ou até convidado para liderar projetos estratégicos. Não se trata apenas de “ter um emprego”, mas sim de fazer parte de algo maior.

Conclusão

Saber o que uma empresa busca em um profissional é essencial para alinhar expectativas e crescer na carreira. Seja você um iniciante no mercado ou alguém em transição, desenvolver habilidades técnicas, emocionais e comportamentais é o caminho para ser notado e valorizado.

Não basta apenas “fazer bem o seu trabalho”. É preciso se comunicar, evoluir e entender como contribuir para os resultados do negócio. Afinal, empresas são feitas de pessoas. E são as pessoas que fazem tudo acontecer.

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No contexto atual do mercado de trabalho, conhecer as formas de contratação disponíveis é um diferencial estratégico tanto para empresas quanto para profissionais. Além disso, entender as vantagens, riscos e obrigações de cada modalidade permite alinhar expectativas, reduzir custos e evitar problemas legais. Portanto, este conteúdo traz explicações detalhadas, comparações e um guia prático para que você saiba quais são os diferentes tipos de contratação, entenda a diferença entre PJ e RPA, identifique os modelos mais adequados e descubra qual a melhor modalidade de contratação conforme o cenário.

Quais são os diferentes tipos de contratação?

Primeiramente, é importante destacar que há diversas formas de formalizar o vínculo entre uma empresa e um colaborador. Entre as principais, estão:

Assim, cada tipo de contratação atende a objetivos específicos, sendo necessário analisar o contexto antes de decidir.

Qual a diferença entre um PJ e um RPA?

Embora ambos sejam alternativas à CLT e não gerem vínculo tradicional, há diferenças operacionais e fiscais importantes:

Portanto, enquanto o PJ é mais adequado para relações recorrentes e com maior volume de entrega, o RPA serve para demandas esporádicas e de curta duração.

Quais são os modelos de contratação mais usados?

Além dos já citados, vale organizar os principais em uma comparação direta:

ModeloVínculoBenefíciosFlexibilidadeIdeal para
CLTSimCompletosBaixaVagas permanentes
EstágioParcialLimitadosMédiaFormação de novos profissionais
Jovem AprendizSimEspecíficosMédiaInclusão e capacitação inicial
PJNãoNão háAltaEspecialistas e projetos contínuos
RPANãoNão háAlta (pontual)Serviços eventuais
TemporárioSimParcialBaixaSubstituições e picos sazonais

Dessa forma, escolher corretamente contribui para alinhamento de custos e expectativas.

Qual é a melhor modalidade de contratação?

Não existe uma “melhor” forma universal; ao contrário, a escolha depende de variáveis como:

Portanto, o ideal é que o RH e a liderança façam uma análise conjunta, considerando impactos legais, financeiros e culturais, antes de definir o modelo.

Como escolher e implementar o modelo de contratação certo?

Para tomar essa decisão com consistência, siga um checklist prático:

  1. Mapear a necessidade da vaga (permanência, escopo, senioridade).
  2. Comparar custos diretos e indiretos de cada modelo.
  3. Verificar requisitos legais (ex: exigência de contrato formal, limite de tempo em estágio, faixa etária para aprendiz).
  4. Avaliar o perfil do profissional (disponibilidade, busca por estabilidade vs. flexibilidade).
  5. Definir o tipo de vínculo com clareza contratual e política interna.
  6. Implementar onboarding adequado para qualquer forma escolhida.
  7. Monitorar desempenho e aderência ao modelo, ajustando conforme necessário.

Assim, além de escolher bem, a empresa garante que a relação funcione na prática e minimize riscos de questionamentos jurídicos.

Vantagens e desvantagens dos principais modelos

CLT

Vantagens: estabilidade, benefícios, proteção legal.
Desvantagens: custo elevado e menor flexibilidade contratual.

PJ

Vantagens: flexibilidade, menor custo imediato.
Desvantagens: ausência de direitos trabalhistas e risco de descaracterização se mal usado.

RPA

Vantagens: simplicidade para tarefas pontuais.
Desvantagens: limitada continuidade e potenciais encargos na fonte.

Estágio / Jovem Aprendiz

Vantagens: desenvolvimento de talentos e inclusão.
Desvantagens: necessita supervisão e tem restrições de carga horária.

Conclusão

Portanto, compreender as formas de contratação disponíveis é essencial para que empresas possam estruturar equipes de forma estratégica, equilibrando custos, necessidades e proteção jurídica. Ao mesmo tempo, profissionais ganham clareza sobre seus direitos, expectativas e o tipo de vínculo que melhor se encaixa na sua trajetória.

Assim, decidir com base em análise, planejamento e alinhamento cultural transforma essa escolha em vantagem competitiva.

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No cenário atual do mercado de trabalho, entender os diferentes modelos de contratação é essencial tanto para profissionais quanto para empresas. Afinal, escolher a modalidade certa pode influenciar diretamente na produtividade, nos custos e na relação profissional. Mas, afinal, quais são esses modelos? Como saber qual se encaixa melhor para cada necessidade? Vamos explorar isso agora.

Quais são os diferentes tipos de contratação?

Atualmente, existem diversas formas de contratar um colaborador no Brasil. Entre os principais modelos, podemos destacar:

Cada um desses modelos atende a uma realidade distinta, seja pela duração do contrato, carga tributária ou natureza da função.

Qual a diferença entre um PJ e um RPA?

Embora ambos sejam alternativas à CLT, PJ e RPA têm diferenças significativas. O PJ é um profissional que atua por meio de uma empresa aberta em seu nome (como MEI, por exemplo), emitindo nota fiscal. Isso oferece mais autonomia, mas sem os benefícios trabalhistas tradicionais.

Já o RPA é um recibo utilizado por empresas quando contratam um profissional de forma eventual e sem vínculo empregatício. Aqui, o contratante é responsável por recolher os impostos diretamente (INSS e ISS, por exemplo).

👉 Enquanto o PJ é mais comum em relações contínuas e contratuais, o RPA é usado para atividades pontuais.

Quais são os modelos de contratação mais comuns no Brasil?

Além de CLT, PJ e RPA, o mercado também adota outras formas de contrato, como:

ModeloVínculoBenefícios TrabalhistasCusto para empresaIndicado para
CLTSimSimAltoVagas fixas
PJNãoNãoModeradoProfissionais especializados
RPANãoParcialBaixoServiços eventuais
EstágioSimParcialBaixoEstudantes
Jovem AprendizSimSimReduzidoJovens em formação

Cada modelo possui sua função estratégica. Dessa forma, é essencial alinhar a modalidade com os objetivos da empresa e as necessidades do profissional.

Qual é a melhor modalidade de contratação?

Não existe uma única resposta. A melhor modalidade de contratação depende de diversos fatores, como:

Para empresas que buscam segurança jurídica e estabilidade, o modelo CLT ainda é o mais recomendado. Porém, para startups ou projetos temporários, o PJ pode ser mais vantajoso. Já o RPA funciona bem em serviços esporádicos que não justificam uma contratação mais complexa.

Portanto, antes de escolher, é importante avaliar o impacto legal, financeiro e operacional de cada modelo.

Conclusão: escolha consciente faz toda diferença

Em um mercado cada vez mais dinâmico, conhecer os modelos de contratação vai muito além de uma decisão técnica — é uma escolha estratégica. Tanto empresas quanto profissionais precisam analisar as possibilidades com atenção, buscando o equilíbrio entre segurança, flexibilidade e economia.

Seja para um grande projeto ou para reforçar a equipe temporariamente, há um modelo ideal para cada situação. O segredo está em entender bem o cenário, as regras e, principalmente, as expectativas de todos os envolvidos.

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Atrair e reter talentos é um dos maiores desafios — e também uma das maiores vantagens competitivas — para qualquer empresa que deseja crescer de forma sustentável. O conceito de talentos vai muito além de encontrar alguém com um bom currículo. Estamos falando de identificar pessoas alinhadas com os valores da empresa, com potencial de desenvolvimento e capacidade de gerar impacto real.

O que significa recrutamento de talentos?

Recrutar talentos não é simplesmente preencher vagas. Em vez disso, trata-se de buscar perfis estratégicos que possam contribuir com inovação, engajamento e visão de futuro. Portanto, o RH deve trabalhar com ferramentas e práticas modernas para identificar candidatos que tenham não apenas as habilidades técnicas exigidas, mas também soft skills compatíveis com a cultura da organização.

Além disso, com o avanço da tecnologia, o processo de recrutamento se tornou mais dinâmico. Plataformas de inteligência artificial, análise de dados e redes sociais têm facilitado a identificação de talentos em potencial — mesmo que eles ainda não estejam ativamente procurando por emprego.

Como atrair talentos qualificados?

Para atrair talentos de verdade, é essencial que a empresa invista em employer branding. Em outras palavras, a marca empregadora precisa ser forte e coerente com a proposta de valor oferecida ao colaborador. Isso inclui benefícios, plano de carreira, ambiente saudável e oportunidades de crescimento.

Além disso, oferecer processos seletivos transparentes e humanizados ajuda a criar uma boa primeira impressão. Uma comunicação clara, feedbacks construtivos e respeito com o tempo do candidato são práticas simples, mas que fazem muita diferença.

Outro ponto importante: a cultura organizacional precisa ser vivida na prática. Não adianta divulgar uma imagem atrativa nas redes sociais se, na rotina, os valores não são aplicados. O candidato atual pesquisa, compara e conversa com funcionários — e percebe a verdade rapidamente.

Como reter talentos e reduzir a rotatividade?

Contratar talentos já é difícil. Reter, então, exige estratégia. Uma vez dentro da empresa, esses profissionais precisam sentir que estão crescendo. Treinamentos constantes, avaliações de desempenho claras e reconhecimento por resultados são essenciais para manter a motivação.

Além disso, políticas de bem-estar e equilíbrio entre vida pessoal e profissional contribuem para um ambiente saudável. Nesse contexto, escutar os colaboradores, entender suas dores e propor melhorias mostra que a organização valoriza as pessoas — o que fortalece o vínculo e reduz a saída precoce.

Vale lembrar que o desenvolvimento de lideranças também impacta diretamente a retenção. Líderes preparados geram confiança, orientam de forma construtiva e ajudam a construir equipes mais coesas.

Quanto ganha um recrutador de talentos?

Essa é uma pergunta comum, principalmente para quem está interessado na área de Recursos Humanos. O salário de um recrutador de talentos pode variar bastante de acordo com a experiência, região e porte da empresa. De forma geral, em empresas de médio a grande porte, o salário gira entre R$ 3.000 e R$ 7.000. Já em posições mais estratégicas ou de liderança, esse valor pode ultrapassar os R$ 10.000.

Mais importante que o valor, no entanto, é o impacto do trabalho. Um recrutador eficiente transforma não apenas os times, mas o desempenho do negócio como um todo.

Por que investir em talentos é uma prioridade?

A resposta é simples: pessoas certas nos lugares certos fazem as empresas crescerem. E mais: reduzem custos com rotatividade, aumentam a produtividade e constroem marcas mais fortes. Em um mercado cada vez mais competitivo, reter talentos é sinônimo de inteligência estratégica.

Portanto, se você ainda não prioriza essa pauta, talvez seja a hora de rever sua estratégia. Atrair e reter talentos não é um luxo — é uma necessidade.

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Atrair talentos é importante. Mas fazer com que eles queiram ficar? Isso é jogo de gente grande. E é aqui que o tal do employer branding entra com tudo, mudando as regras do jogo.
Mas, afinal, qual é o papel do employer branding na atração e retenção de talentos? É simples: ele constrói a imagem que a sua empresa passa como lugar para se trabalhar. Em outras palavras, é o que define se as pessoas vão correr atrás da sua vaga — ou sair correndo dela.

Por que o employer branding importa tanto?

Imagine que sua empresa seja uma vitrine. O employer branding é o que faz essa vitrine brilhar, destacando os diferenciais da organização, a cultura interna e a forma como ela cuida de seus colaboradores.
Isso influencia diretamente quem vai entrar na loja (ou no caso, no processo seletivo). Afinal, profissionais talentosos escolhem empresas onde se sintam valorizados, respeitados e com espaço para crescer.

Atração e retenção: dupla inseparável

Qual a importância de atrair e reter talentos na empresa?
A resposta é direta: sem gente boa, não há resultado. Atrair é o primeiro passo. Reter, é o que sustenta o sucesso a longo prazo. E para isso, o employer branding ajuda a manter a promessa feita na contratação — cultura, clima organizacional e propósito devem continuar alinhados no dia a dia.

Quando a empresa entrega o que promete, o profissional veste a camisa, engaja e indica a empresa para outros talentos. Ou seja: o ciclo da boa reputação só cresce.

Benefícios reais do employer branding

Agora vamos ao que interessa: quais são os benefícios do employer branding para as empresas? Olha só o que ele pode gerar:

Além disso, empresas com uma marca empregadora forte costumam atrair profissionais que compartilham os mesmos valores, o que melhora o clima organizacional e impulsiona a produtividade.

Conclusão: ser desejado faz toda a diferença

Ter um bom salário e benefícios não basta. Os talentos de hoje buscam significado, pertencimento e propósito. O employer branding conecta tudo isso — e transforma sua empresa em um lugar onde as pessoas querem estar.

Portanto, investir nessa estratégia não é gasto. É visão de futuro.

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Já virou rotina: ligar o computador, pegar um café e começar o expediente… sem nem sair de casa. O home office conquistou muita gente e, mais do que uma tendência, virou realidade no Brasil. Mas será que todo mundo sabe o que está por trás desse modelo de trabalho?

Neste post, você vai entender quais são os direitos de quem trabalha em home office, se isso é um direito garantido por lei, quem tem prioridade nesse modelo e, claro, os benefícios reais para quem vive essa rotina. Vamos nessa?

O que é home office segundo a legislação brasileira?

Afinal, home office é a mesma coisa que teletrabalho? Não exatamente. Desde a Reforma Trabalhista de 2017, o termo teletrabalho entrou oficialmente na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), definindo o trabalho realizado fora das dependências do empregador, com uso de tecnologias de comunicação.

O trabalho remoto, na prática, é um tipo de teletrabalho — só que realizado na residência do trabalhador. Ou seja, é o nome mais popular, mas a base legal está no teletrabalho. Além disso, a lei exige que essa modalidade esteja prevista no contrato de trabalho, com cláusulas sobre equipamentos, ergonomia, reembolso e jornada.

Quais são os direitos de quem trabalha em home office?

Trabalhar de casa não significa abrir mão de direitos. Pelo contrário: quem atua em home office deve ter as mesmas garantias trabalhistas que os demais. Isso inclui salário, férias, 13º, recolhimento do INSS e FGTS. Mas há alguns pontos que merecem atenção:

Seja no escritório ou no quarto de casa, os direitos trabalhistas continuam valendo.

O trabalho em home office é um direito adquirido?

Muita gente pensa que, ao trabalhar de casa por um tempo, isso vira direito adquirido. Mas, na prática, não é bem assim.

A legislação brasileira não reconhece o home office como um direito permanente, salvo se for previsto no contrato ou em acordos coletivos. Ou seja, o empregador pode solicitar o retorno ao presencial, desde que cumpra os prazos legais e respeite os termos acordados.

No entanto, se o home office já for prática consolidada e o retorno não for viável (como no caso de pessoas com deficiência, por exemplo), a reversão pode ser contestada judicialmente. Então, é importante formalizar tudo por escrito.

Quem tem prioridade no trabalho remoto?

Após a pandemia, surgiram novas regras sobre quem tem preferência no modelo remoto. Segundo a legislação atual, têm prioridade no home office:

Além disso, empresas com políticas internas de inclusão também costumam oferecer home office como alternativa para quem enfrenta barreiras de mobilidade, saúde ou transporte. Isso mostra como o modelo pode ser uma forma de promover acessibilidade e diversidade no mercado de trabalho.

Benefícios do home office para o trabalhador

Se por um lado há dúvidas sobre regras e direitos, por outro, o home office oferece vantagens reais para o dia a dia:

Esses benefícios explicam por que o modelo remoto continua crescendo, mesmo após o fim do isolamento.

Desafios do home office e como superá-los

Claro, nem tudo são flores. O trabalho remoto também traz obstáculos que, se não forem bem administrados, podem virar dor de cabeça:

Para driblar esses desafios, vale estabelecer rotinas claras, criar um espaço de trabalho confortável e manter uma comunicação transparente com a equipe.

Home office e o futuro do trabalho

A verdade é que o home office não é mais um diferencial — é uma realidade consolidada. Muitas empresas já adotam o modelo híbrido, combinando dias presenciais com dias remotos. Outras são 100% remotas desde o início.

E o mais importante: o trabalhador do futuro é aquele que entende seus direitos, se adapta às novas tecnologias e sabe tirar o melhor de cada modelo.

Portanto, se você trabalha ou pretende trabalhar em home office, fique atento às regras, negocie com clareza e aproveite os benefícios de estar onde você rende mais.

Como se cadastrar para ser jovem aprendiz e estagiário no ISBET?

O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:

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Manter uma rotina produtiva para estudantes pode fazer toda a diferença no desempenho de estudantes, especialmente para aqueles que estão iniciando a vida profissional por meio dos programas de estágio e aprendizagem. Pequenas mudanças nos hábitos diários ajudam a aumentar a concentração, reduzir o estresse e melhorar o desempenho nas atividades acadêmicas e profissionais.

1. Acordar no mesmo horário todos os dias

Ter um padrão fixo para despertar regula o ritmo biológico e evita o cansaço excessivo. Isso é essencial para manter a disposição durante o dia, seja na escola, faculdade ou no trabalho como estagiário ou jovem aprendiz.

2. Fazer um alongamento leve

Exercícios simples ao acordar ajudam a despertar o corpo e a mente. Alongar-se reduz tensão muscular e melhora a postura, beneficiando quem passa horas estudando ou exercendo atividades no programa de aprendizagem ou estágio.

3. Tomar um café da manhã equilibrado

Uma alimentação adequada logo cedo melhora o foco e a energia ao longo do dia. Estudantes que conciliam trabalho e estudos precisam de um bom nível de energia para enfrentar as responsabilidades.

4. Organizar as tarefas do dia

Listar atividades diárias ajuda na organização e produtividade. Quem participa de um programa de estágio ou aprendizagem precisa equilibrar compromissos e manter a rotina produtiva para estudantes eficiente.

5. Evitar o uso excessivo do celular

Aliás, reduzir o tempo nas redes sociais logo ao acordar não apenas evita distrações, mas também melhora significativamente a concentração. Além disso, essa mudança de hábito é fundamental, sobretudo para estudantes que almejam aproveitar ao máximo as oportunidades do mercado de trabalho. Dessa forma, ao iniciar o dia com mais foco e menos interferências digitais, torna-se mais fácil manter a produtividade e, consequentemente, alcançar melhores resultados acadêmicos e profissionais.

6. Praticar a gratidão

Agradecer pelas oportunidades fortalece a motivação. Jovens que ingressam em programas de estágio ou aprendizagem têm uma chance valiosa de crescimento e aprendizado.

7. Revisar os estudos ou metas profissionais

Antes de iniciar o dia, revisar anotações ou traçar metas de carreira pode, sem dúvida, fazer uma grande diferença no desenvolvimento pessoal e profissional. Essa prática, portanto, contribui diretamente para uma rotina produtiva para estudantes, oferecendo uma base sólida para o dia que se inicia. Além disso, ela ajuda os estudantes a manter o foco e a disciplina, essenciais para alcançar seus objetivos. Ao adotar esse hábito, os estudantes têm a oportunidade de se preparar melhor para os desafios acadêmicos e profissionais que surgem ao longo do dia. Assim, estabelecer uma rotina produtiva logo pela manhã é um passo crucial para o sucesso.

O que é o programa de estágio?

O estágio é uma experiência de aprendizado prático que permite aos estudantes desenvolverem competências profissionais essenciais para a carreira. Regulamentado pela Lei do Estágio (Lei nº 11.788/2008), essa modalidade proporciona conhecimento aplicado à realidade do mercado de trabalho, sem configurar vínculo empregatício. Além disso, é uma excelente oportunidade para os jovens ganharem experiência e ampliarem suas chances de efetivação na área desejada.

O que é o programa de Jovem Aprendiz?

O programa de Jovem Aprendiz é uma iniciativa que possibilita a inserção de jovens no mercado de trabalho por meio de atividades práticas e teóricas. Regulamentado pela Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000), ele garante direitos trabalhistas e contribui para o desenvolvimento profissional dos participantes. O jovem aprendiz tem sua primeira experiência profissional formalizada com carteira assinada, jornada compatível com os estudos e acesso a cursos de capacitação.

Como se cadastrar para ser jovem aprendiz e estagiário no ISBET?

O ISBET conecta jovens e empresas, promovendo a inclusão social através da educação para o trabalho. Interessados podem se cadastrar nos links abaixo:

Adotar hábitos matinais saudáveis faz toda a diferença para estudantes que desejam ser mais produtivos e manter uma rotina produtiva para estudantes. Aproveite para se cadastrar e iniciar sua jornada profissional com o ISBET.

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Ser um Jovem Aprendiz oferece a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho e ao mesmo tempo continuar os estudos. No entanto, conciliar trabalho e estudo pode ser desafiador. A boa notícia é que, com planejamento e organização, é totalmente possível equilibrar essas duas responsabilidades e ter sucesso tanto no trabalho quanto na escola.

O que é o programa Jovem Aprendiz?

O Programa Jovem Aprendiz, criado pela Lei nº 10.097/2000, tem como objetivo proporcionar aos jovens de 14 a 24 anos a chance de entrar no mercado de trabalho. Para participar, o jovem deve estar matriculado no ensino médio ou já ter concluído. Além disso, o programa permite conciliar trabalho e estudo com uma jornada de trabalho reduzida, de 4 a 6 horas diárias.

Como conciliar trabalho e estudo no dia a dia?

Para conciliar trabalho e estudo, é necessário ter disciplina e saber gerenciar o tempo. Uma das vantagens do programa Jovem Aprendiz é a carga horária reduzida, o que dá ao jovem a oportunidade de manter o foco nos estudos. Aqui estão algumas dicas para ajudar nessa tarefa:

  1. Use uma agenda para planejar seu dia: Organize sua rotina de forma que tenha tempo para o trabalho, os estudos e o descanso.
  2. Priorize as tarefas mais importantes: Quando os prazos escolares estiverem mais apertados, peça ao seu supervisor para ajustar o horário de trabalho, se necessário. Dessa forma, você consegue conciliar trabalho e estudo sem comprometer nenhum dos dois.
  3. Aproveite ao máximo o tempo livre: Mesmo com a jornada reduzida, utilize os intervalos ou momentos mais tranquilos para revisar conteúdos ou adiantar suas tarefas escolares.

A importância dos estudos para o Jovem Aprendiz

É crucial que o Jovem Aprendiz continue a dar importância aos estudos enquanto trabalha. Conciliar trabalho e estudo não significa negligenciar uma área em detrimento da outra. Na verdade, os dois são complementares: enquanto o trabalho oferece experiência prática, os estudos fornecem a base teórica necessária para se desenvolver profissionalmente.

Como o programa Jovem Aprendiz no ISBET ajuda

Participar do programa Jovem Aprendiz no ISBET pode ser a chave para a sua entrada no mercado de trabalho, enquanto continua a sua educação formal. O ISBET oferece um programa estruturado que permite que você ganhe experiência prática e, ao mesmo tempo, se capacite com um acompanhamento completo. Para participar, basta se cadastrar no nosso portal isbet.org.br/curriculo, buscar vagas no isbet.org.br/vagas e conhecer os detalhes dos nossos programas.

A flexibilidade da jornada de trabalho e a organização do seu tempo são cruciais para o sucesso de quem participa do programa. Ao se tornar um Jovem Aprendiz, você adquire valiosa experiência, ao mesmo tempo em que constrói uma carreira sólida e equilibrada com os estudos.

Com a gestão adequada do tempo, é possível não apenas ser um bom profissional, mas também manter o bom desempenho escolar e planejar um futuro brilhante. A jornada do Jovem Aprendiz é desafiadora, mas totalmente possível com organização e foco.

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A educação financeira é um conhecimento essencial, especialmente para os Jovens Aprendizes que estão dando os primeiros passos no mercado de trabalho. Compreender como administrar a sua renda, controlar gastos e planejar o futuro de forma eficaz pode evitar diversos problemas financeiros. Nesse contexto, a educação financeira oferece ferramentas importantes para garantir uma vida equilibrada e com menos preocupações econômicas, tanto no presente quanto no futuro.

O que é o programa Jovem Aprendiz?

O Programa Jovem Aprendiz, regulamentado pela Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000), oferece a jovens de 14 a 24 anos a chance de ingressar no mercado de trabalho. Durante o programa, os aprendizes têm acesso a capacitação prática e teórica, além de garantias como salário, jornada de trabalho reduzida e outros direitos trabalhistas. A participação nesse programa não só prepara os jovens para os desafios profissionais, mas também permite que eles adquiram habilidades valiosas, incluindo no campo da educação financeira.

Como a educação financeira ajuda o Jovem Aprendiz?

A educação financeira é fundamental para que o Jovem Aprendiz aprenda a administrar seus primeiros rendimentos de forma responsável. Com o conhecimento de como criar um orçamento, controlar os gastos e economizar, o jovem pode construir uma base sólida para uma vida financeira saudável. Além disso, o aprendizado sobre o uso adequado do dinheiro pode proporcionar mais segurança e evitar endividamentos no futuro.

Outro aspecto importante é o ensino de como planejar para o longo prazo. Com a educação financeira, o jovem aprende a importância de poupar e investir de forma inteligente, o que pode garantir uma maior independência financeira no futuro. Essas habilidades não só melhoram a vida pessoal, mas também são muito valorizadas pelas empresas, pois o jovem se torna mais responsável e preparado.

Como ser um Jovem Aprendiz no ISBET

Se você deseja ingressar no programa Jovem Aprendiz do ISBET, o primeiro passo é cadastrar seu currículo em nosso portal: isbet.org.br/curriculo. Em seguida, basta buscar a sua vaga dos sonhos em isbet.org.br/vagas, onde você encontrará diversas oportunidades em empresas parceiras. Para mais informações sobre o programa e as etapas do processo, acesse nosso portal isbet.org.br. Ao se tornar um Jovem Aprendiz no ISBET, além de se capacitar profissionalmente, você também terá a chance de aprender sobre educação financeira, o que fará toda a diferença em sua vida pessoal e profissional.

Com a educação financeira, o jovem aprendiz se prepara não só para os desafios do mercado de trabalho, mas também para uma vida financeira mais equilibrada e sustentável, garantindo um futuro mais seguro.

Perguntas frequentes

Por que a educação financeira é importante para o Jovem Aprendiz?
Porque é nessa fase que a maioria recebe o primeiro salário e começa a tomar decisões financeiras próprias. Aprender a organizar a renda, controlar gastos e planejar o futuro evita dívidas e cria hábitos que acompanham a pessoa por toda a vida.

Quais são os primeiros passos para organizar as finanças?
Anotar entradas e saídas, separar uma parte do salário para poupança antes de gastar o restante e priorizar necessidades essenciais em vez de gastos por impulso já fazem grande diferença no início.

Vale a pena poupar mesmo com o salário de aprendiz sendo baixo?
Sim. Guardar pequenas quantias com regularidade cria o hábito de poupança, forma uma reserva para imprevistos e prepara o jovem para investir quando a renda aumentar.

O ISBET oferece apoio sobre educação financeira para os aprendizes?
Sim. O tema faz parte da formação teórica do Programa de Jovem Aprendiz, que já combina capacitação profissional com orientações voltadas para a vida prática do aprendiz.

O ISBET ainda oferece programa de estágio?
Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento na empresa.

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O ISBET não vende curso. O Instituto Brasileiro Pró-Educação, Trabalho e Desenvolvimento é uma instituição sem fins lucrativos que tem como missão qualificar e integrar jovens ao mercado de trabalho, por meio de programas de estágio e jovem aprendiz. Se você já ouviu falar do ISBET e ficou com a impressão de que ele oferece cursos pagos, é importante esclarecer que isso não é verdade. O ISBET não cobra nada de seus participantes, seja em programas de estágio ou jovem aprendiz. A seguir, vamos explicar como funciona esse trabalho de inclusão e como você pode se beneficiar das oportunidades oferecidas pela instituição.

O que é o Programa de Estágio?

O programa de estágio do ISBET segue a Lei nº 11.788/2008, que regulamenta as atividades de estágio no Brasil. Este programa é voltado para estudantes que buscam se inserir no mercado de trabalho enquanto ainda estão em processo de formação acadêmica. O estágio permite que o jovem desenvolva habilidades práticas, ganhe experiência profissional e amplie seu currículo, tudo isso enquanto continua seus estudos. O ISBET, como agente de integração, atua conectando as empresas com os estagiários que atendem aos requisitos específicos de cada área.

O que é o Programa de Jovem Aprendiz?

O programa jovem aprendiz do ISBET é regulamentado pela Lei nº 10.097/2000, que estabelece a obrigatoriedade de empresas de médio e grande porte contratarem jovens entre 14 e 24 anos para programas de aprendizagem. Este programa tem como objetivo proporcionar ao jovem uma formação teórica e prática, para que ele possa desenvolver competências profissionais e dar os primeiros passos em sua carreira. O ISBET, embora não seja o único responsável pelo programa, atua como uma importante entidade qualificadora, facilitando o vínculo entre os jovens e as empresas parceiras.

Os materiais de Jovem Aprendiz são gratuitos?

Uma das grandes vantagens do programa do ISBET é que todos os materiais fornecidos aos jovens aprendizes são totalmente gratuitos. Isso inclui uniformes, apostilas e todo o suporte necessário para que eles possam desempenhar suas atividades da melhor forma possível. O ISBET não cobra nada dos participantes, o que garante que todos, independentemente da sua condição socioeconômica, possam ter acesso a essas oportunidades. Além disso, as empresas parceiras são responsáveis por remunerar os estagiários e aprendizes de acordo com a legislação vigente.

Como o ISBET se mantém?

O ISBET se mantém por meio de convênios realizados com empresas parceiras. Essas empresas pagam uma taxa por jovem aprendiz ou estagiário, o que permite ao ISBET financiar suas operações e manter os programas gratuitos. Vale destacar que o ISBET não recebe qualquer tipo de financiamento do governo e não cobra nada dos jovens, estagiários ou seus familiares. A transparência e a dedicação ao bem-estar dos participantes são princípios fundamentais da instituição, logo o ISBET não vende curso, bolsa de estudos, nem nada do tipo.

Além da aprendizagem: projetos do ISBET

O ISBET vai além da capacitação profissional, desenvolvendo diversos projetos sociais e educacionais que impactam positivamente a vida de milhares de pessoas. Alguns dos projetos mais importantes incluem:

Esses e outros projetos fazem parte do compromisso do ISBET com a transformação social e a promoção de oportunidades para todos.

Como ser Jovem Aprendiz ou Estagiário no ISBET

Se você tem entre 14 e 24 anos e deseja participar de um programa de jovem aprendiz ou estágio, basta cadastrar seu currículo na plataforma do ISBET. Não há custos envolvidos, e a instituição oferece todo o suporte necessário para que você tenha uma experiência profissional enriquecedora.

Acesse isbet.org.br/curriculo para cadastrar seu currículo e começar a trilhar o caminho para um futuro profissional de sucesso.

O compromisso do ISBET com a qualificação e inclusão social

O ISBET não cobra pelos programas de estágio ou jovem aprendiz. Além de oferecer qualificação gratuita, desenvolve projetos sociais e educacionais para jovens e comunidades vulneráveis. Isso reflete o compromisso do ISBET com a inclusão social, o desenvolvimento humano e a preparação dos jovens para o mercado de trabalho.

Se você é um jovem em busca de oportunidades de aprender, crescer e dar o primeiro passo em sua carreira, o ISBET é uma excelente opção. Acesse o site, cadastre seu currículo e aproveite os benefícios de participar de uma instituição que, ao mesmo tempo que qualifica e prepara, também investe em projetos que contribuem para um futuro melhor para todos.

Se você encontrar alguma publicação nas redes sociais ou ouvir em palestras escolares que uma instituição de cursos oferece vagas de emprego mediante pagamento ou inscrição, fique atento: o ISBET não vende curso e não cobra nada de seus participantes. Caso tenha dúvidas ou se depare com esse tipo de oferta, denuncie. O ISBET sempre oferece oportunidades de estágio e jovem aprendiz de forma gratuita, com total transparência e compromisso social.

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Começou seu primeiro emprego como jovem aprendiz e não sabe quais são os seus direitos? No nosso artigo, contamos tudo que a lei da aprendizagem garante para você!

A Lei 10.097/2000 determina que jovens de 14 a 24 anos podem ingressar no mercado de trabalho através do programa de aprendizagem, trabalhando de 4 a 6 horas por dia, sendo 4 dias na prática e 1 dia de teoria na entidade qualificadora. O programa prevê diversos benefícios para os jovens aprendizes.

Enfim, o jovem aprendiz tem assegurados quais direitos e benefícios?

O jovem aprendiz é contratado em regime celetista, ou seja, ele tem registro na Carteira de Trabalho (CLT). Logo, esse novo profissional tem direito a tudo o que a CLT prevê: salário, férias remuneradas, vale-transporte, 13º salário e FGTS.

Jovem aprendiz tem direito a seguro-desemprego?

Não. O contrato de aprendizagem tem data de início e término já definidas, então ele não se encerra por dispensa sem justa causa, que é a condição exigida para receber o seguro-desemprego. A exceção é quando a empresa contratante declara falência ou o empregador falece durante o contrato: nesse caso, o jovem pode solicitar o benefício, desde que não tenha renda própria, tenha recebido salário por pelo menos 6 meses, não esteja recebendo benefício do INSS (exceto pensão por morte) e, se for a primeira solicitação, tenha trabalhado com carteira assinada por pelo menos 12 dos últimos 18 meses.

O seguro-desemprego é uma ajuda temporária paga pelo governo a quem perde o emprego sem justa causa, calculada com base no tempo trabalhado e no salário recebido. Fora da exceção acima, esse benefício vale para trabalhadores CLT contratados por prazo indeterminado, trabalhadores domésticos, pessoas resgatadas de condições análogas à escravidão e pescadores profissionais em período de defeso. Veja as regras completas no Ministério do Trabalho e Emprego.

Jovem aprendiz tem carteira assinada?

Sim. O jovem aprendiz é contratado em regime celetista, com registro na Carteira de Trabalho (CTPS), feito de forma digital pelo eSocial no momento da admissão. Esse registro garante todos os direitos previstos na CLT, além dos benefícios específicos do contrato de aprendizagem.

Jovem aprendiz tem direito a FGTS? Qual a alíquota?

Sim. Assim como todo trabalhador CLT, o jovem aprendiz tem direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): a empresa deposita mensalmente um valor referente ao salário do jovem em uma conta vinculada, que funciona como uma poupança forçada. A diferença é a alíquota: enquanto o depósito padrão é de 8% da remuneração, o contrato de aprendizagem tem alíquota reduzida para 2%, conforme o artigo 15, §7º da Lei 8.036/1990.

Profissional de RH conversando de forma acolhedora com jovem aprendiz de crachá vermelho

O que o jovem aprendiz recebe ao final do contrato?

Ao encerrar o contrato de aprendizagem, seja no prazo previsto ou por rescisão antecipada, o jovem tem direito a: saldo de salário dos dias trabalhados no mês, férias proporcionais acrescidas de 1/3, 13º salário proporcional e o saque do FGTS depositado durante todo o contrato. Se o encerramento não seguir as regras específicas da aprendizagem, a empresa também pode ter que pagar uma indenização adicional.

Outros direitos do jovem aprendiz que podem gerar dúvida

Perguntas frequentes sobre os direitos do jovem aprendiz

O jovem aprendiz tem direito a FGTS?

Sim, com alíquota reduzida de 2% (contra 8% do CLT comum), depositada mensalmente pela empresa.

O jovem aprendiz tem direito a seguro-desemprego?

Não, exceto se a empresa contratante declarar falência durante o contrato.

O jovem aprendiz tem carteira assinada?

Sim, o contrato de aprendizagem é registrado na Carteira de Trabalho (CTPS) como qualquer contrato CLT.

O que o jovem aprendiz recebe ao final do contrato?

Saldo de salário, férias proporcionais com 1/3, 13º salário proporcional e o saque do FGTS depositado durante o contrato.

O jovem aprendiz tem direito a décimo terceiro salário?

Sim, o décimo terceiro é pago de forma proporcional ao tempo trabalhado no ano, assim como para qualquer trabalhador CLT.

O ISBET ainda oferece programa de estágio?

Não. Atualmente o ISBET atua exclusivamente com o Programa de Jovem Aprendiz, do recrutamento à formação teórica e ao acompanhamento na empresa.

Como o ISBET pode te ajudar a conquistar seu primeiro emprego como jovem aprendiz?

O ISBET tem 53 anos de mercado, transformando a vida de jovens por todo o país. Além disso, como uma instituição sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes. Por isso, busca sempre auxiliar nos primeiros passos, que são, aliás, bastante desafiadores. Portanto, o ISBET se dedica a oferecer suporte contínuo e orientação para superar as dificuldades iniciais. Assim, nosso objetivo é garantir que cada jovem tenha a oportunidade de alcançar seu potencial máximo.

Aqui, temos mais de 22 mil empresas parceiras, dos mais variados tamanhos, espalhadas por todo o Brasil. São oportunidades em todas as áreas, tanto para o programa de jovem aprendiz quanto para outras oportunidades.

Quer contratar jovens aprendizes com o ISBET?

Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.

Empresas interessadas: isbet.org.br/contrate-jovem-aprendiz

E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:

Na realidade ambos possuem suas vantagens, o que existe são diferenças contratuais e formas de trabalho diferentes. Tanto o programa de Jovem aprendiz, como programa de estágio, são excelentes maneiras de oferecer oportunidades a novos talentos e auxiliar o estudante nesse início de carreira, além disso, é uma forma da empresa impactar socialmente o mercado de trabalho. Há muitas vantagens em contratar um estagiário ou jovem aprendiz, já que são jovens buscando por experiências, cheios de vontade de aprender e com muitas ideias novas, que irão agregar muito a sua empresa. Nós separamos as principais diferenças entre os programas, continue na leitura e descubra qual o melhor modelo para sua empresa: Diferenças entre Jovem Aprendiz e Estagiário: Os dois programas são compostos por estudantes no começo de suas carreiras, mas existem diferenças extremamente importantes entre eles:

A idade do Jovem Aprendiz ou Estagiário:

No programa de Estágio o estudante precisa iniciar aos 16 anos, no entanto não existe uma idade máxima, o que existe é o curso ser compatível com a função de trabalho na empresa. Já o Jovem Aprendiz é composto por candidatos de 14 a 24 anos, que podem estar cursando ensino fundamental, técnico, médio ou superior. No caso do Jovem Aprendiz, candidatos que estão cursando ou terminaram o ensino regular (fundamental e médio) podem participar. A participação de candidatos que tenham desistido de terminar o ensino básico obrigatório, previsto em lei, é vetada.

O nível de escolaridade:

Já sabemos que o Jovem Aprendiz precisa estar cursando ou concluído pelo menos o ensino básico (fundamental e médio) e que ele pode estar estudando também nível técnico e superior, desde que esteja dentro da faixa etária permitida: 14 a 24 anos. O Estagiário por outro lado costuma ser de alunos de técnico ou superior, já que seu curso precisa estar em acordo com a vaga oferecida. Exemplo: um aluno de administração não poderia trabalhar como pesquisador em uma indústria farmacêutica, assim como um aluno de medicina não poderia atuar como estagiário de tabelião de notas em um tribunal. As funções da vaga precisam estar de acordo com o que o candidato estuda. No entanto, isso não impede da empresa oferecer uma vaga de estágio para estudantes do ensino médio, apenas é menos comum.

Objetivos dos programas de Jovem Aprendiz e Estágio:

O foco de ambos é a aprendizagem, no entanto de maneiras diferentes. Enquanto o estagiário está buscando uma oportunidade para aprender mais sobre sua carreira e descobrir qual área dentro do que estuda gostaria de seguir, o Jovem Aprendiz não precisa estar trabalhando necessariamente com o que deseja exercer futuramente. Geralmente, o jovem que participa do programa está buscando aprender novas funções e conquistar sua liberdade financeira, até para auxiliar na conclusão de seus estudos.

Tempo de contrato:

Apesar dos programas terem diferenças entre si, o tempo de duração de ambos é o mesmo, sendo permitido o contrato de até 2 anos na mesma organização.

Tipos de contratação:

Essa é uma diferença bem importante! Enquanto o estagiário não tem nenhum vínculo empregatício, o Jovem Aprendiz tem seu registro em carteira de trabalho efetuado, dando a ele todos os direitos da CLT. A contratação do estagiário é feita pelo Termo de Compromisso, que segue as diretrizes da Lei do Estágio. A instituição de ensino, entidade integradora e empresa contratante assinam esse termo. O estagiário pode ser contratado por no máximo 2 anos, e seu curso deve corresponder às funções na empresa. Já o Jovem Aprendiz tem vínculo empregatício, ou seja: é obrigatório o registro em sua carteira de trabalho, sendo assim ele tem direito a tudo que a CLT oferece: 13º salário, previdência social, assistências médica ou/e odontológica.

Horas trabalhadas:

Tanto no Programa de Estágio quanto no de Jovem Aprendiz, a carga é de 4 a 6 horas diárias, de segunda a sexta. Com 20 horas semanais, não é obrigatório pausa para almoço. Com 30 horas semanais, a pausa de 1 hora é obrigatória. No Programa de Aprendizagem, um dia é destinado ao ensino teórico, onde os jovens vão às unidades integradoras, como o ISBET, para aprender sobre o mercado de trabalho. Esse dia conta como dia trabalhado, então entra no cálculo para pagamento, assim como sofre as devidas ações no caso de faltas.

Pagamentos de salários e bolsa auxílio:

O Jovem Aprendiz é garantido pelos direitos da CLT, então existem 3 modalidades para o cálculo do salário:

1º – Baseado no salário mínimo federal: o jovem aprendiz pode trabalhar de 4 a 6 horas diárias, então o recrutador deve usar o valor do salário mínimo federal e dividir pelas horas trabalhadas desse novo profissional.
2º – Baseado no salário mínimo estadual: Se o salário estadual for maior que o federal, deve-se usá-lo no cálculo. Exemplo: o salário mínimo de São Paulo é maior que o federal, então todas as empresas do estado devem usar o valor estadual como base. Novamente se usa o valor como base e se divide pelas horas trabalhadas.
3º – Baseado no acordo coletivo: Algumas empresas, principalmente indústrias, têm um acordo onde o salário mínimo é superior ao federal ou estadual. O jovem aprendiz segue as normas da CLT. Divida esse valor pelas horas trabalhadas. O maior salário, seja estadual, federal ou de acordo seletivo, sempre prevalece, assegurando o jovem aprendiz.

O estagiário não recebe salário, mas uma bolsa-auxílio, em dinheiro ou benefício. Exemplo: a empresa paga a faculdade e o vale transporte do estagiário, em vez de pagar diretamente. Se o estagiário aceitar, o Termo de Compromisso é acordado. Também pode oferecer um valor, lembrando que quanto mais atrativa a bolsa-auxílio, melhores candidatos aparecerão. Existe também a modalidade de Estágio obrigatório que permite o não pagamento da bolsa auxílio.

E como funciona a lei? Quais são as empresas obrigadas a ter em seu quadro jovens aprendizes e estagiários?

A lei exige que empresas de médio e grande porte reservem pelo menos 5% das vagas para jovens aprendizes no programa de Aprendizagem.

A lei do Estágio estabelece: empresas com até 5 funcionários podem ter 1 estagiário; até 10 funcionários, até 2 estagiários; até 25 funcionários, até 5 estagiários; mais de 25 funcionários, até 20% das vagas para estagiários.

Confira a lei de Aprendizagem 10.097/2000 completa aqui;

Confira a lei de Estágio 11.788/2018 completa aqui.

E por que você deveria contratar Estagiários e Jovens Aprendizes?

A primeira razão é o impacto social que sua empresa vai causar no mercado de trabalho. Sua organização recrutará novos talentos, dispostos a aprender e com novidades para agregar. Além disso, muitos desses jovens estão em situação de vulnerabilidade, precisando apenas dessa chance para entrar no mercado de trabalho e mudar sua realidade.

Os programas atraem jovens motivados para o primeiro emprego, profissionais dedicados que se empenham em suas funções, impulsionando o crescimento da organização. São candidatos alinhados ao perfil da empresa, que buscam crescimento e aprendizagem, a fórmula do sucesso para o crescimento de ambos.

E como saber que o ISBET é a escolha certa para ser sua entidade qualificadora do programa Jovem Aprendiz e Integradora do Programa de Estágio?

O ISBET tem 53 anos no mercado, mudando a vida de jovens por todo o país. Além disso, sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes. Dessa forma, busca sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.

Para empresas, nossa ONG tem as mais diversas soluções. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos, alinhamento do perfil de acordo com a necessidade do cliente, até a pré-seleção e realização dos contratos. Além disso, entregamos três candidatos para os dois programas: estagiário em cinco dias e programa de Jovem Aprendiz em sete dias. O maior diferencial do ISBET é, sem dúvida, a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, temos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil do estudante, encaminhando assim o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa.

Quer contratar estagiários e jovens aprendizes com o ISBET?

Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.

Empresas interessadas: isbet.org.br/fale-conosco

E se você é jovem ou estudante e deseja começar sua carreira, cadastre-se em:

Em 2026, o jovem aprendiz recebe entre R$ 761,55 e R$ 1.142,33 por mês, dependendo da carga horária contratada, de 4 a 6 horas por dia.

Atualizado em janeiro de 2026, com o novo salário mínimo definido pelo Decreto nº 12.797/2025.

O valor exato depende da jornada porque a Lei da Aprendizagem 10.097/2000 garante ao aprendiz o maior salário mínimo aplicável ao seu caso: o federal, o estadual ou o definido em acordo coletivo, sempre calculado de forma proporcional às horas trabalhadas, com base no salário mínimo nacional de R$ 1.621,00 (R$ 7,37 por hora).

Quer entender o reajuste em si, o que mudou em relação a 2025 e como ele afeta outros valores do contrato? Veja nosso guia sobre o novo salário mínimo e o Jovem Aprendiz.

Neste guia você entende como esse cálculo funciona, vê os valores por carga horária e conhece os direitos previstos por lei.

Como é feito o cálculo do salário do jovem aprendiz

O Jovem Aprendiz é garantido pelos direitos da CLT, então existem 3 modalidades para o cálculo do salário:

1º – Baseado no salário-mínimo federal: o jovem aprendiz pode trabalhar de 4 a 6 horas diárias, então o recrutador deve usar o valor do salário-mínimo federal e dividir pelas horas trabalhadas desse novo profissional.
2º – Baseado no salário-mínimo estadual: Se o salário estadual for maior que o federal, deve-se usá-lo no cálculo. Exemplo: o salário-mínimo de São Paulo é maior que o federal, então todas as empresas do estado devem usar o valor estadual como base. Novamente se usa o valor como base e se divide pelas horas trabalhadas.
3º – Baseado no acordo coletivo: Algumas empresas, principalmente indústrias, têm um acordo onde o salário-mínimo é superior ao federal ou estadual. O jovem aprendiz segue as normas da CLT. Divida esse valor pelas horas trabalhadas.

O maior salário, seja estadual, federal ou de acordo coletivo, sempre prevalece, assegurando o jovem aprendiz.

Aprenda a calcular o salário do jovem aprendiz:

O primeiro passo é descobrir o valor do salário hora, que se obtém dividindo o salário mínimo vigente pela jornada mensal de referência. Vale lembrar que o salário mínimo é reajustado todos os anos, então os valores exatos e atualizados estão sempre em nosso guia sobre o salário do jovem aprendiz atualizado.

Tendo essas informações como base, o cálculo funciona da seguinte maneira:

Salário Mensal = (salário hora x horas trabalhadas semanais x nº de semanas no mês x 7) / 6.

A tabela abaixo indica o número de semanas de acordo com o número de dias no mês:

tabela com o número de dias no mês e o número equivalente de semanas no mês.

 

Tabela de número de semanas de acordo com os dias do mês.

Veja um exemplo prático: supondo um salário hora de R$ 7,37 e um aprendiz que trabalha 30 horas semanais, em um mês com quatro semanas, o cálculo fica assim:

7,37 x 30 horas semanais x 4,4285 semanas x 7 dias ÷ 6 = 1.142,33.

Esse cálculo já abrange o repouso semanal, e o mesmo pode ser aplicado a salários maiores.

Quanto ganha um jovem aprendiz por carga horária

O aprendiz pode trabalhar de 4 a 6 horas por dia, e o salário é sempre proporcional a essa jornada. A tabela abaixo mostra os valores de referência com base no salário mínimo federal vigente. Como o mínimo muda a cada ano, confira sempre os valores mais recentes no guia atualizado.

Valores de referência atualizados em janeiro de 2026 (salário mínimo federal de R$ 1.621,00, salário hora de R$ 7,37):

Jornada de trabalho Salário mensal aproximado
4 horas por dia (20h por semana) R$ 761,55
5 horas por dia (25h por semana) R$ 951,94
6 horas por dia (30h por semana) R$ 1.142,33

Além do salário, o jovem aprendiz também tem direito a tudo que a CLT prevê, como: FGTS, décimo terceiro e férias remuneradas.

Ao final do contrato, quanto a empresa deve pagar ao jovem aprendiz?

A Lei de Aprendizagem prevê que o contrato do jovem aprendiz não pode ultrapassar o prazo máximo de 2 anos. No final desse período, o menor aprendiz deve receber o saldo de salário, o proporcional de décimo terceiro e férias, e poderá sacar o FGTS.

Isso serve para a rescisão antecipada. Já em caso de rescisão por motivo grave, como ausências injustificadas, falta grave ou outros motivos que dão direito a justa causa, o menor aprendiz perde o direito ao saque do FGTS.

Mas, o que é o Programa de Aprendizagem?

O programa Jovem Aprendiz é a lei de aprendizagem 10.097/2000 que tem como objetivo inserir e capacitar os jovens entre 14 e 24 anos no mercado de trabalho. A proposta é garantir a subsistência desse jovem, evitando a evasão do ensino básico obrigatório, ao mesmo tempo que permite que o estudante tenha renda e aprenda um ofício.

O programa de aprendizagem também estabelece que empresas de pequeno a grande porte devam ter entre 5 e 15% de colaboradores nessa modalidade.

Como contratar um Jovem Aprendiz para a minha empresa?

Sua empresa pode contar com o auxílio do ISBET! Nossa ONG tem 53 anos no mercado, mudando a vida de jovens por todo o país. Além disso, sendo uma ONG sem fins lucrativos, o ISBET tem como ideal o crescimento profissional dos estudantes. Dessa forma, busca sempre auxiliar nos primeiros passos, que são tão difíceis.

Para empresas, nossa ONG tem as mais diversas soluções. Primeiramente, participamos de todo o processo de contratação, desde a abertura da vaga, passando pela captação de candidatos, alinhamento do perfil de acordo com a necessidade do cliente, até a pré-seleção e realização dos contratos. Além disso, entregamos três candidatos para os dois programas: estagiário em cinco dias e programa de Jovem Aprendiz em sete dias. O maior diferencial do ISBET é, sem dúvida, a nossa Orientação Profissional. Durante uma hora, temos uma conversa com os candidatos, aplicamos dinâmicas e mapeamos o perfil do estudante, encaminhando assim o candidato que melhor se encaixa na vaga oferecida pela empresa.

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Há mais de 50 anos, o ISBET conecta empresas a jovens talentos, oferecendo soluções completas em recrutamento, seleção e acompanhamento. Com nosso apoio, sua empresa cumpre a legislação, fortalece o impacto social e desenvolve futuros profissionais.

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    Perguntas frequentes sobre o salário do jovem aprendiz

    Quanto ganha um jovem aprendiz de 14 anos?

    A idade não altera o valor. O salário do aprendiz depende do salário mínimo vigente e da carga horária contratada, não da idade. Um aprendiz de 14 anos com jornada de 20 horas semanais recebe o mesmo que qualquer outro aprendiz na mesma jornada.

    Qual o salário de um aprendiz que trabalha 4 horas por dia?

    Uma jornada de 4 horas por dia costuma somar 20 horas semanais. Nesse caso, o salário é proporcional a essa carga horária, calculado a partir do salário hora. Consulte a tabela de valores acima para o valor de referência atual.

    E quem trabalha 6 horas por dia?

    Seis horas por dia equivalem a 30 horas semanais, a jornada máxima permitida ao aprendiz. Por ter mais horas, o salário é mais alto que o da jornada de 4 horas, sempre respeitando a proporção sobre o salário mínimo.

    O jovem aprendiz recebe 13º salário e férias?

    Sim. O aprendiz tem carteira assinada e os mesmos direitos da CLT, incluindo 13º salário, férias remuneradas e depósito de FGTS.

    O salário do jovem aprendiz muda todos os anos?

    Sim. Como o cálculo parte do salário mínimo, sempre que o mínimo é reajustado o salário do aprendiz também muda. Por isso mantemos um guia com os valores atualizados do jovem aprendiz.

    Quanto custa contratar um jovem aprendiz para minha empresa?

    O custo principal é o salário proporcional à carga horária contratada: veja a tabela acima com os valores por jornada (4h, 5h ou 6h por dia). Além do salário, a empresa recolhe o FGTS (2%) e garante férias e 13º proporcionais, sem os encargos e a multa rescisória de um contrato CLT comum. Empresas de pequeno a grande porte também têm uma cota legal obrigatória de 5% a 15% do quadro de funcionários nessa modalidade. O ISBET cuida de todo o processo de contratação, da abertura da vaga à pré-seleção, para facilitar esse cumprimento. Fale com a nossa equipe e veja como funciona.

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